Basta abrir qualquer fonte de notícias para que brote — sem distinção de prioridade e entre as informações do mundo real — uma considerável quantidade de publicações sobre personagens fictícios: quais manobras conduziram estes elementos, ditos imaginários e originalmente com escopo infanto-juvenil, até que ganhassem tamanha importância, inclusive entre os adultos da sociedade moderna?
A despeito de ter evoluído ou sido criada, houve uma época em que, diante de imperiosa necessidade de comunicação, a humanidade decidiu registrar informações nas paredes das cavernas.
Considerando que letras são glifos (ou desenhos) que imediatamente remetem a fonemas e à consequente formação de palavras, é importante destacar que o presente artigo terá foco primário nos desenhos que, ao contrário das letras, podem expressar ideias e conceitos muito além de uma única palavra, sendo capazes de apresentar uma narrativa completa em si próprios.
ATENÇÃO:
CONTEÚDO DIRECIONADO EXCLUSIVAMENTE
A CRISTÃOS QUE CREEM NAS ESCRITURAS
DESENHANDO PELA HISTÓRIA
Sem qualquer pretensão de promover entretenimento, as representações visuais chamadas “pinturas rupestres” apresentam registros de animais, caçadas, fenômenos naturais, rituais e toda uma variedade de dados que até permitem aos antropólogos, através de estudos iconográficos, obter uma melhor compreensão dessas culturas.
Avançando na História, encontraremos os cuneiformes babilônicos — escritos de cinco mil anos atrás, descobertos em 1929 —, cujos registros, apesar de simbólicos, não eram exatamente icônicos e se prestavam ao registro de bens e formalização de contratos… atividades nem um pouco infantis por sinal.
Mais a frente vamos nos deparar com os famosos hieróglifos, considerados enigmáticos, de difícil compreensão e que, embora façam parte de outras civilizações, foram mais utilizados pelos egípcios: por ser considerada uma escrita sagrada, eram utilizados apenas por sacerdotes, membros da realeza e escribas, que detinham o poder de interpretar e reproduzir os símbolos.
Os egípcios chamavam os hieróglifos de medju-netjer — que significa “palavras dos deuses” — e os utilizavam apenas com propósitos religiosos, como em paredes de templos, túmulos ou sarcófagos.
FONTE: SIGNIFICADOS
De acordo com a mitologia egípcia, teria sido a deusa Seshat a criar os hieroglifos e o deus Thoth ensinado esta linguagem a eles.
A crença em seus poderes mágicos era tão forte que criam que o nome de uma pessoa, quando escrito em hieroglifo, incorporava toda a energia e alma daquele ser: se o nome fosse danificado, a identidade da pessoa se perderia.
Por esta razão, normalmente os faraós sempre destruíam as placas com as inscrições dos nomes de imperadores que sucediam ou de quem eram inimigos.
Os hieroglifos eram expressos através de símbolos e desenhos, sendo capazes de representar ideias, conceitos, objetos, animais e até emoções ou sentimentos, porém — certamente e apesar da precocidade de alguns faraós — estavam muito longe de servir ao entretenimento ou educação cotidiana infantil.
NO JORNAL
Muitos séculos se passaram e a sociedade demonstrou pouquíssimo interesse em criar conteúdo de entretenimento exclusivamente dedicado às crianças, tendo os petizes, quando não exercendo atividades atualmente proibidas, que usar seus brinquedos com nenhuma tecnologia — ou até mesmo livros! — para se distrair: podemos citar o florescimento dos vitrais e obras de arte religiosa como exemplo, pois apesar de desenhados apresentavam apenas episódios que, supunha-se, deveriam ser do conhecimento de qualquer ser humano, a despeito da idade.
Tal quadro se perpetuou até 1895, quando o americano Richard Outcault, provavelmente ligado e apoiado pela maçonaria, lançou seu “Yellow Kid”, um garoto sempre vestido com um pijama amarelo e que vivia nos guetos de Nova York: usando uma narrativa com linguagem simples (e muitas vezes cheia de simbologias, como na imagem a seguir), trazia denúncias acerca das questões sociais presentes na época.
Tamanha a simbologia contida nessa “simples imagem para divertir crianças” que até recebeu detalhada explicação — que, mesmo sem conhecer muitos termos específicos, tentei traduzir — por parte de uma das grandes lojas maçônicas americanas:
São feitas referências a muitas organizações fraternais da época: os Elks; Odd Fellows; Shriners, Maçons e Rito Escocês, todos sendo parodiados em sinais e cartazes: “The Elx”, “Auld Lang Swine”, “Nights of Saint Chames Grand Lodge”, “Ancient Order of Sons O Guns”, “Tenda do 33º Grau, é um difícil jogo de pôquer aqui se você puser grana nele”, “All On De Square”, “In Hoc Signo Vinces”, “Antiga Ordem dos Contentes Apertadores de Mãos” (ilimitado);
FONTE: GRAND LODGE OF BRITISH COLUMBIA AND YUKON
Mickey Dugan, o Garoto Amarelo, usa um chapéu dos Cavaleiros de Colombo e uma faixa com os dizeres “Hod Fellers”;
O candidato à iniciação está montando uma cabra sobre um terreno no qual estão gravadas as palavras “As Areias do Deserto”;
Dois personagens usam aventais desenhados com esquadro e compasso, enquanto outro usa um fez (chapéu?) vermelho de Shriner com borla;
Um pôster mostra um par de mãos entrelaçadas e outro exibe um olho que tudo vê dentro de um triângulo.

A “Ordo Ab Chao“, longe de ser planejada por perecíveis seres humanos, tem suas sementes estrategicamente plantadas com gerações de antecedência e, conforme é considerado nesse estudo, parece ser construída por entidades cuja existência transcende os séculos e implementam as transformações necessárias através das gerações, fazendo com que cada uma delas se enxergue atuando pelo bem… incapazes de vislumbrar os terríveis produtos finais, consequência da soma de suas ações.
Talvez Outcault e os jornais de sua época cressem que estavam criando e promovendo verdadeiro entretenimento infantil, mas a quantidade de mensagens nem um pouco subliminares apresentadas — como no bode ao lado do Yellow Kid ou na imagem acima — aponta uma outra coisa…
HERÓIS
Ora, naquela época, e também algum tempo depois, havia nefilins na terra, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Esses gigantes foram os heróis dos tempos antigos, homens rudes e famosos!
(Gênesis 6:4 – KJA)
A criação de histórias em quadrinhos foi intensificada no início do século XX e, basicamente, apresentavam conteúdo cômico e humorístico até a década de 1930, quando surgiram as primeiras histórias de aventuras e os ensaios para o personagem que viria a se tornar o primeiro super-herói:
Em 1932 Jerry Siegel e Joe Shuster, dois judeus, começaram a produzir aquela que seria reconhecida como uma das primeiras publicações do gênero — Science Fiction: The Advance Guard of Future Civilization — e, no ano seguinte, foi lançada a primeira versão do personagem, concebido originalmente como um vilão com poderes psíquicos, usados para manipular outras pessoas e dominar a humanidade.
Em 1933, as revistas em quadrinhos dos Estados Unidos ainda não eram tão populares e seu conteúdo era baseado nas tiras de jornal, então Siegel reescreveu “Superman” como um herói, distinto do vilão criado no ano anterior.
Nos anos seguintes o personagem passaria por uma série de reformulações nas mãos dos dois autores, que passaram a oferecê-lo a diversas empresas, sempre com resultados negativos, até que em 1938 a ” National Periodical Publications” os convidou para contribuir com um novo personagem para a mais recente publicação da National: apresentaram o Superman e, uma vez aprovado, passaram a recortar e colar as tiras de jornal das amostras que tinham e as transformaram nas páginas de uma revista em quadrinho.
FONTE: WIKIPEDIA
Dirão que essa é apenas mais uma das muitas coincidências do tal “conspiracionismo”, mas o conceito original do Superman estava de acordo demais com a definição bíblica para aquele momento da história e corria risco de perder eficiência na revelação final para a qual foi criado — não por seus supostos autores! — para colaborar: foi necessário introduzir revesti-lo com uma “cortina de fumaça” judaico-cristã para garantir seu acolhimento pela sociedade capitalista, americana e mundial, nos próximos anos:
Alguns creem que o Superman foi inspirado na mitologia judaica.
O rabino britânico Simcha Weinstein observa que a história do Super-Homem tem alguns paralelos com a de Moisés, por exemplo: Moisés, quando bebê, foi enviado por seus pais em um cesto de junco para escapar da morte, sendo adotado por uma cultura estrangeira. Weinstein também postula que o nome kryptoniano do Superman, “Kal-El”, se assemelha às palavras hebraicas קל-אל, que podem ser entendidas como “voz de Deus”.
O historiador Larry Tye sugere que esta “Voz de Deus” é uma alusão ao papel de Moisés como profeta.
O sufixo “el” — que significa “(de) Deus” — também é encontrado no nome de anjos (por exemplo, Gabriel, Ariel), que são agentes humanoides, voadores, do bem e com poderes sobre-humanos. Os nazistas também pensavam que o Superman era judeu e, em 1940, Joseph Goebbels denunciou publicamente tanto Superman quanto seu criador, Jerry Siegel.
Dito isso, alguns historiadores argumentam que a evidência da influência judaica nas histórias originais é meramente circunstancial: Siegel e Shuster não eram judeus praticantes e nunca reconheceram a influência do judaísmo em nenhum livro de memórias ou entrevista.
As histórias do Superman ocasionalmente também exibiram temas cristãos: o roteirista Tom Mankiewicz fez, intencionalmente, no filme de 1978 estrelado por Christopher Reeve, Superman como uma alegoria para Jesus Cristo: a nave do bebê Kal-El lembra a Estrela de Belém e Jor-El dá a seu filho a messiânica missão de levar a humanidade a um futuro melhor.
FONTE: WIKIPEDIA
De fato, toda essa discussão acaba adquirindo caráter passional e nos levando — eu e muitos outros de minha geração — a enxergar o personagem como um indivíduo a ponto de homenageá-lo, nomeando seus próprios filhos de “Kal-El” ou variações… e, infelizmente, isso apenas revela o quão bem-sucedidos foram os verdadeiros inspiradores de todo esse conceito.
Volto a falar deste importante primeiro herói em breve, pois ele apenas abriu a porta para o surgimento de outros “heróis” com características bastante menos nobres que as suas.
CONFIABILIDADE
Como o papel não tem o poder para se defender quando usado para publicar abominações, imagens de mulheres seminuas e vários personagens de caráter dúbio começaram a ser utilizados na tentativa de evitar o forte declínio na venda dos quadrinhos, ocorrido na década de 1950.
Apresentando inúmeras citações de revistas publicadas com alusões à violência, sexo, uso de drogas e outros assuntos adultos, em 1954 o psiquiatra Fredric Wertham lançou seu livro mais conhecido, “Seduction of the Innocent“, sugerindo que os quadrinhos eram perigosos para as crianças, inclusive citando a possibilidade de que Batman e Robin mantivessem uma relação homossexual e de que a Mulher Maravilha, heroína tradicionalmente apresentada como heterossexual e virgem. possuía contexto (inclusive bem documentado) de “servidão sexual” — possibilidade admitida pelo próprio criador da personagem, William Moulton Marston — e que sua força e a independência a caracterizavam como lésbica.
As afirmações do Dr. Wertham foram baseadas em suas experiências com tratamento de delinquentes juvenis, onde concluiu que a responsabilidade pelos problemas apresentados — tais como aumento da criminalidade, da delinquência e desvio do comportamento sexual — era influência direta dos quadrinhos, produto consumido pela maior parte de seus pacientes.
Tais críticas colaboraram para a criação de um inquérito sobre a indústria dos quadrinhos no Congresso dos Estados Unidos cujo resultado foi a criação do Comics Code Authority, um código que regulava a publicação dos quadrinhos — modificando desde a escolha de cores e palavras até proibindo, entre outros temas, insinuações sexuais, imagens violentas, histórias de terror e menções à corrupção — através do fornecimento de um selo de permissão para a publicação.
Por se tratar de uma iniciativa privada — criada pelas próprias editoras como uma forma de autocensura no conteúdo — o código não tinha autoridade legal, porém o conceito de controle moral foi amplamente aceito pela população e, diante disso, os distribuidores se recusavam a comercializar as revistas que não trouxessem o selo estampado em suas capas.
Nos anos de 1960 e sob influência dos Estados Unidos, as quatro principais editoras brasileiras — Abril, RGE, EBAL e O Cruzeiro — criaram um código chamado “Código de Ética”, que estampava um selo parecido com o do código americano — dizendo “Aprovado pelo Código de Ética” — na capa dos gibis.
Esse processo de certificação voluntária foi fundamental para que os pais passassem a ter credibilidade quase institucional nos gibis, confiando que qualquer criança com uma revista em quadrinhos nas mãos estaria, em segurança, tendo sua criatividade estimulada ao mesmo tempo em que exercitando suas habilidades de leitura.
O fato é que, com o tempo, esse selo foi perdendo sua força e a primeira a deixar de submeter seus quadrinhos à sua aprovação foi a Marvel, sendo seguida por outras editoras menores até que, em 2011, a DC Comics decidiu criar sua própria classificação e, através disso, decretar o fim do código de forma praticamente invisível, sem maiores alertas de que nossas crianças se tornaram alvo de quaisquer influências que os autores de quadrinhos assim venham a desejar.
Tal manobra revela a sagacidade do inimigo com o qual estamos lidando: ao se antecipar, criando um “órgão interno” para regular o conteúdo, evitou a criação de um regulador externo e vendeu aparência de boa vontade e integridade. Agora, sem quaisquer limites, todas as possíveis queixas só podem ser encaminhadas aos próprios autores e editores que criaram e publicaram intencionalmente o motivo da reclamação…
TRANCADOS COM MONSTROS
Um professor de Artes do Colégio Estadual Villa Lobos, em Salvador – BA, ordenou que 37 alunos do 6º ano (todos entre 11 e 12 anos) fechassem e, para impedir a entrada de outras pessoas, escorassem com cadeiras as portas de uma sala.
FONTE: BNews, em 23/11/2021
Em seguida determinou que as crianças se beijassem para ganhar R$ 10,00 e pontos extras, sendo que se o beijo fosse entre crianças do mesmo sexo valeria ainda mais pontos: alguns estudantes entraram em desespero, se negaram a praticar a atividade proposta e registraram a ocorrência com seus celulares, porém a diretora invadiu a sala, pegou os aparelhos e simplesmente deletou as filmagens.
Algumas vítimas informaram que o mesmo professor já havia feito a mesma coisa em anos anteriores sem que nenhuma providência tenha sido tomada.

Antes de retornar ao tema “quadrinhos”, gostaria apenas de registrar alguns comentários e questões em relação a esse catastrófico episódio onde um agente público lançou mão dos poderes aos quais foi empossado para aliciar menores a cometer atos libidinosos, oferecendo vantagens ilícitas e, por envolver dinheiro, estimulando a prostituição (clique no sinal “+” a seguir para ler):
Como essa diretora conseguiu acessar uma sala com portas declaradamente embarreiradas?
Aliás, como surgiu tão de repente? Ela conseguiu ouvir o tumulto de sua sala e vir correndo ou tal rapidez pode acabar parecendo a reação de um espectador oculto que decide intervir diante de um desespero inédito, não ocorrido (ou deliberadamente silenciado) nos anos anteriores?
Admirável também a velocidade com que, dentre os 37 alunos presentes, ela conseguiu tomar os celulares e, dada a possível diversidade de sistemas operacionais, a habilidade técnica para acessar e apagar todas as filmagens. Será que realizou tal proeza sozinha?
Se os pontos podem ser considerados o salário dos alunos, e se os alunos de uma escola pública tem por função estudar, também podemos enquadrar esse episódio como corrupção?
Enfim: “abusar, em proveito próprio ou alheio, de necessidade, paixão ou inexperiência de menor, ou da alienação ou debilidade mental de outrem, induzindo qualquer deles à prática de ato suscetível de produzir efeito jurídico, em prejuízo próprio ou de terceiro“ é a íntegra do artigo 173 do Código Penal Brasileiro e, portanto, além de descrever exatamente o que ocorreu com 37 vítimas de uma só vez, configura crime com multa e pena de reclusão de dois a seis anos… por que o criminoso foi apenas afastado e está sendo investigado através de reles “processo administrativo”? E as vítimas dos anos anteriores?
Esse episódio nos permite traçar um perfeito paralelo entre a degeneração da sociedade e a dos quadrinhos, pois ao mesmo tempo em que os pais supõem que seus filhos estão em segurança, os autores podem alegar que buscam promover ações politicamente corretas e inclusivas ao “estimular” crianças através de novas experiências com a diversidade…
CONSAGRADOS POR MONSTROS
Tendo sempre em mente que o código de ética foi sendo removido sem que muitos pais tivessem conhecimento disso, Douglas Wolk, o autor de “Reading Comics: How Graphic Novels Work and What They Mean” (Lendo Quadrinhos: Como Funcionam E O Que Significam As Graphic Novels), disse ao site The Atlantic em um artigo de 2009 sobre Alan Moore:
Se você pode criar um símbolo que se plante na cabeça de alguém, então você está fazendo mágica.
FONTE: THE ATLANTIC
Exatamente agora, por exemplo, estão se preparando para fazer “Homem de Ferro II” e, nesse sentido, você pode olhar para o Homem de Ferro como um feitiço lançado há 45 anos que só agora está se concretizando.
Estamos falando de cultura pop: coloque sua ideia na frente de muitos olhos e parabéns, você transformou o mundo.
Para quem não sabe quem é Alan Moore, seguem mais trechos do mesmo artigo que poderão servir como apresentação:
Moore é um ESCRITOR de quadrinhos. Em outras palavras, ele não desenha as figuras, embora a especificidade alucinatória de seus roteiros seja proverbial na indústria de quadrinhos: para o primeiro painel de Watchmen, suas instruções para o artista, Dave Gibbons, chegam a quase 700 palavras — “Dedos líquidos de sangue, grossos e escarlates, escorrem pela parede do meio-fio… listras berrantes de vermelho brilhante contra o cinza-concreto da pedra…”.
Se parte da missão dos escritores de quadrinhos nos últimos 30 anos foi recuperar e reinterpretar um mundo simbólico anterior, aparentemente esgotado, então Moore foi o sumo sacerdote desse ritual pós-moderno.
Este pode ser um bom momento para mencionar que Moore também é um mago praticante, ou seja, ele realiza rituais e convoca entidades ele e sua equipe são radiestesistas, videntes, observadores remotos, vagando dentro da rede de energia oculta supostamente delineada pelas seis igrejas do arquiteto Nicholas Hawksmoor em Londres.
Eles se encontram não em almoços de editores, mas em tangentes psíquicas.

A magia de Moore entrou em sua escrita de forma mais didática no Livro Quatro da série Promethea, onde oferece aos leitores uma visita guiada à cabalística Árvore da Vida, em cujos ramos encontramos empoleirados magos do século 20, como Aleister Crowley e o falecido artista Austin Osman Spare.
O aparente paradoxo apresentado aqui – um pós-modernista engraçado que adora no altar de Glycon – não é, dentro do mundo dos quadrinhos, nenhum paradoxo.
SEM SEGREDOS
A reveladora afirmação presente nesta última frase deveria ser suficiente para pôr qualquer cristão em estado de alerta, porém já estamos no tempo em que o mal não mais precisa se ocultar e, pelo contrário, se reveste com nomes desejáveis — progresso, cultura, liberdade — e camufla a sordidez de seu evangelho como propostas para “exercício da imaginação” ou coisas semelhantes…
Sinceramente considerei traduzir toda a entrevista que Alan Moore deu ao site Arthur em 2003, mas pela falta de recursos (tempo é dinheiro e vice-versa) vou lançar aqui apenas os parágrafos cruciais (clique no sinal “+” a seguir para ler):
Como o autor Daniel Pinchbeck destacou na edição de estreia da Arthur, no outono passado, a magia está acontecendo no mundo.
Não importa se você pensa na magia como uma metáfora poderosa, como uma noção de realidade a ser literalmente considerada, ou uma auto ilusão voluntária de perdedores e donas de casa da Nova Era… não importa: a magia está aqui, agora, como uma força cultural — Harry Potter, Buffy, Sabrina, Senhor dos Anéis, Jedi e, claro, Black Sabbath —, como parte de nossa retórica diária e, talvez, se você for tão inclinado, como algo verdadeiramente perceptível, da mesma forma que o amor e o sofrimento são reais, mas não quantificáveis.
A magia está aqui e é a época das bruxas e, sem dúvida, o publicamente assumido bruxo — ou mago, ou mágico, ou xamã — mais famoso no mundo ocidental é o autor de quadrinhos inglês Alan Moore.
Você pode conhecer Moore por sua criação de meados dos anos 80, Watchmen, uma história de mistério extremamente sombria e requintadamente estruturada, criada com o artista Dave Gibbons e que abordou, entre outros temas, super-heróis, a América Nixon-Reagan, o argumento de que “os fins justificam os meios” e a natureza do tempo e do espaço.
Watchmen foi um sucesso comercial e de crítica, ganhou vários prêmios e fez de Moore — um homem alto e parecido com Rasputin — uma estrela semi-pop por alguns anos.
Arthur: Como surgiu seu interesse em desenvolver sua feitiçaria? Como se tornar um mago afetou a maneira como você aborda seu trabalho?
Alan Moore: Brian Eno observou que muitos artistas, escritores, músicos têm um medo quase supersticioso de entender como funciona o que eles fazem para viver. É como se você fosse um motorista e tivesse receio de olhar embaixo do capô, com medo de que ele desaparecesse. Acho que muitas pessoas querem ter talento para compor ou qualquer outra coisa, mas pensam “bem, é melhor não examinar isso muito de perto ou pode ser como andar de bicicleta – se você parar e pensar sobre o que está fazendo, você cai”.

Arthur: Você trabalha principalmente com quadrinhos, o que é interessante, assim como tantos magos… — Bruxos? Feiticeiros? – estiveram envolvidos nas artes visuais no século passado.
Alan Moore: Uma das principais ideias ocultas do início do século passado, o que também é interessante porque era uma ideia científica, e essa foi a súbita noção da “quarta dimensão“, que inclusive era uma palavra da moda na virada do século passado. (…) Isso promoveu um estranho encontro entre cientistas e espiritualistas, porque os cientistas e os espiritualistas perceberam que muitos dos fenômenos-chave no espiritualismo poderiam ser completamente explicados se você simplesmente invocasse a quarta dimensão!
Duas madeiras de materiais diferentes, dois anéis de madeira, tipos diferentes de madeira, mas que nas sessões espíritas podem se entrelaçar… provavelmente.
Essa era uma coisa chamada “magia de palco” e a ideia de quarta dimensão poderia explicar isso: como você pode ver dentro de uma caixa trancada? Ou um envelope lacrado? Bem, em termos de quarta dimensão, você poderia. Assim como criaturas tridimensionais podem ver o interior de um quadrado bidimensional. Eles estão olhando de cima para baixo, de uma dimensão que os indivíduos bidimensionais não teriam.
Arthur: Qual é a vantagem de reconhecer que o que se faz um artista, ou apenas um ser humano, é mágico de alguma forma?
Alan Moore: A magia tanto me deu uma compreensão dos meus próprios processos criativos que eu não tinha antes quanto novas maneiras de acessá-los: todas as minhas performances foram germinadas com rituais mágicos.
Haveria um ritual mágico inicial onde esperaríamos inspiração divina ou qualquer outra coisa para nos dizer o que fazer.
E então, tendo recebido o que pensávamos serem nossas instruções, nós as cumpríamos ao pé da letra.
Estou muito satisfeito com os resultados que isso trouxe: são coisas que não teria criado se não estivesse abordando o trabalho dessa maneira particular.
Eu diria que estou realizando agora mais trabalho agora do que jamais fiz antes, mesmo quando, aos meus vinte anos, era uma jovem e elegante gazela saltando sobre os precipícios da minha imaginação. Acho que atualmente estou produzindo muito mais trabalho e também ficando mais satisfeito com a qualidade dele: fiz algumas coisas nos últimos anos que eu nunca poderia imaginar fazer antes.
Arthur: Sério? Mas você fez Watchmen antes de ser um mago. E From Hell…
Alan Moore: Tendo feito Watchmen — e particularmente From Hell — senti que talvez estivesse chegando a um limite quanto ao que poderia entender sobre escrever racionalmente, que se eu fosse ir mais longe na escrita teria que dar um passo além do racional… e magia era a única área que oferecia onde pisar após esse passo.
A magia também parecia oferecer uma nova maneira de ver as coisas, um novo conjunto de ferramentas para continuar: sei que não poderia continuar fazendo Watchmen repetidamente, mais do que poderia continuar fazendo From Hell repetidamente… também sei que naquela época nunca poderia ter feito nada como, digamos, Promethea, que é uma peça de construção incompreensível… e eu não estaria à altura disso.
Não é que eu nunca tenha feito nada de bom até descobrir a magia, mas descobrir a magia, ou pelo menos minha noção dela, me deu um pouco mais de ideia de como eu fazia essas coisas boas.
Arthur: Deixe-me ter uma pequena perspectiva aqui. Antes de 93 ou 94, você se considerava ateu. Mas você já sabia um pouco sobre o ocultismo, a julgar por algumas de vocês histórias e personagens…
Alan Moore: Bem, sim, mas novamente, como escritor, tenho que me interessar por tudo.
Então sim, eu era pelo menos tão conhecedor do ocultismo quanto qualquer escritor de quadrinhos de fantasia tem que ser, mas era apenas uma das coisas nas quais estava interessado… e era algo teórico. Meu interesse pelo ocultismo era “estou interessado no que as pessoas acreditam”, porque esses foram os termos em que eu vi e não havia como eu dizer se o que essas pessoas acreditam tem alguma base ou validade.
O que era interessante para mim era que as pessoas acreditavam nessas coisas. (…) E estas são experiências gnósticas: você as teve ou não as teve.
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Por exemplo: na primeira experiência que tive — e isso é muito difícil de descrever — me senti como se eu e um amigo muito próximo fossemos levados nesse passeio por uma entidade específica.
A entidade parecia para mim, e para meu amigo, ser… ser esse deus cobra romano do século II chamado Glycon… ou que o deus cobra romano do século II chamado Glycon é uma das formas pelas quais esse tipo de energia às vezes é conhecido.
Porque a cobra, como símbolo, percorre quase todos os sistemas mágicos, todas as religiões: nos sistemas de yoga, você tem a serpente Kundalini; nos mitos de criação dos índios amazônicos, você tem inúmeras serpentes que participam da criação… o mesmo com a Bíblia e a serpente no jardim do Éden; a serpente de Midgard deu três voltas ao redor do mundo!
É difícil encontrar uma religião que não tenha uma serpente em algum lugar.
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Quando você descobre que passou pelo menos parte de uma noite conversando com uma entidade que lhe diz que é um demônio goético específico que foi mencionado pela primeira vez no Livro de Tobias, nos Apócrifos… há tantas maneiras que você pode interpretar isso.
A maneira mais óbvia é que deve ter sido algum tipo de alucinação — ou que houve algum tipo de colapso mental ou algo parecido — e seria uma boa explicação se não houvesse outras pessoas com você e que tiveram experiências semelhantes ao mesmo tempo.
Então, quando você assume que isso foi algum tipo de experiência real, então tem que refletir se foi algo puramente interno — alguma parte de mim que eu dei um nome e rosto e projetei de alguma forma? — ou isso era alguma entidade totalmente externa que realmente era o que dizia ser e estava falando comigo? Isso é possível.
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Para mim, a IDEIA do deus É o (próprio) deus… não importa a forma que assuma!
Este é um dos problemas que, para mim, o cristianismo tem… e o cristianismo tem alguns conceitos adoráveis! Belos conceitos.
No entanto, o cristianismo também insiste em um Jesus histórico e se alguma vez fosse provado que Jesus não existia, todo o cristianismo cairia em pedaços. Não há razão para isso, mas seria, porque eles insistem que isso foi DEFINITIVAMENTE real, ele DEFINITIVAMENTE nasceu de uma virgem, ele DEFINITIVAMENTE morreu na cruz e então DEFINITIVAMENTE ascendeu fisicamente ao céu.
Tudo isso soa como besteira para mim. Isso soa francamente impossível. Isso não pode acontecer.
No entanto, você tem essa história maravilhosa e com integridade completa: como história tudo bem, pois é rica em simbolismo e em consciência moral, mas a insistência nesse pano de fundo histórico que é o problema.
FONTE: ARTHUR MAGAZINE
Ora, se tem sido proclamado que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como é possível que alguns dentre vós afirmais que não existe ressurreição dos mortos?
(1 Coríntios 15:12-19 – KJA)
Então, se não há ressurreição dos mortos, nem mesmo Cristo ressuscitou;
e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como igualmente é improdutiva a vossa fé.
Pior que isso, seremos considerados falsas testemunhas de Deus, porque contra Ele testemunhamos que ressuscitou a Cristo dentre os mortos.
Todavia, se é verdade que os mortos não ressuscitam, então, Ele também não ressuscitou a Cristo.
Porquanto, se os mortos não ressuscitam, nem o próprio Cristo foi ressuscitado!
E, se Cristo não ressuscitou, a vossa fé para nada serve, e continuais a viver em vossos pecados.
Sendo assim, também os que dormiram em Cristo estão perdidos.
Ora, se a nossa esperança em Cristo se restringe apenas a esta vida, somos os mais miseráveis de todos os seres humanos.
Em resumo, temos um homem capaz de pregar efusivamente sobre a felicidade e produtividade conquistadas após sua experiência junto ao deus serpente, inclusive admitindo que adicionava fragmentos de feitiçaria em seus trabalhos desde antes de sua “conversão”, mas que se declara incapaz de crer em Cristo porque, mesmo não possuindo evidências concretas para refutar, não pode crer que Ele tenha sido real!
Na íntegra da entrevista, Alan Moore expõe nomes de feiticeiros que lançaram mão de magia para atuar através das mais diversas expressões artísticas e essas são informações bastante curiosas que eu próprio só vim a descobrir enquanto pesquisava para redação do presente texto.
OBJETIVOS EXPOSTOS
De fato, acabei me deparando com conteúdo tão extenso e revelador das ações abertamente demoníacas que deveria fazer qualquer cristão verdadeiro simplesmente passar a, no mínimo, passar a usar de muita cautela para lidar com quadrinhos, sabendo que há carregam mensagens, rituais verdadeiros e outros “presentes” como esta declaração abominável de Grant Morrison — feiticeiro publicamente “adversário” de Alan Moore — que abaixo transcrevo:

A pomposa declaração pública de Moore sobre sua feitiçaria pode ter sido um fator que motivou Morrison a se dedicar totalmente à coisa dos “quadrinhos ocultos”, quando começou com “Os Invisíveis” em 1994. Em termos de “magia”, os dois acreditam em coisas muito diferentes: Grant Morrison é da escola de “magia do caos”, que pratica magia menos preocupada com regras e rituais e mais em tentar fazer as coisas.
“Magia do caos” pode ser feita de praticamente qualquer coisa, desde que se tenha a intenção correta: magos do caos tendem a gostar de misturar elementos de toda uma variedade de culturas e histórias diferentes para reinventar tudo para se adequar ao que quiserem, não encontrando problemas em fazer magia para ganho pessoal (ou para mudar o mundo) e não apenas para a transcendência humana.
“Os Invisíveis”, com suas 1500 páginas (59 edições), é uma obra-prima de literatura oculta escrita em forma de quadrinhos.
Seu enredo sinuoso conta uma única longa história (com vários subenredos) sobre um grupo de rebeldes ocultos usando magia para tentar libertar a humanidade, se opondo a uma cabala de magos negros em posições de poder e autoridade que tenta usar feitiçaria para controle e opressão.
É, simplesmente, uma das maiores séries de quadrinhos de todos os tempos.
De acordo com Morrison, para quem quiser acreditar em sua palavra como algo além de uma metáfora para a magia do caos, ele recebeu partes dessa história por alienígenas, quando foi abduzido por eles em Katmandu.
Todo a história foi intencionalmente projetada para funcionar como uma espécie de feitiço, destinada a criar poderosas mudanças na consciência de quem a lê.
Embora “Os Invisíveis” ainda não tenha seu próprio filme ou série de TV (provavelmente seja muito estranha e difícil de realizar), teve grande influência sobre uma tonelada de escritores de ficção científica e fantasia, bem como cineastas: particularmente, os criadores de Matrix foram fortemente influenciados por “Os Invisíveis”.
FONTE: BREAK.COM (TRANSCRITO EM THE PSYCHO PATH)
SEM LIMITES
Muito antes que toda a geração testemunha do surgimento dos quadrinhos partisse desse mundo, a tecnologia avançou exponencialmente para torná-los primeiramente animados e, mais recentemente, personificados em atores e através de muitos filmes.
A ilusão da inocência foi sendo destruída conforme personagens originalmente criados como expressão do bem e da moral foram sendo transformados pelas empresas possuidoras de seus direitos: longe de ser indivíduos com personalidade e história, até mesmo os mais poderosos super-heróis não passam de entidades puramente comerciais, sujeitos a infinitos “retcons“, “multiversos” e “elsewords” onde se tornam assassinos, perversos, obscenos, traidores, necrófilos… ou qualquer coisa que sirva para chamar atenção e aumentar as vendas.
Se no Brasil não foram desenvolvidos super-heróis com o mesmo potencial de mercado que os dos quadrinhos estrangeiros, quase tudo que tem sido ofertado como entretenimento infanto-juvenil pela televisão já conseguiu — além de obliterar quaisquer referências concretas ao cristianismo — incluir, disfarçando como “brincadeiras”, conteúdo mágico (vide “DPA – Detetives do Prédio Azul“) ou de apelo emocional através da comunicação com os mortos (vide, particularmente comentários sobre, “Os Valentins“)… até mesmo a consagrada Turma da Mônica dá sinais de que não conseguirá escapar do domínio maligno profetizado para esses dias:
Não é de hoje que o criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa, vem sendo provocado com a ideia de um personagem homossexual.
Se no universo da Turma da Mônica os personagens infantis não são sexualizados, alguém com tal orientação poderia aparecer na Turma da Mônica Jovem, por exemplo. Ou, considerando a turminha original, tal grupo minoritário poderia ser representado pelos adultos — por exemplo, com um personagem sendo filho de um casal gay.
Ideias do público não faltam mas sempre Mauricio procura tratar o tema com cautela. Desta vez, ele falou mais abertamente sobre o eventual projeto:
“Vem vindo aí… Estou esperando um pouquinho que esteja cada vez mais aceita a posição do gay, principalmente. Eu tenho um filho, bem, que se assume [homossexual] e eu adoro meu filho. Ele cuida de uma parte tão importante [da empresa], que é a de shows e espetáculos. E dá um nó no pessoal que já tem mais idade e mais experiência.
Não pode haver obstáculos para sensações. É uma maneira, uma atitude, é uma palavra que me foge agora… — hesita, como que medindo as palavras — de comportamento… Também não é comportamento, me foge a palavra.
Mas de qualquer maneira, acho que todos nós temos o direito de viver o que nos é agradável, necessário e nos faz bem. Mas, principalmente, se faz bem para mais de um, é melhor ainda. Acho que foi uma experiência muito boa para mim também.”
FONTE: BBC News Brasil
Quando um espírito imundo sai de uma pessoa, passa por lugares áridos procurando descanso, mas não encontra onde repousar.
(Mateus 12:43-45 – KJA)
Então diz: ‘Voltarei para a minha casa de onde saí’.
E, retornando, encontra a casa desocupada, varrida e arrumada.
Diante disso, vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, passam a morar ali.
E o estado final daquela pessoa torna-se pior que o primeiro.
Assim também ocorrerá com esta geração má!
No primeiro vértice da criação temos toda sorte de bruxos, feiticeiros, magos, membros de sociedades (não mais tão) secretas e progressistas enviando abertamente desde mensagens que outrora necessitariam ser subliminares até espíritos imundos portadores de feitiços, tudo tramado para, conforme expôs Grant Morrison, criar poderosas mudanças na consciência de quem lê.
Na outra ponta encontramos milhares, senão milhões de “casas desocupadas” — pois qualquer pessoa não habitada pelo Espírito Santo se qualifica como tal — sorvendo conteúdos contaminados (de revistas, desenhos ou canais do youtube) sem qualquer supervisão, na confiança de que estão sendo estimulados a exercitar sua criatividade: como pudemos ver, o fato de uma mensagem ser apresentada através de desenhos não torna seu conteúdo automaticamente seguro.
Por fim, no vértice final desse “triângulo de possessão intelectual“, vamos encontrar a “turma do deixa disso”, composta por energúmenos com ar de superioridade que, a cada ataque das legiões espirituais, corre para gritar que tudo isso “é só ficção” ou que não há liberdade de expressão na sociedade preconceituosa… ou quaisquer dessas palavras de ordem politicamente corretas que empestearam a humanidade, permitindo que as profecias relativas aos tempos finais se cumpram com exatidão.
Enfim, percorremos todo esse caminho de pesquisa para poder compreender que as “inocentes” histórias em quadrinhos, desde sua criação, nunca foram tão inocentes quanto gostariam de parecer e deveriam ser e infelizmente — tal qual os estudantes trancados com o “monstro das artes” em Salvador — os fãs e leitores dos personagens de quadrinhos, particularmente os mais novos e indefesos, podem ser atacados a qualquer momento.
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