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Até O Seis Mais Perfeito Nunca Será Sete!

POR FAVOR, VERIFIQUE SE HÁ NECESSIDADE DE CONFIRMAR SUA CURTIDA A SEGUIR:

OBRIGADO PELA GENTIL ATENÇÃO!

Segundo registros históricos, é possível que o alemão G. W. Leibnitz tenha sido o primeiro do mundo a escrever um número infinitesimal, porém sua atual forma de notação só apareceu em 1742, através de John Marsh: tendo sido aluno aplicado, ainda lembro da definição apresentada por meu professor da 8ª série ginasial — são números infinitos que tendem ao valor imediatamente superior sem, porém, nunca alcançá-lo.

Perdoe a sinceridade, mas as informações a seguir não são para quem não tem coragem e nem disposição de tomar parte numa batalha até a morte e em defesa da Verdade, podendo tirar o sono ou até mesmo fazer homens desmaiar de terror na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo: prossiga por sua total conta e risco.

Diante dos recentes e notáveis eventos mundiais e pelos obstáculos que minha surdez impõem para tratar pessoalmente do raciocínio que doravante registro nessa publicação, meu objetivo é juntar e analisar informações para, sem garantia alguma de sucesso, aprofundar especulações sobre um dos mais populares e recorrentes “enigmas” de toda a Bíblia:

Aqui é preciso decifrar.
Aquele que tem sabedoria calcule o número da Besta, pois o número representa o nome de um ser humano.
Seu número é seiscentos e sessenta e seis!

(Apocalipse 13:18 – KJA)

NO SEXTO DIA…

Todas as notícias indicam que estamos vivendo AGORA os sinais apontados pelas profecias bíblicas como características da “noite” da criação, ou seja, nos aproximando do fim de toda esta estrutura material conhecida como universo, cujo relato bíblico da criação apresenta essa interessante informação:

E disse Deus:
“Que a terra produza seres vivos segundo suas espécies: rebanhos domésticos, animais selvagens e todos os demais seres viventes da terra, cada um de acordo com sua espécie!”
E assim aconteceu.
Deus fez, portanto, todas as feras selvagens segundo suas espécies,
os rebanhos domésticos conforme suas espécies,
répteis, e todos os demais seres vivos, cada qual de acordo com sua espécie.
E observou Deus que isso era bom.
Então Deus determinou:
“Façamos o ser humano à nossa imagem, de acordo com a nossa semelhança.
Dominem eles sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais e todas as feras da terra, e sobre todos os pequenos seres viventes que se movem rente ao chão!”
Deus, portanto, criou os seres humanos à sua imagem, à imagem de Deus os criou: macho e fêmea os criou.
Deus os abençoou e lhes ordenou:
“Sede férteis e multiplicai-vos!
Povoai e sujeitai toda a terra;
dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todo animal que rasteja sobre a terra!”
E acrescentou Deus:
“Eis que vos dou todas as plantas que nascem por toda a terra e produzem sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes: esse será o vosso alimento!
Também dou a todos os animais da terra, a todas as aves dos céus, a todos os répteis da terra, e a todas as criaturas em que há fôlego de vida, todos os vegetais existentes, como mantimento e sustento!”
E assim aconteceu. Então Deus contemplou toda a sua criação, e eis que tudo era muito bom.
Houve, assim, a tarde e a manhã: esse foi o sexto dia.

(Gênesis 1:24-31 – KJA)

Essa passagem demonstra que, numa contagem por dias, o ser humano pode ser perfeitamente “catalogado” através do número 6, sendo o ponto principal — e final — de toda a criação, ocorrido no sexto dia.
Não pretendo discutir criacionismo, evolucionismo ou muito menos o possível significado de tempo relacionado aos “dias” da criação:

Contudo, amados, há um princípio que não deveis esquecer:
que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia.

(2 Pedro 3:8 – KJA)

Tanto faz se os dias em Gênesis levaram mil anos ou 24 horas: o fato é que todas as chamadas “eras geológicas” aconteceram durante eles e nem chego perto de duvidar que o Senhor Deus, Todo-Poderoso, tenha realizado tudo isto entre o nascer e o pôr do sol.

Então o SENHOR modelou o ser humano do pó da terra, feito argila,
e soprou em suas narinas o fôlego de vida,
e o homem se tornou um ser vivente.

(Gênesis 2:7 – KJA)

O SETE

Apesar dos animais também terem sido criados no sexto dia, não receberam a distinção do fôlego da vida sendo soprado em suas narinas pelo próprio Senhor Deus: essa “característica diferencial” posicionou o ser humano numa condição superior a todos os outros da criação, porém sempre e infinitamente inferior à condição do próprio Criador:

“Assim como os céus são mais altos do que a terra,
também os meus caminhos são mais altos do que os vossos caminhos,
e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.”

(Isaías 55:9 – KJA)

Curiosamente o Senhor Deus também tomou, desde o início, um número para simbolizar a Si próprio e Sua perfeição:

No sétimo dia, Deus já havia terminado a obra que determinara;
nesse dia descansou de todo o trabalho que havia realizado.
Então abençoou Deus o sétimo dia e o santificou,
porquanto nele descansou depois de toda a obra que empreendera na criação.

(Gênesis 2:2-3 – KJA)

Podemos verificar que o número sete normalmente aparece ligado ao Senhor Deus em diversas passagens por toda a Bíblia:

A Sabedoria edificou a sua casa;
ergueu suas sete colunas.

(Provérbios 9:1 – KJA)

O Espírito de Yahweh, o SENHOR, repousará sobre ele,
o Espírito que dá sabedoria1 e entendimento2,
o Espírito que traz conselho3 e poder4,
o Espírito que proporciona o verdadeiro saber5, o amor6 e o temor7 do SENHOR.

(Isaías 11:2 – KJA, enumeração pelo autor)

Ao anjo da igreja em Sardes escreve:
‘Assim declara Aquele que tem os sete espíritos de Deus e as estrelas:
Conheço as tuas obras, que tens fama de estar vivo, mas de fato, estás morto’.

(Apocalipse 3:1 – KJA)

Há outras passagens e fatos que apontam a correlação entre estes números e seus respectivos “donos”, porém tais referências são suficientes para o presente desenvolvimento de raciocínio: quem quiser saber mais sobre o tema busque também pelo curioso livro “Nomes e Números Bíblicos”, de Dan Duke.

OPOSIÇÃO

No livro de Salmos podemos encontrar um relato contendo informações sobre a criação dos seres espirituais que, não por acaso, foi concomitante a dos luminares e estrelas, o que nos permite assumir ter ocorrido no QUARTO DIA, cabendo então a rebelião e a queda entre QUINTO e parte inicial do SEXTO dia: o fato é que, se formos comparar a existência a um jogo de futebol sem que saibamos descrever minuciosamente como entramos em campo, o mais importante é obedecer a parte do regulamento que o dono nos permitiu conhecer para termos a perspectiva de sair vitoriosos ao final do campeonato!

Porquanto, nossa luta não é contra seres humanos,
e sim contra principados e potestades,
contra os dominadores deste sistema mundial em trevas,
contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.

(Efésios 6:12 – KJA)

O adversário tem estratégias, esquemas táticos e vem, sem trocar o time, jogando ardilosamente desde o início do primeiro tempo: além de extremamente sagaz, ele é capaz de aprender novos truques, porém também sabe que não tem como escapar do roteiro que está escrito desde antes de tudo.
A única coisa que pode fazer é confundir, causar sofrimento e tentar antecipar o fim da partida para todos que entram em campo… até para os que jogam em sua própria equipe!

Sede sensatos e vigilantes.
O Diabo, vosso inimigo, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem devorar.
Resisti-lhe, permanecendo firmes na fé,
conscientes de que os irmãos que tendes em todo o mundo estão atravessando os mesmos sofrimentos.

(1 Pedro 5:8-9 – KJA)

Devidamente apresentado aquele que pecou sem ter sido tentado, agora podemos observar como realizou seu primeiríssimo ataque contra aqueles seres estabelecidos pelo Criador como mais importantes até mesmo que os próprios anjos:

A serpente era o mais astuto de todos os animais dos campos, que Yahweh Deus havia feito.
E aconteceu que ela questionou com a mulher:
“Então foi isto mesmo que Deus falou:
‘Vós não podeis comer nenhum dos frutos das árvores do jardim?’
Ao que declarou a mulher à serpente:
“Nós podemos comer dos frutos das árvores do jardim.
Mas do fruto da árvore que está no centro do jardim, Deus disse:
‘Dele não comereis, nele não tocareis, para que não morrais!’”
A serpente então alegou à mulher:

“Com toda a certeza não morrereis!
Ora, Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, vossos olhos se abrirão, e vós, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal!”
Quando a mulher observou que a árvore realmente parecia agradável ao paladar, muito atraente aos olhos e, além de tudo, desejável para dela se obter sagacidade,
tomou do seu fruto, comeu-o e o deu a seu marido, que estava em sua companhia, e ele igualmente comeu.
Então os olhos dos dois se abriram, e perceberam que estavam nus;
em seguida entrelaçaram folhas de figueira e fizeram cintas para cobrir-se.

(Gênesis 3:1-7 – KJA)

MULHER, UM OUTRO SEIS

Repetindo o trecho em destaque sob a perspectiva da presente análise:
— E vós, número 6, serão como o número 7!
Além de provavelmente feminista, esse foi o primeiro ato socialista / comunista de toda a história e, via de regra, teve resultados absolutamente catastróficos, fora a demonstração de que a sedução e persuasão femininas são capazes de, por breves instantes de delícia, conduzir os homens a uma eternidade no inferno!

DE FATO: A DIREITA NÃO TEM QUALQUER VÍNCULO REAL COM DEUS,
MAS AS IDEOLOGIAS VERMELHAS, ASSIM COMO A MENTIRA,
SÃO FILHAS DO PRÓPRIO SATANÁS… DESDE

A PRIMEIRA AÇÃO SOCIALISTA DA HISTÓRIA

Durante a leitura da Bíblia vamos encontrar juízas, rainhas, profetisas… mas não encontramos nem uma “pastora” sequer!
As capacidades físicas e mentais femininas são absolutamente inquestionáveis, porém, assim como os homens não foram criados para gravidez, mulheres não encontram real respaldo nas Escrituras para assumir posições de liderança, principalmente porque “Igreja” nunca deveria ter sido vista como empresa — para, diante das leis de César, ser submetida à ditadura politicamente correta — nem “pastor” como profissão ou, pior ainda, título de status perante a sociedade.

OS SEIS INCONFORMADOS

Evidente desde o primeiro contato, um ponto fraco do ser humano é sua insatisfação por qualquer que seja sua atual condição: se mesmo enquanto habitávamos no paraíso ousamos querer ser como Deus, fica fácil para o inimigo dominar através de ilusões que aparentam bondade, mas apenas revelam uma grande rebelião dos que pensam ser capazes de consertar “erros de Deus”!

Homens querendo ser mulheres; mulheres querendo ser homens; humanos com ânsias zoomórficas… esses são exemplos comuns da rebelião orgânica que vem estabelecendo leis cujo objetivo é considerar criminosos até mesmo os que não tiverem habilidades telepáticas para, por exemplo, saber tratar um corpo evidentemente masculino com pronomes femininos ou, retardo mental absoluto, “neutros”.

Quando se começa a entender que a possessão — sequestro da mente visando controle do corpo — não tem origem única na devoção religiosa voluntária, mas também através de contágio intelectual ou emocional, fica fácil entender a razão dos investimentos astronômicos em exposição e normatização da rebelião sexual: as únicas criaturas verdadeiramente transgêneras ou de “sexo fluído” são os espíritos caídos, inclusive a potestade que reinou em Sodoma, e de algum tempo para cá — se travestindo de entretenimento, cultura, inclusão ou se impondo como lei — voltaram a atuar de forma brutal para dominar o mundo.

MAIS QUE SEIS

Se logo nos primeiros dias o ser humano imaginou ter capacidade para ser como Deus e, por isso, foi lançado na finitude de toda criação material, no decorrer da história veio tentado várias formas de “evolução” que o permitissem confrontar todos os limites estabelecidos pelo Criador, particularmente a morte, cuja derrota exige domínio da dimensão espiritual.
A passagem a seguir é bastante esclarecedora quanto a esse tipo de busca:

Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der,
não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações.
Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha,
nem adivinhador,
nem prognosticador,
nem agoureiro,
nem feiticeiro;
nem encantador,
nem quem consulte a um espírito adivinhador,
nem mágico,
nem quem consulte os mortos;
Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR;
e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti.

(Deuteronômio 18:9-12 – ACF)

O uso do termo “todo aquele” elimina a regularmente perceptível restrição de algumas passagens veterotestamentárias ao povo judaico e o torna aplicável a… TODO AQUELE e qualquer um que pratique tais coisas!
Veja o destino inevitável destas pessoas:

Porém, quanto aos covardes,
os incrédulos,
os depravados,
os assassinos,
os que praticam imoralidade sexual,
os bruxos e ocultistas,
os idólatras
e todos os mentirosos,
a parte que lhes cabe será no lago de fogo, que arde perpetuamente em meio ao enxofre.
Esta é a segunda morte!

(Apocalipse 21:8 – KJA)

A regra é clara e garantida por estas palavras transcritas das Escrituras: quaisquer pessoas que escolham consultar espíritos, praticar feitiçaria (inclusive o Harry Porter), magia (sem exceção para o “imortal” Paulo Coelho), simpatias, idolatria, prostituição ou outras imoralidades sexuais… irão em perfeita harmonia, sem discriminação ou intolerância, todas juntas, felizes e contentes para o mesmo lugar!

ESTRATÉGIAS, TÉCNICAS E MODALIDADES

Em novembro de 2009, época em que esse estudo foi originalmente publicado, estava na moda um desenho animado chamado “Ben 10” — cujo suposto tema principal seria um relógio capaz de transformar um menino em formas alienígenas (que por sua vez não passam de manifestações de demônios no plano físico, ou seja, possessão — e arrumaram uma forma de encaixar a maldita feitiçaria, através da irmão do herói, para seduzir as crianças com seu “poder” e sua perspectiva de “controle”.
Seguindo pelo mesmo caminho estavam “As Aventuras de Jackie Chan”, “Padrinhos Mágicos”, “Naruto” (esse com possessão por demônios sem qualquer disfarce!), “Witch”, “A Feiticeira”, “Os Feiticeiros de Waverly Place”… e a lista continua!

SEDUZIR CRIANÇAS COM FEITIÇARIA TAMBÉM INTEGRA

O EVANGELHO DO DRAGÃO

Sem encerrar a listagem, não podemos deixar de incluir:
as técnicas de meditação e alteração do estado de consciência (yoga);
a manipulação de “pontos de energia” no corpo (acupuntura);
a alteração do estado de consciência através de autossugestão (neurolinguística, hipnose…);
tentativas de sondar o desconhecido ou prognosticar o futuro (astrologia, consulta aos mortos, atenção a falsos profetas…);
desviar a fé para qualquer outra coisa que não seja o Senhor Deus (que é o “grande segredo” do “The Secret”, mas mesma técnica encontrada nas correntes milagrosas, rezas para “anjos” ou utilização de objetos supostamente “sagrados”…);
também não podemos deixar de fora qualquer tipo de falso cristianismo, ou seja, qualquer coisa praticada sem real amparo no contexto das Escrituras.

O conceito de “aperfeiçoamento do ser humano” tem encontrado consumidores e se expandido tão rapidamente que até mesmo as empresas eclesiásticas estão optando por deixar de ser Igreja para, cumprindo a profética apostasia, adotá-lo… algumas inclusive aplicando entusiasticamente modelos de marketing multinível e lições do pragmatismo empresarial!

Apesar da popularidade, TODOS esses tipos de “aperfeiçoamento” não passam de novas embalagens para a mesma e velha oferta inicial realizada, no Éden, pelo inimigo de nossas almas: por melhor que pareçam ser as intenções e os resultados prometidos, este sempre será um tipo de “controle” (ou “poder”) que o Senhor Deus condenará sem piedade.

MENOS QUE SEIS

Em aparente oposição às técnicas místicas de “elevação espiritual”, os “menos que 6” (geralmente evolucionistas) só creem no que podem ver, ignorando o espírito soprado no momento da criação e, para acariciar suas concupiscências, alegam que somos nada além de “macacos evoluídos“.
E, por sermos exatamente como qualquer outro animal, a incontinência sobre os impulsos mais básicos e a saciedade dos “instintos mais primitivos” estaria justificada por ser “natural”.

Alguns podem se escandalizar com as aberrações que mencionei acima e, de fato, toda essa filosofia não passa de uma grande e estúpida mentira.
Porém, a partir do momento em que a sociedade atingiu o ponto de institucionalizar e legislar em prol da negação do princípio humano natural (homem e mulher os criou…), se tornou muito fácil rejeitar as questões espirituais:

Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura;
e não pode entendê-las,
porque elas se discernem espiritualmente.
Mas o que é espiritual discerne bem tudo,
e ele de ninguém é discernido.

(1 Coríntios 2:14-15 – ACF)
O SEIS DESPIDO

Todas as aberrações e práticas abjetas que puderem ser aplicadas a um corpo humano não só se tornarão mais comuns a cada dia, mas também contarão com apoio governamental e legislativo para, se possível, até punir e impedir pais de instruir e corrigir seus próprios filhos… particularmente se de acordo com a fé cristã!

A cautelosa observação dos discursos dos “menos que 6” nos permite perceber que, apesar dos apelos à simplicidade e à liberdade, seus argumentos não se sustentam ao ser, com o mínimo de discernimento, confrontados com a Bíblia.
Vejamos, por exemplo a perspectiva nudista ou, pelo novo termo, naturista:

A proposta naturista traz a ideia de que se considerarmos o corpo humano algo plenamente natural e digno de ser exposto, conseguiremos dissipar aquelas fantasias que construímos em torno do que está oculto, que atiça os impulsos carnais e desenvolve a sensualidade.
O naturismo defende a nudez como algo natural, enquanto que a indústria do erotismo e da pornografia usam a nudez no intuito de potencializar a sensualidade, transformando o sexo em bem de consumo.

“Ser Naturista”, por Aguinaldo da Silva em Naturismo Cristão

O Ocidente, mesmo ateu, é de cultura cristã. E este cristianismo está impregnado de antigas (e antiquadas) tradições. Tais tradições costumam associar a Divindade aos lugares de culto sagrado, aos templos. Tudo o que diz respeito ao Alto deve ser consagrado a uma igreja, um templo ou uma sinagoga. Não se pode, por isso, nem sequer imaginar um ofício religioso, nesses lugares sagrados, celebrado diante de uma assembleia de devotos e compenetrados nudistas! Menos ainda celebrado por um mandatário nudista!

(…)

Os primeiros cristãos representavam o Cristo com os traços de um Apolo Nu! Tais representações (pinturas, esculturas e mosaicos) nada equivocadas, muito bem conservadas, existem até hoje. Era costume representar o Cristo sendo batizado nu, assim como nu estava o Cristo na cruz! Naquela época os fiéis eram batizados nus, para significar o que a nudez trazia consigo: a pureza da verdade. O nu e o sagrado andavam juntos.

(…)

O ser humano nu, na sua verdade esplêndida, é a imagem mais sagrada de Deus no universo!

“O Nu e O Sagrado”, Claude-Gerard Sarrazin

Ora, se os verdadeiros primeiros cristãos tinham de viver ocultos porque, caso descobertos, eram sumariamente jogados aos leões, esses “cristãos” aos quais foi dada a oportunidade de expressão artística e citados no trecho acima só podem ser os nobres e palacianos que, quando o “cristianismo” foi imposto como religião oficial por Constantino, foram responsáveis por sua deturpação através do sincretismo com a religião pagã romana.
Tais esculturas e pinturas podem ter inestimável valor histórico e cultural para a humanidade, mas numa perspectiva puramente baseada nas Escrituras não passam de inúteis e condenáveis ídolos mortos.
Vejamos o que as Escrituras têm a dizer sobre a descoberta da nudez:

ENTRE HUMANOS, ANTES DO PECADO

E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher;
e não se envergonhavam.

(Gênesis 2:25 – ACF)

ENTRE HUMANOS, IMEDIATAMENTE APÓS O PECADO

E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento;
tomou do seu fruto, e comeu,
e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.
Então foram abertos os olhos de ambos,
e conheceram que estavam nus;
e coseram folhas de figueira,
e fizeram para si aventais.

(Gênesis 3:6-7 – ACF)

ENTRE DEUS E HUMANOS, APÓS O PECADO

E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.

(Gênesis 3:21 – ACF)

Assim como a nudez não pode ser diretamente responsabilizada pela entrada do pecado no mundo, uma vez que apenas foi causa imediata de vergonha após o surgimento da consciência entre bem e mal, fica óbvio que NUNCA SERÁ ATRAVÉS DELA QUE O SER HUMANO CONSEGUIRÁ RESTAURAR SUA PUREZA ORIGINAL!

As túnicas de pele obtidas pelo Criador através do sacrifício de animais foram apenas uma solução paliativa e ineficaz, confirmando que a suposta “inocência da nudez”, apesar de largamente apregoada por devassos e naturistas, não passa da mais completa e pura rebelião contra o Senhor Deus.
Só quando o próprio 7 se reduziu a 6 e permitiu ser sacrificado que surgiu a única perspectiva genuína de pleno restabelecimento da condição humana à forma pré-queda.

No princípio era o Verbo,
e o Verbo estava com Deus,
e o Verbo era Deus.
(…)
E o Verbo se fez carne,
e habitou entre nós,
e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai,
cheio de graça e de verdade.
(…)
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo,
não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
Quem crê nele não é condenado;
mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.

(João 1:1 e 14 / 3:17-18 – ACF)

Em MOMENTO ALGUM as Escrituras apoiam ou apresentam a nudez como algo desejável, abençoado, sagrado ou honrado: os que a promovem, na realidade, apenas trabalham para dessensibilizar a humanidade do que é vergonhoso e, impondo a plena aceitação antropocêntrica, permitir a abertura de portas para práticas cada vez mais abjetas.

E acrescentou:
“Pois é necessário que o Filho do homem passe por muitos sofrimentos e venha a ser rejeitado pelos líderes religiosos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos mestres da lei;
seja assassinado e, ao terceiro dia, ressuscite”.
E Jesus proclamava às multidões:
Se alguém deseja seguir-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz dia após dia, e caminhe após mim“.

(Lucas 9:22-23 – KJA)
O PLANO DE SEIS ETAPAS

Muitas obras, supostamente “culturais”, são lançadas — e destacadas pela mídia como “revolucionárias” ou “libertadoras” — na mais evidente intenção de influenciar mentes incautas através dos hormônios que podem afluir diante de temas poligâmicos, homossexuais, incestuosos, pedófilos, zoófilos, necrófilos, pansexuais…

Chega a ser absurda a perfeição com que o Plano de Seis Etapas é constantemente aplicado e entristece saber que tão poucos tenham capacidade para identificá-lo.
Seu roteiro segue, basicamente, os seguintes passos:

  1. Alguma prática tão ofensiva que nem deveria ser discutida em público é defendida por um especialista RESPEITADO em um foro RESPEITÁVEL;
  2. A princípio, o público fica chocado, depois indignado;
  3. No entanto, o SIMPLES FATO que tal coisa tenha sido debatida publicamente torna-se o ASSUNTO do debate;
  4. No processo, a repetição prolongada do assunto chocante em discussão gradualmente vai anulando seu efeito;
  5. As pessoas não ficam mais chocadas com o assunto;
  6. Não mais indignadas, as pessoas começam a debater posições para moderar o extremo, ou aceitam a premissa, procurando os modos de ATINGÍ-LA.
Nu, logo dirá ser “mulher em corpo de homem” para,
com amparo legal, se trancar no banheiro com as meninas…

A ilusão de evolução também se apresenta através da progressivamente medíocre produção musical e até do vestuário feminino, com roupas expondo cada vez mais partes do corpo que só deveriam ser reveladas durante a nudez.
Na realidade, não existe real necessidade para tamanha exposição.

AS RAÍZES DE SEIS

Todas as ações para bestializar o ser humano tem sido bem sucedidas em seu propósito de enfraquecer e, posteriormente, eliminar a resistência que só é encontrada na mais básica organização estabelecida por Deus e a legítima “raiz do seis”, também chamada família!

Mesmo não podendo ser considerada uma obra realista, qualquer pessoa que tiver lido (particularmente o segundo volume de) “Esse Mundo Tenebroso” tem capacidade de vislumbrar que manobras legislativas que ameaçam privar os pais de seus direitos sobre a plena educação dos filhos caso não sigam a cartilha politicamente correta são apenas ondas na superfície: nas profundezas da rebelião há muito poder envolvido, sendo dinheiro o mais fraco e óbvio…
Mesmo que considere essa informação “conspiracionista”, assista ao vídeo a seguir e responda: o que uma empresa fabricante de comida poderia ter contra a essência da família?

Aparentemente apenas um belo comercial no qual uma inteligente, simpática e sorridente garotinha vai apresentando falácias que se opõem sutilmente ao sentido real e bíblico da família: se um grupo de crianças é “família” por ter a mesma idade e se um grupo de pessoas é “família” por trabalhar em um mesmo local… basta seguir na mesma linha de raciocínio para formar, por exemplo, belas “famílias” de pedófilos, pois todos gostam de fazer sexo com crianças?!?
Daí então teremos “famílias” de psicopatas, sodomitas, zoófilos… e assim por diante?
Independentemente de quaisquer possíveis conflitos, a principal definição de família é dada através dos laços de sangue e foi justamente por isso, para possibilitar e concretizar o ingresso de qualquer pessoa na família de Deus, que o Senhor Jesus Cristo

Portanto, lembrai-vos de que, anteriormente, éreis gentios por natureza,
chamados Incircuncisão pelos que se chamam Circuncisão, feita no corpo por mãos humanas;
estáveis naquela época sem Cristo,
separados da comunidade de Israel,
estranhos às alianças da Promessa,
sem esperança e sem Deus no mundo.
Todavia, agora, em Cristo Jesus, vós que antes estáveis distantes, fostes aproximados mediante o sangue de Cristo.
(…)
Portanto, não sois mais estrangeiros, nem imigrantes;
pelo contrário,
sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus.

(Efésios 2:11-13 / 19 – KJA)

A propósito e sem a menor intenção de ficar detido nesse assunto: mesmo não havendo respaldo nas Escrituras — não foi soprado o fôlego da vida em suas narinas, não podem compreender o Evangelho e sequer têm discernimento da nudez — para serem considerados como família, vamos tratar bem dos animais.

Não se vendem dois pardais por uma moedinha de cobre?
Mesmo assim, nenhum deles cairá sobre a terra sem a permissão de vosso Pai.
(…)
O justo zela com carinho dos seus rebanhos,
mas até as atitudes mais amáveis dos ímpios são cruéis.

(Mateus 10:29 / Provérbios 12:10 – KJA)

Não vou mencionar aqui cada uma das muitas formas elaboradas pelos ímpios para descaracterizar a estrutura familiar conforme as especificações inicialmente estabelecidas por Deus, mas essa destruição vem junto com a do sistema educacional.
Olavo de Carvalho analisou um pronunciamento do MEC e Júlio Severo mostrou como a expansão de tais aberrações será garantida pelo governo: mesmo não desejando expor seu filho a um sistema educacional satânico, simplesmente estamos sendo obrigado, por força de leis e ameaça de penas, a entregá-lo nas mãos do “sistema” assim que completa quatro anos de idade!

│SEIS│

Desde antes da era da Graça, o fato de não haver punição instantânea e severa pelas aberrações cometidas permitiu que a humanidade imaginasse uma inversão de papéis, onde ela seria a criadora d’O Senhor Deus e de todos os outros deuses.
Isso removeu temor e respeito, permitindo assumir “poder de decisão” para não apenas adequar o mundo às maiores concupiscências, mas para obrigar quaisquer divergentes a se submeter, mesmo que através de severas penalidades (e, brevemente, até da morte), em nome de coisas como inclusão e harmonia.

Digo, porém:
Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.
Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne;
e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.
Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
Porque as obras da carne são manifestas, as quais são:
Adultério,
Fornicação,
Impureza,
Lascívia,
Idolatria,
Feitiçaria,
Inimizades,
Porfias,
Emulações,
Iras,
Pelejas,
Dissensões,
Heresias,
Invejas,
Homicídios,
Bebedices,
Glutonarias, e coisas semelhantes a estas,
acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que
os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.

(Gálatas 5:16-21 – ACF)

É interessante que, numa única lista de reprovações, figuram juntas tanto as práticas daqueles que se esforçam para ser “mais que seis” (estudos místicos) quanto as ações despojadas dos que tentam encontrar “liberdade” sendo “menos que 6” (bestialização).

Na realidade, ambas as correntes — “mais que 6” e “menos que 6” — servem igual e perfeitamente àquele que as plantou desde a queda do homem, pois o ápice de suas técnicas, rituais e procedimentos sempre favorece às entidades caídas — seja pela adoração prestada, seja pela alteração do estado natural da consciência humana (canal para controle do corpo, também conhecido como possessão).
Não é surpresa que, justamente por essa antiguidade, muitos as tenham adotado como “herança cultural”, “expressão artística” ou qualquer outro vínculo que os torne completamente cegos a seu respeito: cada um desses muitos detalhes aparentemente desconexos são fios que, juntos, formam a trama do tempo do fim, cujos vislumbres nos são apresentados através das Escrituras.

ESPÍRITOS NÃO MORREM COMO HUMANOS:
O MESMO QUE INSPIROU O PRIMEIRO, HABITARÁ O ÚLTIMO!

O REI DA QUEDA

Todas as formas de aberração — que vêm surgindo em cada vez maior quantidade e velocidade — têm como objetivo principal o adestramento da sociedade para que aceite passivamente o reestabelecimento da religião babilônica original, a única e oficializada no brevemente vindouro reinado do anticristo: o primeiro e o último desse sistema… o seis que se afirmará sete!

SEQUÊNCIA DE SEIS

Finalmente voltaremos a falar sobre as dízimas periódicas ou, mais exatamente, nos números infinitesimais: considere, por favor, todo o raciocínio desenvolvido até aqui como uma preparação para o conceito que, apenas como uma elucubração, passo a apresentar daqui para frente.
Continuem exercitando sua paciência…

Tendo por base as Escrituras, sabemos que o evidente desejo humano (6) de ser Deus (7) desde logo após sua criação foi responsável por sua queda e sujeição inevitável — com duas exceções ao longo de toda história — à morte.
Tal penalidade, ao contrário de arrefecer, parece ter estimulado sua busca profana por formas de alcançar paridade com o Criador e até mesmo, se possível, haja vista Babel, de confrontá-lO ou realizar vingança contra Ele.

EVOLUÇÃO

A despeito do grande desenvolvimento realizado nas mais diversas áreas, existe um limite insuperável porque o máximo que um 6 pode oferecer está limitado ao próprio 6!
O único que tem poder para verdadeiramente acrescentar algo ao 6 é o 7, principalmente por ter sido Ele quem o criou — à sua imagem e semelhança, mas com as limitações de um reflexo — e é o único que sabe absolutamente todos os seus segredos!

Um ótimo exemplo dessas limitações é a medicina, que vem avançando através de milênios e ainda assim — mesmo contando com todos os avanços tecnológicos — não tem capacidade de estender a duração da vida por tempo ilimitado ou, muito menos, criar novos seres humanos apenas a partir dos produtos químicos e materiais genéticos que aprendeu a extrair e estudar.
Nunca negando a maravilhosa utilidade das próteses (pois sou usuário de auditivas) e a despeito de seu espetacular aperfeiçoamento funcional e ergonômico, ainda assim devemos reconhecer que estamos introduzindo plásticos, metais, silicone, baterias contendo venenosos metais pesados… tudo em corpos que originalmente são capazes de funcionar apenas com água, alimentos e respiração.

ENTES HUMANOS ARMAZENÁVEIS, DUPLICÁVEIS E TRANSMISSÍVEIS COMO SOFTWARE;
CORPOS DESCARTÁVEIS E INTERCAMBIÁVEIS… A TECNO-FICÇÃO ACENA: “SEREIS COMO DEUS”

Até mesmo os magníficos transplantes estão limitados às reposições estéticas e aos órgãos com funções mecânicas… não podemos transportar o cérebro, sede da alma, de um corpo com má-formação congênita para um perfeito, fabricado em laboratório e ouso dizer que — ao contrário das empolgantes promessas apresentadas pela ficção tecnológica — NUNCA CONSEGUIREMOS: o puro e simples 6 nunca terá condições para ir quaisquer infinitesimais além das limitações estabelecidas pelo 7!

Igualmente as tecnologias informáticas — que podem nos surpreender com a estupenda velocidade de seus cálculos matemáticos realizados através de um ou mais processadores — nos apresentam uma realidade virtual cada vez mais próxima do mundo real e se esforça para criar inteligências artificiais capazes de emular, superar e até mesmo ler os pensamentos humanos… porém o puro e simples 6 nunca terá condições para ir quaisquer infinitesimais além das limitações estabelecidas pelo 7!

Tudo que for pertinente ao 6 só tem a perspectiva de ser aprimorado até o 6 — porque o 7 é inatingível — e está destinado ao fim: tudo que não é 7, não se relaciona nem foi estabelecido por Ele tem por destino… perecer.
Sem dúvida, essa é a consequência da queda, ocorrida no momento em que 6 achou que poderia ser 7 através da desobediência.

Então — sabendo que não podemos somar, fundir ou multiplicar duas vidas em uma — ao compreendermos que o limite do aperfeiçoamento de 6 é o próprio 6, podemos imaginar que uma forma de vida baseada em carbono extremamente evoluída e ocupada por algum espírito poderia ser representada pelo seu próprio número, 6, seguido pelo seu grau de “evolução”, por exemplo: 6.6 ou 6,6.

REFERÊNCIAS BÍBLICAS
SALOMÃO

Pesquisando atentamente nas Escrituras, vamos encontrar evidências de alguém que, mesmo no período veterotestamentário, foi aperfeiçoado:

Deus concedeu a Salomão generosa porção de sabedoria e entendimento;
uma capacidade de discernimento muito além do normal,
e conhecimentos tão abrangentes e profundos que não podiam ser medidos.
A sabedoria divina outorgada a Salomão era maior do que a de todos os homens do Oriente,
e maior do que toda a sabedoria do Egito.
Salomão era mais sábio do que qualquer ser humano,
mais do que o ezraíta Etã;
mais sábio que Hemã, Calcol e Darda, filhos de Maol.
Sua fama espalhou-se por todas as nações em redor.

(1 Reis 4:29-31 – KJA)

Fica bastante evidente que especificamente esse 6, Salomão, foi “evoluído” pelo próprio 7 e, curiosamente tamanha sabedoria acabo nos fornecendo uma passagem extremamente curiosa:

E o peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro.

(1 Reis 10:14 = 2 Crônicas 9:13 – ACF)

Fiquei atônito diante do explícito vínculo entre 666 e número a um 6 ao qual 7 concedeu evolução, mesmo que limitada a sua área cognitiva.
Tal limitação fica evidente porque, a despeito da tamanha inteligência, Salomão continuou sendo apenas um ser humano e, como todo 6, falho: misturando vaidade e testosterona, seu pior erro parece ter sido causado pelo convencimento de que, por si próprio, saberia resolver qualquer situação, inclusive crendo que poderia desobedecer um conceito estabelecido desde Deuteronômio 7:1-4 sem ser penalizado:

Além da filha de Faraó, o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras:
moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e heteias,
todas pertencentes às nações sobre as quais o SENHOR ordenara expressamente aos filhos de Israel:
“Vós não entrareis em contato com eles e eles não entrarão em contato convosco;
pois, certamente, no dia em que isto ocorrer desviarão o vosso coração para seguir os seus deuses e divindades!
Contudo, Salomão apaixonou-se por elas e as tomou por esposas.
Ele teve setecentas esposas, princesas, e trezentas concubinas;
e suas mulheres o levaram a afastar seu coração do caminho de Deus.
E à medida que Salomão ia se tornando idoso, suas mulheres o influenciaram decisivamente a seguir seus deuses e divindades,
e o coração de Salomão já não era totalmente dedicado a Yahweh, o SENHOR, o seu Deus, como fora o coração do seu pai Davi.
Então Salomão deixou-se seduzir e seguiu a Ashtoret, Astarote, deusa dos sidônios, e a Moleh, Moloque, o abominável e repugnante deus dos amonitas.
Assim, Salomão praticou o que era mau perante o SENHOR e não procurou seguir as orientações de Deus de todo o coração, como procedeu Davi, seu pai.
Nessa época, Salomão construiu um altar em homenagem a Kemosh, Camos, o odioso e nefasto deus dos moabitas, sobre o monte ao lado de Jerusalém, e a Moloque, abominação dos amonitas.
Fez o mesmo para todas as suas mulheres estrangeiras, que ofereciam incenso e sacrifícios aos seus deuses e divindades.
Então Yahweh se indignou contra as atitudes de Salomão, porquanto o seu coração se desviara do SENHOR Deus de Israel, que lhe aparecera e advertira duas vezes, e lhe ordenara terminantemente que não cultuasse e seguisse a qualquer outra divindade.
Salomão, contudo, acabou não obedecendo ao que o SENHOR lhe havia mandado.
E, por isso, o SENHOR sentenciou a Salomão, determinando:
“Considerando que este é o teu coração e a tua atitude, visto que não guardaste a minha aliança e os meus decretos que te ordenei,
certamente tirarei de ti este reino e o darei a teu servo”.

(1 Reis 11:1-11 – KJA)

O comentário inicial é sobre a surpreendente similaridade entre o primeiro destaque (sublinhado) e Gênesis 2:16-17 : poderíamos ilustrar perfeitamente ambas os episódios através de um desenho onde o rei sobe no alto de uma montanha e de lá, gloriosamente, ordena seu filho a tomar posse de tudo que existe até onde sua vista pode alcançar, menos de uma pequena área que contém fogo e veneno da qual nem deve se aproximar!
A despeito dos enfáticos avisos “no dia em que fizer isso certamente acontecerá tal catástrofe”, a proibição parece ser justamente o que o 6 mais precisa confrontar: foi o fim do paraíso, foi a derrocada de Israel.

Salomão — intelectual e ansioso por agradar suas mulheres — foi seduzido e pervertido pela CULTURA de cada uma delas, terminando por servir a outros deuses: exatamente o que pessoas com Rick Warren têm proposto e realizado com as empresas eclesiásticas ao transformar o culto, cujo único propósito deveria ser reverenciar ao Senhor Deus, em ocasião para agradar o monturo de joio que chama de “buscadores” ou “público”.
O descolamento entre a Igreja de Jesus Cristo e as instituições eclesiásticas é característica da APOSTASIA, período profetizado como antecessor da revelação final… do 6 que se imporá como 7:

Ninguém de maneira alguma vos engane;
porque não será assim sem que antes venha a apostasia,
e se manifeste o homem do pecado,
o filho da perdição,
O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora;
de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.

(2 Tessalonicenses 2:3-4 – ACF)

RICK WARREN,
TALVEZ O MAIS NOTÁVEL “SALOMÃO DA GRAÇA”

UMA IGREJA COM PROPÓSITOS

ADONICÃO

O número seiscentos e sessenta e seis volta a aparecer em outra passagem relativa a (o até então desconhecido para mim) Adonicão:

Os filhos de Adonicão, seiscentos e sessenta e seis.

(Esdras 2:13 – ACF)

O que era uma busca despretensiosa acabou revelando o que poderia ser considerado como controvérsia ou incorreção nas Escrituras, pois o número de filhos de Adonicão sofre uma ligeira alteração ao ser novamente apresentado:

Os filhos de Adonicão, seiscentos e sessenta e sete.

(Neemias 7:18 – ACF)

Poderia a Palavra de Deus estar errada ou… lembram do conceito dos números infinitesimais que falei no início deste tópico? Seria esta uma forma de arredondamento para o decimal imediatamente superior, ou seja, de 6,66(666…) para 6,67?

Maior precisão, mais casas decimais: pode ser bobagem, mas o apóstolo João mandou calcular

Estaria esse número sendo relacionado a algo diferente do que realmente o número de filhos de Adonicão?
Seria este algum tipo de dízima periódica registrada, muito antes de seu reconhecimento histórico, por uma “calculadora” de baixíssima precisão?

Descobri também que o nome de Adonicão só é citado apenas mais uma vez — em Esdras 8, novamenteligado a um múltiplo de 6 e para não mais aparecer — nas Escrituras e, curioso, ao pesquisar o significado desse nome hebraico encontrei quatro possibilidades:
1. Meu Senhor ressuscitou;
2. Meu Deus me levantou;
3. Senhor dos inimigos;
4. Homem de rebelião.

Levando em conta que o Verbo ainda não havia se feito carne nesse período, decidi desconsiderar a primeira opção e levar em conta apenas as três últimas. Enquanto a opção “meu Deus me levantou” poderia significar que o nome de Adonicão poderia ser uma referência às bênçãos recebidas por Salomão, as outras duas revelariam fácil e claramente demais a correlação entre o inimigo e o número “6”.

Sem pretensão e por pura curiosidade, pude reparar que, comparando entre as listas de Esdras e Neemias, há muitas outras discrepâncias nessa contagem de descendentes: não creio que o cálculo dessas diferenças possa alterar a essência da mensagem de salvação, porém não duvido de que ali possam estar equações com potencial para revelar algo… o fato é que, para o presente estudo, o cálculo de outros números não vêm ao caso.
Continuei pesquisando sobre o seiscentos e sessenta e seis e encontrei sua última, clássica e mais conhecida aparição:

A BESTA

Aqui há sabedoria.
Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta;
porque é o número de um homem,
e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

(Apocalipse 13:18 – ACF)
Uma outra tradução para essa palavra seria “decidir pelo voto“,
mas ninguém vota em números mesmo, certo?

Essa passagem é um verdadeiro desafio do apóstolo João à humanidade, mais especificamente “àquele que tem entendimento”!
Tudo indica que a resposta está indubitavelmente relacionada à contagem (ou computo) pela matemática, senão o termo utilizado não seria “calcule” (ψηφισατω), mas qualquer outra coisa como “descubra” (ανακαλύψτε), “desvende” (ξετυλίξτε) ou “busque” (πάρε)…

Recapitulando:
A primeira aparição do “666” nas Escrituras foi relacionada ao tributo em talentos de ouro entregues a um homem tão aperfeiçoado que acabou se rebelando contra as ordens de Deus;
A segunda se referia ao número — inexato: contraditório ou infinitesimal? — de filhos do “homem de rebelião” ou “senhor dos inimigos”;
E, por fim, na terceira, se personifica — numa provável imitação do Verbo que se fez carne — e passível de ser revelado através de cálculo, computação ou eleição!

Levando tudo isso em conta, ouso afirmar que tal sequência de números provavelmente seja a representação de um “humano aperfeiçoado”, que excederá todos os parâmetros vistos até sua época e chegará ao ponto de ser considerado o próprio Deus na terra.
O mais espetacular “6” que já existiu, o 6,666… que tende ao — e quererá ser reconhecido como o —próprio 7!

Ora, o aparecimento desse anticristo é de acordo com a ação de Satanás,
com todo o poder,
com sinais e com maravilhas ilusórias,
e com todas as artimanhas e engano provenientes da injustiça para os que estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar.

(2 Tessalonicenses 2:9-10 – KJA)

OS TRÊS 6

Mas se estamos lidando com a citação de um número decimal, por que as Escrituras se limitaram a apenas uma sequência de três números 6?
Ora, devemos levar em conta que o ser humano é basicamente composto pelo “trio” corpo, alma e espírito, de modo que essa seria uma referência realista a uma criatura aperfeiçoada ao máximo.

Provavelmente seu corpo será geneticamente modificado e isso está se tornando banal: se até pouco tempo atrás o ato de consumir alimentos transgênicos era suficiente para causar pavor, agora — após a imposição de uma pandemia — muitas pessoas, de todos os lugares e classes sociais, estão implorando para ser injetadas com um produto experimental que altera sua genética para replicar, enquanto viverem, partes de um vírus através de seu próprio organismo!
Então, além de ser capaz de provar toda a sua genealogia, esse possível transumano apresentará aperfeiçoamentos tecnogenéticos que até mesmo o permitirão realizar feitos sobre-humanos — força e sentidos aumentados, agilidade, beleza… — tornando-se em um perfeito recipiente, capaz de conter toda a extensão do poder daquilo que realmente se tornará: assim como o Espírito Santo habita todo aquele que crê em Cristo, esse indivíduo será a habitação do próprio Satanás.

BATISMO CONVINCENTE

Na tradição cristã, o batismo simboliza — ainda mais teatralmente para os adeptos da modalidade por submersão, que remete ao sepultamento — morte para o mundo e para os pecados seguida de ressurreição para uma nova vida em Cristo.

De modo semelhante, vejo possibilidade de que a passagem a seguir seja uma forma de “batismo” satânico, ocasião onde o espírito humano cederá em definitivo o controle de seu organismo aperfeiçoado — uma dentre as sete cabeças da Besta que emergiu do mar — a Satanás:

Notei que uma das cabeças da Besta parecia ter sofrido um golpe mortal, contudo, tal ferimento de morte foi curado.
E toda a humanidade ficou maravilhada e seguiu a Besta.
Passaram a adorar o Dragão, o qual tinha transferido autoridade à Besta, então todos também começaram a adorar a Besta, exclamando:
“Quem é semelhante à Besta?
Quem pode guerrear contra ela?”

(Apocalipse 13:3-4 – KJA)

De fato, esse violento atentado — realizado especificamente com arma perfurante — determina o momento em que toda a humanidade se convencerá e passará a adorar a Besta, porém, a despeito do dramático espetáculo (provavelmente exibido e comandado pela mídia), em momento algum as Escrituras afirmam categoricamente, a despeito da gravidade do ferimento, que esta cabeça realmente passará pela morte:

Vi ainda emergir da terra outra Besta com dois chifres semelhantes aos de um cordeiro,
e ela se expressava como o Dragão.
Também exercia a mesma autoridade da primeira Besta, em nome dela,
e obrigava a terra e seus habitantes a adorarem a primeira Besta, cujo ferimento mortal tinha sido curado.
Ela realizava grandes sinais à vista da humanidade,
de maneira que fazia até descer fogo do céu para a terra;
e, por intermédio dos sinais que lhe fora permitido realizar em nome da primeira Besta, enganou os habitantes da terra e ordenou-lhes que edificassem uma imagem em honra à Besta que fora ferida de morte pela espada, contudo sobrevivera.

(Apocalipse 13:11-14 – KJA)

Aqui temos uma versão revisada e atualizada de um texto que publiquei originalmente em 10 de novembro de 2009, época em que só conseguia vislumbrar a multidão iludida — que facilmente se renderia louvando o anticristo mediante qualquer mover sobrenatural — dentre os “oleólatras” e “montanhólatras” (aos quais basta ver mato pegando fogo para dizer ser Deus) da legião de energúmenos.

O demônio faz um relatório de missão, acende uns foguinhos
e o povo tonto se encanta: Sinhô! Sinhô!

O ecumenismo avançou em passos largos e atualmente nada impede que todas as religiões se unam em torno de um objetivo comum, além de social e politicamente correto.

Agora, vendo a multidão — idiotizada pelo medo da morte por um vírus — não só aceitando se injetar com “imunizantes” (alguns que até alteram a genética, porém nenhum que promova real imunidade), mas também clamando pela imposição desse processo sem eficácia comprovada a todos os seres humanos, sem exceção… tenho certeza de que tudo isso serviu principalmente para deixar a humanidade mais do que no ponto certo para o cumprimento profético:

TODA A TERRA ficará maravilhada com os sinais que estão vindo por aí, assim como TODA A TERRA — inclusive grande parte dos que se afirmam cristãos, mas atualmente estão por aí apenas blasfemando o caminho da Verdade… por nunca terem verdadeiramente recebido seu amor — também adorará o Dragão e a Besta!

O FUTURO NUNCA FOI COMO ERA ANTIGAMENTE…

Quando fui apresentado à corrente teológica chamada “preterismo” ou “pós-milenarismo”, apesar de achar sua proposta extremamente agradável, tive que dar um pulo para trás quando parecem desconhecer ou deliberadamente ignorar que, por várias vezes, o Senhor Deus usou de tipos:
Moisés e José foram “tipos” preparatórios para o verdadeiro e único Senhor Jesus Cristo.
O Tabernáculo foi um “tipo” preparatório para o Templo que, na verdade, foi um “tipo” preparatório para o corpo do cristão sendo habitado pelo Espírito Santo.

Quando afirmam que a grande maioria das profecias, senão todas, foram cumpridas na destruição de Jerusalém (em 70d.C.), estão simplesmente “acochambrando” e deixando de observar a exatidão exigida para o verdadeiro cumprimento profético: de fato, César — assim como Hitler mais tarde — até pode ter sido um “tipo” de anticristo, mas passou longe de cumprir a recuperação da ferida de morte ou da quase divina atribuição de dar espírito à imagem da besta…

Tenho alguns amigos simpáticos a essa corrente, mas já identifiquei legítimos servos de Satanás professando tais enganos, fundando empresas eclesiásticas onde o que deveria ser pregação do Evangelho foi entremeado com batalhas pela ecologia, exposição de ideologias promovidas pela ONU, fora o grande (e absolutamente hipócrita) esforço para “garantir o futuro” desta estrutura material — terra, mar e céus — onde atualmente habitamos, como se os apóstolos Pedro e João não passassem de grandes loucos mentirosos e Deus, longe de Seu pleno poder, não tivesse condições de cumprir o que inspirou ambos a registrar:

O Senhor não se atrasa em cumprir a sua promessa, como julgam alguns.
Pelo contrário, Ele é extremamente paciente para convosco e não quer que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.
Entretanto, o Dia do Senhor virá como ladrão,
no qual os céus desaparecerão ao som de um terrível estrondo,
e os elementos se desintegrarão pela ação do calor.
A terra e toda obra nela existente serão expostas ao fogo.

(2 Pedro 3:9-10 – KJA)

Vi, quando Ele abriu o sexto selo.
Então, aconteceu um enorme terremoto.
O sol ficou escurecido como coberto com roupa de luto,
e toda a lua se tornou vermelha como se estivesse ensanguentada;
e as estrelas do firmamento caíram sobre a terra, como figos verdes derrubados da figueira por um terrível vendaval.
E, assim, o céu foi recolhido como um pergaminho quando se enrola.
Então, todas as montanhas e ilhas foram removidas de seus lugares.
E aconteceu que os reis da terra, os príncipes, os generais, os ricos, os poderosos;
todos enfim, escravos e livres, buscaram refugiar-se em cavernas e entre as rochas das montanhas.
Então, passaram a berrar para as montanhas e rochedos:
“Caiam sobre nós e ocultem-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro,
porquanto, eis que é chegado o grande Dia da ira deles;
e quem poderá sobreviver?”.
(…)
Então vi novo céu e nova terra,

pois o primeiro céu e a primeira terra haviam passado;
e o mar já não mais existia.

(Apocalipse 6:12-17 / 21:1 – KJA)

A ação do calor sobre os elementos, por exemplo, é tão específica quanto o ferimento mortal por espada (citado anteriormente) para que se tratem apenas de figuras de linguagem.
A pretensão de alegar que todas essas coisas já ocorreram equivale a dizer que a Bíblia é mero livro histórico e sem poder: se atualmente nem Hollywood com Disney e seus parques temáticos, em toda a sua exuberância tecnológica, seriam capazes de emular eventos desta magnitude no mundo real — talvez só a NAZA, digo, NASA esteja quase pronta para fazer descer fogo do céu diante de nós… — quanto mais no ano 70d.C.!

Depois de tanta pesquisa, acabei descobrindo que muitos pregadores e teólogos de renome também foram pós-milenistas, entre eles, Agostinho, Calvino, os Puritanos, Jonathan Edwards, John Owen, Charles Spurgeon… e, por mais que defenda com firmeza os “5 Solas”, não tenho como estar em concordância com alguém, famoso ou anônimo, contra quem o apóstolo Paulo registrou um alerta:

Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele,
Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis,
quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.
Ninguém de maneira alguma vos engane;
porque não será assim sem que antes venha a apostasia,
e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição.

(2 Tessalonicenses 2:1-3 – ACF)
SABER É PODER? NEM SEMPRE…

O fato da Bíblia ter sido escrita no passado para revelar importantes eventos futuros não significa que basta conhecer a trama: sem o discernimento que apenas o Espírito Santo dá, mesmo os que não são analfabetos funcionais (e por mais inteligentes que sejam), simplesmente não conseguirão alcançar o pleno entendimento do que está sendo apresentado.

A escatologia então, por sua grandiosidade cataclísmica, é particularmente desacreditada de diversas formas: a mais amena é a dos científicos naturalistas, que têm dificuldades para crer na gigantesca ruptura da atual realidade cotidiana e, sabendo que há algumas partes de linguagem simbólica inclusas na profecia, simplesmente tomam tudo como expressão figurativa para pregar profecias atenuadas…
Dentro do Conjunto Verdade não chegam a ser heresias e, sinceramente, torço para que estejam certos, mas espero que, caso errados, não blasfemem ou rejeitem a fé por pensar que Deus os tenha abandonado.

Porquanto haverá nessa época grande tribulação, como jamais aconteceu desde o início do mundo até agora, nem nunca mais haverá.
E, se aqueles dias não tivessem sido abreviados, nenhuma carne seria salva.
Mas, por causa dos eleitos, aquele tempo será encurtado.

(Mateus 24:21-22 – KJA)

Até os que torcem o nariz e se desfazem do tema dizendo ser nada mais que “teoria da conspiração”, já ouviram falar do Anticristo: algumas pessoas inclusive imaginam ter capacidade para lidar com os eventos apocalípticos como se fossem fases em mais um jogo de videogame ou RPG.
O famoso Arnold Schwarzenegger, por exemplo, até se imaginou capaz de poder adiar o estabelecimento do reinado de Satanás através de tiro, pancada, bomba e, por se sacrificar, assumindo o papel de corredentor da humanidade!

NOTAS
  1. Aparência de Satanás: nas Escrituras pode se fazer de “anjo de luz”, mas nada impede que também se apresente como alienígena;
  2. Casa vazia: ao ser possesso, o herói revela não crer em Cristo, não sendo habitado pelo Espírito Santo.

O tempo e a falta de conhecimento da Verdade parecem ter diluído todo esse ímpeto apresentado em “O Fim dos Dias”, de 1999: em 2019 vamos encontrar o outrora exterminador quase velhinho, sorridente e com olhar de total deslumbramento diante do Dragão, ao qual está auxiliando através da evangelização:

Enfim, por maior que seja o saber, ninguém tem o poder de antecipar, retardar ou escapar do momento exato:

Mas daquele dia e hora ninguém sabe,
nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.
Olhai, vigiai e orai;
porque não sabeis quando chegará o tempo.

(Marcos 13:32-33 – ACF)

O real saber só alcançam aqueles que, de acordo com o exemplo de Cristo, não se desesperam, não desistem, não se concentram na estrutura material e, descansando com confiança no Senhor, seguem em frente, identificando e não se entregando aos ardis de Satanás… um dia após o outro, até alcançar o verdadeiro Reino que os olhos dos homens não podem vislumbrar:

Então Pilatos entrou novamente no Pretório, chamou a Jesus e interrogou-lhe:
“És tu o rei dos judeus?”
(…)
Ao que lhe afirmou Jesus:
“Meu Reino não é deste mundo. Se fosse, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem.
Mas, agora, meu Reino não é daqui.”

(João 18:33 e 36 – KJA)

Nenhum dos governantes desta era compreendeu essa sabedoria,
pois se a tivessem entendido, não teriam crucificado o Senhor da glória!
No entanto, como está escrito:
Olho algum jamais viu,
ouvido algum nunca ouviu
e mente nenhuma imaginou o que Deus predispôs para aqueles que o amam”.

(1 Coríntios 2:8-9 – KJA)

CONCLUSÃO

A verdade é que basta dedicarmos atenção a qualquer informativo noticioso para que logo consigamos verificar o cada vez mais acelerado processo de putrefação deste mundo: o “termômetro do fim” está prestes a estourar, mas, crentes ou não, tanto viemos sendo cozidos como sapos durante toda a vida quanto não há para onde pular.

Os objetivos social e politicamente corretos sobre os quais toda a narrativa midiática mundial foi desenvolvida brevemente serão concretizados e não deve demorar muito para alcançarmos “paz e segurança”, exatamente como profetizou o apóstolo Paulo.

Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite;
Pois que, quando disserem: “Há paz e segurança”,
então lhes sobrevirá repentina destruição,
como as dores de parto àquela que está grávida,
e de modo nenhum escaparão.

(1 Tessalonicenses 5:2-3 – ACF)

O “time” que tem trabalhado duro em prol de seu surgimento é extenso, furtivo, organizado e maléfico: já se encontra enraizado na sociedade, domina governos e mídias e atua impiedosamente com força, velocidade e violência… inclusive tentando desviar o foco ao promover o descrédito do tema.

Até mesmo a maior parte das instituições eclesiásticas, ao contrário do que deveríamos esperar, está se descolando da Igreja para se adequar a essa nova “realidade” na qual mentes são cauterizadas em total submissão ao Estado, convencidas por um evangelho falso onde, em nome da “tolerância” e do “amor”, ficam abarrotadas com público completamente incapaz de compreender a verdade bíblica e segue, em cumprimento profético, blasfemando o caminho da Verdade um dia após o outro.

Apesar de não revelar as minúcias dos processos, Deus não está aprisionado pelo tempo nem inspirou homens a registrar profecias para deixar de cumpri-las, sendo — a despeito de todos os esforços e toda a genialidade do mundo — impossível surpreendê-lo.

O SENHOR fez todas as coisas para atender aos seus próprios desígnios,
até o ímpio para o dia do mal.

(Provérbios 16:4 – ACF)

E não há criatura alguma incógnita aos olhos de Deus.
Absolutamente tudo está descoberto e às claras diante daquele a quem deveremos prestar contas.

(Hebreus 4:13 – KJA)

O PROBLEMA DOS 6

Então chegamos perto do fim — do texto e desse mundo — e muitos podem estar aguardando que eu ofereça algum tipo de solução fantástica que me destaque como pesquisador e autor cristão, mas não perceberam que escrevi tudo isso consciente de que também não passo de um miserável 6 sem expectativa de contrariar o que disse Cristo:

Por que me chamas bom?
Ninguém é bom, a não ser um, que é Deus!

(Marcos 10:18 – KJA)

Trazendo para o texto: o único bom é o 7!
Independente da identificação — 6, homem, ser humano… — toda ação exclusivamente antropocêntrica acaba se tornando pretexto para rebelião contra Deus!

Como está escrito:
“Não há nenhum justo, nem ao menos um;
não há uma só pessoa que entenda,
ninguém que de fato busque a Deus.
Todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis;
não há ninguém que pratique o bem, não existe uma só pessoa.
Suas gargantas são como um túmulo aberto;
usam suas línguas para ludibriar, enquanto, debaixo dos seus lábios está o veneno da serpente.
Suas bocas estão cheias de maldição e amargura.
Seus pés são rápidos para derramar sangue;
Os seus passos são marcados por destruição e miséria;
e não conhecem o caminho da paz.
Consideram que é inútil temer a Deus”.

(Romanos 3:10-18 – KJA)

Maldito é o homem que confia nos homens,
que faz da humanidade mortal a sua força e motivação,
mas cujo coração se afasta do SENHOR!

(Jeremias 17:5 – KJA)

Estou longe da pretensão de ter encerrado o raciocínio sobre os números através dessa publicação e, pelo contrário, espero que sirva para despertar o interesse dos cristãos sinceros para que, sempre com base nas Escrituras, também meditem sobre os temas e suposições abordados: tudo parece apontar para a inevitável revelação do “homem evoluído a ponto de ser quase perfeito” a qualquer instante e gostaria muito que, caso identifiquem algum erro, os leitores apresentem a base bíblica para suas refutações.

Obrigado por ter lido até aqui e, verdadeiramente, preciso de qualquer colaboração que puder me oferecer: comentários, compartilhamentos e reações ajudam a divulgar este conteúdo que foi produzido com intenção de colaborar para a edificação do Corpo de Cristo no mundo.
Um link encurtado e de fácil memorização para essa postagem é:

https://cutt.ly/6rebelde

Aqui quem escreve é o velho Teóphilo Noturno e prossigo, contra todas as adversidades, com meus informes atualizados e consolidados, tentando alcançar — nas noites de terças e quintas — unidades desorientadas e até, talvez, atualmente sob domínio do inimigo.
Ao conteúdo que produzo chamo d’O Pior Evangelho do Mundo e sinceramente espero que essa publicação tenha promovido reflexão e colaborado para sua edificação: sempre busco exclusiva e sólida base bíblica, sendo totalmente desvinculado de qualquer franquia de empresas eclesiásticas ou emprejas em particular.

Em 2018 o Senhor permitiu que a surdez me tocasse e, a despeito de minha fé e todos os esforços pessoais que realizei, as necessidades cotidianas e as contas não cessam, colocando a mim e minha família em sérias dificuldades financeiras, especialmente após a morte de minha mãe.
Diante disso, não me envergonho ao pedir seu auxílio para suprir necessidades diversas que vão de comida e remédios até custeio de domínio e hospedagem.

NÃO É SUA OBRIGAÇÃO me ajudar, mas tenha certeza de que qualquer doação efetuada irá proporcionar não apenas recursos materiais, mas também tempo para me dedicar a estudar, escrever e produzir conteúdo ainda mais relevante para a edificação dos leitores.

Compartilhar as publicações já ajuda, mas tendo recursos e desejando colaborar financeiramente — com qualquer valor! — minha chave PIX principal é [email protected] e essa imagem é meu QR code: o nome de confirmação é Geovane Ignácio de Souza e o trecho do CPF a aparecer deve ser o “927.157“, sendo realizada uma movimentação destinada ao Nubank

Destaco que, por mais que queira, não tenho em mim mesmo a menor capacidade de forçar o Pai a te abençoar por sua generosidade, mas oro a Ele pedindo que, no tempo certo e na medida multiplicada, retribua a bondade realizada da maneira mais adequada: não apenas na restituição multiplicada do valor doado, mas também através dos mais diversos livramentos e bênçãos que, em minha limitação humana, sequer posso imaginar antecipadamente, mas que já estavam nos planos do Todo-Poderoso Deus desde antes da fundação do mundo.

Parafraseando o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24: que a graça e a paz sejam conosco, todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade, hoje e para todo o sempre!

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Em 04 de outubro de 2021 algumas das maiores redes sociais passaram horas desligadas.
Há rumores de que um “GRANDE APAGÃO” será sucedido por OPRESSIVO CONTROLE SOCIAL virtual.
Não posso prever o real impacto, mas, caso seja possível, continuarei estudando e publicando sobre as Escrituras: inscreva-se para, a partir da próxima, receber notificação em seu e-mail a cada nova publicação n’O Pior Evangelho.

(CASO NECESSÁRIO, OPORTUNAMENTE SERÁ ENVIADO CONTEÚDO INTEGRAL)

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