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O Que Há No Fim Do Arco-Íris?

Não… Não É Um Pote De Ouro!

Na atualidade, um dos motivos para a prevalência da ignorância é que as pessoas vivem sempre com pressa, mesmo que, no final das contas, não tenham um motivo real para permanecer em um ritmo frenético o tempo inteiro, incapazes de dedicar atenção a detalhes que podem ser importantes ou desenvolver raciocínios elaborados, tendo suas perspectivas de vida baseadas em resumos preparados por pessoas que, nem sempre tendo as melhores intenções, manipulam o que deveria ser informação para que venha a se tornar em estopim das mais diversas e espúrias ideologias…

Nessa postagem inaugural da nova e (sinceramente espero) definitiva estrutura d’O Pior Evangelho, decidi analisar — a partir do arco-íris, mas não apenas nele — todo o mecanismo de degradação e promoção da ignorância generalizada em nome de algo que o mundo tem chamado de “paz, amor e harmonia”.

CRIANDO O ARCO-ÍRIS

Hoje vamos conhecer e analisar bem especificamente a questão do arco-íris, que, muito além de mero fenômeno ótico meteorológico, tem registro de sua criação e significado nas Escrituras:

Então declarou Deus a Noé e a seus filhos que estavam com ele:
“Eis que estabeleço minha Aliança convosco e com os vossos descendentes depois de vós, e com todos os seres vivos que estão convosco: aves, animais, todas as feras, todas as criaturas que saíram da arca convosco, todos os animais da terra.
Estabeleço minha Aliança convosco: tudo o que existe nunca mais será destruído pelas águas do Dilúvio;
não haverá mais outro dilúvio para devastar a terra!”
E Deus afirmou:
“Eis o sinal da Aliança que instituo entre mim e vós e todos os seres vivos que estão convosco, para todas as gerações futuras: colocarei o meu arco nas nuvens, e ele se tornará um sinal fulgurante da Aliança entre mim e a terra!
Quando Eu reunir as nuvens sobre a terra e o arco surgir por entre as nuvens, eu me lembrarei da Aliança que há entre mim e vós e todos os seres vivos de toda a carne.
E as águas nunca mais se tornarão um dilúvio para destruir toda forma de vida.
Quando o arco estiver na nuvem, Eu o verei e me lembrarei da Aliança eterna que há entre Deus e os seres vivos de todas as espécies que vivem sobre a face da terra!”.
E concluindo, asseverou Deus a Noé:
“Este é o sinal da Aliança que estabeleço entre mim e toda a forma de vida que existe sobre a face da terra!”.

(Gênesis 9:8-17 – KJA)

Acho impressionante como o Senhor Deus foi cuidadoso e didático ao apresentar tanto os benefícios quanto as limitações da aliança que firmou com a maior parte da biodiversidade: levando em conta que esse “grande reset” chamado dilúvio ocorreu em função da tamanha perversidade e profunda corrupção encontradas na relativamente jovem espécie humana, receber tal promessa de forma desatenta seria a chave para uma vindoura era infeliz e provavelmente ainda mais degenerada que aquela…

A propósito, o fenômeno ao qual estamos nos referindo é chamado, em Inglês, de “Rainbow“, ficando livre da infeliz reverência que a Língua Portuguesa escolheu prestar à deusa grega Íris que, mitologicamente, deixaria esse peculiar rastro multicolorido ao cruzar os céus: curiosamente nem mesmo em grego encontramos tal correlação, pois lá o fenômenos é mais comumente chamado de ουράνιο τόξο (ouránio tóxo) que de ίριδα (írida)!

Sem nos aprofundarmos nas mudanças ritualísticas necessárias entre a Lei e a Graça, é fundamental ter sempre em mente a determinação explícita e inquestionável deixada pelo próprio Senhor Jesus Cristo:

Em seguida, convocou Jesus a multidão e os discípulos, e os desafiou:
Se alguém deseja seguir-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e venha após mim.
Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á;
mas quem perder a sua vida por minha causa e pelo Evangelho salva-la-á!
Portanto, de que adianta uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?

(Marcos 8:34-36 – KJA)

BICHOS-GRILOS

Após milhares de anos de lento e conflituoso avanço, na década de 1960 a humanidade foi marcada pelo início da glamourização do mal, sendo o movimento Hippie — com sua aversão pela higiene, interpretação animalesca do “amor” e paixão pelas mais diversas substâncias psicotrópicas — um perfeito exemplo de degradação humana.

Não há registro oficial desse fantasioso episódio, mas provavelmente alguns deles tinham conhecimento rudimentar das Escrituras ou então poderiam estar enrolando seus baseados em páginas da Bíblia quando tiveram contato com a passagem transcrita acima, e, “mutcho lôcos”, sequestraram e diminuíram tanto o arco-íris quanto seu significado, para que — isso sim está registrado na mídia— passasse a ser visto apenas como um símbolo imediato de “paz e harmonia”.

TRIÂNGULO ROSA

Durante a Segunda Guerra Mundial, por serem especificamente enquadrados no parágrafo 175 do Código Criminal Germânico, os homossexuais nos campos de concentração nazistas eram identificados por um triângulo rosa: o início dos anos 1970 também foi quando o movimento pelos direitos gays começou a surgir na Alemanha e, em 1972, “The Men with the Pink Triangle” — a primeira autobiografia de um sobrevivente de campo de concentração gay — foi publicada.

Na mesma década, o movimento pelos direitos dos homossexuais florescia em São Francisco (Califórnia) e os militantes queriam um símbolo que fosse mais entusiasta, visto que muitos homossexuais se sentiam desconfortáveis com esse símbolo de um momento histórico tão cruel, não aderindo à sua ressignificação. Dessa forma, Harvey Milk — o primeiro político gay dos EUA — desafiou o artista Gilbert Baker a providenciar um símbolo para a comunidade gay e fontes sugerem que ele teve fortes inspirações na canção “Over the Rainbow“, assim como se baseou no movimento hippie, onde o arco-íris era um símbolo de “paz e harmonia”.

PAZ E HARMONIA

Eventualmente sendo até palavras sinônimas, algumas definições para o substantivo feminino “harmonia” são:

  1. Combinação de elementos ligados por uma relação de pertinência, que produz uma sensação agradável e de prazer.
  2. Ausência de conflitos; paz, concórdia.
  3. Conformidade entre coisas ou pessoas; concordância, acordo.

Essa terceira definição em particular imediatamente me remeteu à uma conhecida passagem bíblica bastante definitiva:

Jamais vos coloqueis em jugo desigual com os descrentes.
Pois o que há de comum entre a justiça e a injustiça?
Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?
Que harmonia entre Cristo e Belial?
Que parceria pode se estabelecer entre o crente e o incrédulo?

(2 Coríntios 6:14-15 – KJA)

Uma das características mais marcantes da sociedade atual fica implícita nos conceitos politicamente corretos e pode ser chamada de “nivelar por baixo” , sendo basicamente definida da seguinte forma:

Qualquer esforço ou renúncia em prol de real aperfeiçoamento e busca de um bem maior fica automaticamente condenado, enquanto quanto mais perniciosa a inércia maior deve ser sua premiação; da mesma forma o permissivo silêncio diante dos erros e do mal passa a ser considerado elogiável prova de solidariedade e amor.

Um bom exemplo disso é a fantástica capacidade, principalmente por parte dos adeptos das doutrinas vermelhas, de imediatamente classificar qualquer criminoso como “vítima da sociedade” e buscar justificativa para seus atos de modo a torná-lo puro, angelical e, se possível, transferir a culpa de seus maus atos para as vítimas!

Então, para que a humanidade possa alcançar a tão sonhada harmonia pacífica, se torna imperativo que não apenas que todos silenciem, mas até aprovem e — por que não? — também se disponham a tomar parte em quaisquer crimes, imoralidades, obscenidades e pecados que possam ser inventados e praticados por outras criaturas humanas.
Não agir dessa forma — e ainda por cima até “negar-se a si mesmo”! — é um comportamento ofensivo, discriminatório, preconceituoso, “discurso de ódio” e até mesmo “qualquercoisafóbico“!

OBSERVANDO AS ESCRITURAS

Enfim, diante da monstruosa utilização do arco-íris na atualidade, faz-se necessário aos cristãos evidenciar que a promessa original de Deus à biodiversidade nunca mudou, porém também é fundamental reconhecer que o Senhor Deus não é anacrônico, ou seja, não está “congelado no tempo” e desde aquela época já tinha conhecimento do que iria acontecer com o mundo, tendo, no decorrer da História, inspirado o apóstolo Paulo a escrever uma das passagens mais odiadas de toda a Escritura:

Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
(…)

Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças,
antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
E trocaram a glória do Deus imortal por imagens confeccionadas conforme a semelhança do ser humano mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis.

Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;

Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.

E, por essa razão, Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza.

E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.

E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;

Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade;

cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;

Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.

(Romanos 1:18, 21-32 – KJA + ACF)
DESTAQUES

A passagem inteira é um choque e conhecê-la deveria ser suficiente para afastar qualquer cristão verdadeiro de sentir ou incentivar qualquer tipo de “orgulho” em relação a essas ideologias, mas destaquei dois pontos que senti necessidade de comentar:

O primeiro destaque nunca deve ser lido como se um indivíduo puro estivesse apontando o dedo e proferindo uma acusação, mas é uma referência a toda e qualquer impiedade ou injustiça cometida por qualquer ser humano, inclusive o próprio leitor, a respeito da ira de Deus!

O segundo destaque é uma aberta condenação não apenas a todos que praticam tais impiedades e injustiça, mas também àqueles que — ansiosos por parecer modernos, inclusivos e até mais amorosos que o próprio Deus! — pensam poder equacionar e acolher as imundícies condenadas nas Escrituras para, coçando comichões, dar a entender que o “senso comum” da humanidade vai ter poder de alterar a Palavra de Deus para oferecer um tipo de “salvação suplementar” …
De fato, tanto os que não negarem a si próprios a ponto de abandonar suas práticas imundas (quaisquer que sejam) quanto os que inclusiva e amorosamente consentirem com tal comportamento vão terminar juntos…

Infelizmente vivemos num tempo em que as pessoas não mais se convertem ao Senhor, mas querem convertê-lO a si próprias, moldá-lO conforme suas concupiscências e ainda achar que o abjeto objeto de sua espiritualidade é o mesmo Deus Criador do universo…

E O POTE DE OURO?

A mais conhecida história de origem desse tal “pote de ouro do duende” no final do arco-íris envolve um casal de fazendeiros pobres na Irlanda: quando marido e mulher tiraram a última cenoura de seu jardim, encontraram um duende pendurado nas raízes que, ao ser capturado, prometeu um desejo em troca de sua liberdade.
O problema é que o casal não conseguia se decidir sobre um único desejo, então começaram a desejar tudo — novas ferramentas, uma casa, joias — e a lista foi aumentando até que o duende teve de interrompê-los.

Desanimado diante de tamanha ganância, o duende disse ao casal que poderiam ter tudo o que desejavam, mas apenas se fossem capazes de encontrar seu pote de ouro que estaria escondido no final do arco-íris.
Dito isto, o duende desapareceu e deixou os fazendeiros perseguindo arco-íris para sempre, em busca de uma fortuna fictícia.

E não é impressionante como — se levarmos em conta que, sob a perspectiva das Escrituras, todas as criaturas místicas não passam de manifestações espirituais majoritariamente demoníacas — essa lenda acaba tendo uma grande semelhança com a realidade?!

FIGURAS

Os fazendeiros representam tanto os pseudocristãos que passaram pela porta larga quanto as hordas ímpias; o duende é o reflexo de Satanás, seus principados e potestades; e o “pote de ouro” é o discurso politicamente correto e totalmente oposto ao de Cristo, onde se busca uma realidade onde ninguém mais precisará negar a si mesmo, mas, pelo contrário, tanto o mundo deve harmoniosamente se curvar diante de todas as impiedades, injustiças e imundícies quanto o próprio Senhor Deus, ao final do arco-íris e sem que nunca tenham conhecido o arrependimento, se ajoelhará diante deles e lhes abrirá as portas do paraíso…

Entretanto, sois vós mesmos que praticais a injustiça e cometeis fraudes, e tudo isso contra seus próprios irmãos!
Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus?
Não vos deixem enganar:
nem imorais,
nem idólatras,
nem adúlteros,
nem os que se entregam a práticas homossexuais de qualquer espécie,
nem ladrões,
nem avarentos,
nem viciados em álcool ou outras drogas,
nem caluniadores,
nem estelionatários herdarão o Reino de Deus.

(1 Coríntios 6:8-10 – KJA)

AFINAL, A VERDADE SOBRE O ARCO-ÍRIS

Esse não é um texto pessoal e, inclusive, detestei escrever essa conclusão, mas a cada dia que venho escrever sobre a Palavra de Deus, sou confrontado com meus próprios pecados e tenho certeza de que, se fosse falar de mim mesmo, nem deveria continuar…
Mas esse é o segredo da Graça, pois a perfeição que exponho não está baseada em mim, mas revelada pelas Escrituras!

Desse modo, humilhado e grato, prossigo escrevendo nunca para meu próprio orgulho nem sobre o que me agrada, mas compartilhando o aprendizado que caracteriza a jornada da santificação onde não cabe o “aceite-se como é”, mas o constante “negue-se a si mesmo” ordenado por Cristo:

Assim sendo, todo aquele que me declarar diante das pessoas, também eu o declararei diante de meu Pai que está nos céus.
Entretanto, qualquer que me negar diante das pessoas, também Eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus.
Não penseis que vim trazer paz à terra;
não vim trazer paz, mas espada.
(…)
E aquele que não toma a sua cruz e não me segue, também não é digno de mim.
Quem encontra a sua vida a perderá.
Mas quem perde a vida por minha causa a achará.

(Mateus 10:32-34; 38-39 – KJA)

Então o arco-íris é, de fato, um pacto assumido pelo Senhor Deus de que Ele próprio não mais exterminaria o mundo inteiro através das águas — sem que isso envolvesse os cataclismos pontuais ocorridos em consequência dos atos da própria humanidade, como poderosas explosões ou alterações geográficas e climáticas artificiais —, mas que, nunca deixando de ter absolutamente tudo a ver com julgamento e Dilúvio, vai lançar mão de recursos bastante mais “quentes” da próxima vez que for executar algum juízo:

Ora, se Deus não poupou os anjos que pecaram,
mas os lançou no inferno,
aprisionando-os em cadeias abismais tenebrosas,
com o propósito de serem reservados para o Juízo,
de igual modo,
Ele não poupou o mundo antigo quando abateu o Dilúvio sobre aquele povo ímpio,
entretanto preservou Noé, proclamador da justiça,
e mais sete pessoas.
Também condenou as cidades de Sodoma e Gomorra,
reduzindo-as a cinzas,
tornando-as exemplo do que sucederá aos que vivem praticando o mal.

(2 Pedro 2:4-6 – KJA)

Parece que, diante da passagem do tempo, a humanidade se torna cada vez mais incapaz de crer que haverá um novo juízo e, pior ainda, não enxerga que é justamente essa incredulidade — ainda que aparentemente bem intencionada — que é uma das características descritas nas profecias sobre o segundo grande juízo que, de fato, nada terá de águas:

O Senhor não se atrasa em cumprir a sua promessa, como julgam alguns.
Pelo contrário, Ele é extremamente paciente para convosco e não quer que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.
Entretanto, o Dia do Senhor virá como ladrão, no qual os céus desaparecerão ao som de um terrível estrondo,
e os elementos se desintegrarão pela ação do calor.
A terra e toda obra nela existente serão expostas ao fogo.

(2 Pedro 3:9-10 – KJA)

Por favor, atentem para o fato de que esse é o destino da realidade material, do que pode ser visto, sentido ou tocado por nossa carne e objeto central da existência dos que exercem seu direito de não crer.

Ora, se tudo o que existe será assim aniquilado,
que espécie de pessoas é necessário que sejais?
Pessoas que vivem em santidade e piedade,
aguardando o Dia do Senhor e apressando a sua vinda.
Naquele Dia, os céus se dissolverão pelo fogo,
e todos os elementos, ardendo, se dissiparão com o calor.
Todavia, confiados em sua Promessa, esperamos novos céus e nova terra onde habita a justiça.
Por isso, amados, enquanto aguardais estes eventos,
esforçai-vos para que sejais encontrados por Ele em plena paz, sem mácula e livres de culpas diante dele.

(2 Pedro 3:11-14 – KJA)

Enfim, se você crê que suas imoralidades, impiedades e injustiças podem ser cobertas e justificadas por uma bandeira de arco-íris ou qualquer coisa semelhante a uma “Nova Ordem” (que já é conhecida e antiga há mais de dois mil anos), as Escrituras têm uma opinião bastante diferente:

E ouvi uma forte voz que procedia do trono e declarava:
“Eis que o Tabernáculo de Deus agora está entre os homens, com os quais Ele habitará.
Eles serão o seu povo e o próprio Deus viverá com eles,
e será o seu Deus.
Ele lhes enxugará dos olhos toda a lágrima;
não haverá mais morte, nem pranto, nem lamento, nem dor,
porquanto a antiga ordem está encerrada!”
E Aquele que está assentado no trono afirmou:
“Eis que faço novas todas as coisas!”
E acrescentou:
“Escreve isto, pois estas palavras são verdadeiras e absolutamente dignas de confiança”.
E declarou-me ainda:
“Tudo está realizado!
Eu Sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim.
A todos quantos tiverem sede lhes darei de beber graciosamente da fonte da Água da Vida.
O vencedor herdará todas essas bênçãos,
e Eu serei seu Deus e ele será meu filho.

Porém, quanto aos covardes,
os incrédulos,
os depravados,
os assassinos,
os que praticam imoralidade sexual,
os bruxos e ocultistas,
os idólatras e todos os mentirosos,
a parte que lhes cabe será no lago de fogo, que arde perpetuamente em meio ao enxofre.
Esta é a segunda morte!”

(Apocalipse 21:3-8 – KJA)
Ou seja: o fim da ganância, do adultério, da imoralidade, da injustiça e até do arco-íris nunca será num pote de ouro, mas, de acordo com as Escrituras, num lago de fogo.

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Um link encurtado e de fácil memorização para essa postagem é:

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Por mais que queira, destaco que não tenho em mim mesmo a menor capacidade de forçar o Pai a te abençoar por causa disso, mas oro a Ele pedindo para que, no tempo correto e na medida multiplicada, retribua a bondade realizada da forma mais adequada: seja através de livramentos ou de diversas bênçãos possíveis.

Parafraseando o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24: que a graça e a paz sejam conosco, todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade, hoje e para todo o sempre!

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