O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo,mas o que profetiza edifica a igreja.E eu quero que todos vós faleis em línguas,mas muito mais que profetizeis;porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas,a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação. (1 Coríntios 14:4-5) FALANDO ENROLADO Continuando exatamente de onde parei na parte anterior, não duvido do dom de línguas e, para esclarecer tal questão, indico um excelente estudo (em QUATRO PARTES!) de Walter Andrade Campelo, do qual vou transcrever apenas um pequeno trecho: Já o dom de falar várias línguas (diversidade de línguas, existentes e inteligíveis, como relatado em I Coríntios) é algo que acompanha algumas pessoas até os dias de hoje, assim como também ocorre com o dom da palavra ou com o dom do ensino ou ainda com o dom de repartir liberalmente o que se tem. Entretanto, mesmo tendo isto em mente, vemos que existem várias passagens, relatando dons espirituais, que foram escritas após 56 d.C., onde o dom de línguas não é mencionado (…), sendo assim, não haveria mais a prática deste dom na Igreja, pelo menos não como algo comum. Podemos, entretanto, vê-lo ainda hoje em ação quando, por exemplo, há alguém que tenha a facilidade de aprender línguas, como o italiano ou seus diversos dialetos, e pregar em italiano, ou aprender alemão, e pregar em alemão, e que se disponha a assim agir para glória de Deus e edificação do corpo de Cristo. O Falar em Línguas, Hoje — Walter Campelo Andrade Diante dessas informações, o que podemos fazer quando nos deparamos com alguém que nos confronta dizendo: “eu recebi o dom de línguas”?Em primeiro lugar preste atenção na postura que tais pessoas geralmente assumem: um orgulho por apresentar um dom que emula suposta “intimidade” com o Senhor Deus, uma exibição de “superpoder” como se a pessoa soubesse algum segredo que não foi revelado na Bíblia e Deus, sendo estranhamente parcial, o tenha reservado apenas àqueles que Lhe são “próximos”?Tais atitudes apenas permitem que sejam formuladas algumas perguntas. A mais crucial: através dessas “línguas”, o que poderia ter sido revelado a eles que não esteja na Bíblia?Essa passagem pode nos ajudar com a resposta: Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo.Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. (Gálatas 1:8-9) Ora, isso coloca quaisquer manifestações de línguas estranhas numa situação delicada, pois se o que “dizem” está na Bíblia, todo o teatro dramático que se monta nesses momentos se torna patético, assim como desnecessário qualquer segredo em torno do conteúdo.Por outro lado, se as palavras ditas não estão na Bíblia… então a coisa vai ficar bastante mais dramática para o canalizador da revelação: Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que,se alguém acrescentar a estas coisas,Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro. (Apocalipse 22:18) Se formos observar com atenção, esse “dom” questionável não tem prestado para muita coisa em nossos dias, pois tanto a apostasia já está consolidada quanto, curiosamente, as empresas eclesiásticas onde ocorrem mais divisões (ou seja, o surgimento de novas “denominações”) são majoritariamente as adeptas desse sistema místico: são tantas as “biroscas gospentecas” que, sem lugar adequado para se estabelecer, estão tendo até que alugar imóveis residenciais para poder praticar suas gritarias, repetições e pregações de promessas veterotestamentárias que, apesar de excelentes ilustrações sobre a fidelidade a Deus, não passam de mentiras quando oferecidas como promessas aos gentios. Outra questão a observar é o fato de que a gritaria incomoda a vizinhança que, por medo de alguma “praga”, se cala.Porém, mesmo que reclamem (como foi o meu caso), os políticos não querem se indispor com sua massa ignorante de manobra eleitoral e o nome verdadeiro disso é imoralidade fora da lei, porém, se formos confrontá-los com a verdade dos fatos e da Palavra, corremos risco de nos tornar alvos de suas “orações de combate” — seria a nova versão da antiga “reza braba”? — onde qualquer um que venha a discordar de suas aberrações é qualificado como “filho do diabo” ou pior… Pelas atitudes descritas, fica fácil reconhecer quem está servindo ao diabo nesses casos!Mas a revelação da Bíblia é tão perfeita que até a arrogância dessas pessoas já estava prevista: Estes, porém, dizem mal do que não sabem;e, naquilo que naturalmente conhecem, como animais irracionais se corrompem.Ai deles!Porque entraram pelo caminho de Caim,e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão,e pereceram na contradição de Coré.Estes são manchas em vossas festas de amor,banqueteando-se convosco,e apascentando-se a si mesmos sem temor;são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte;são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas;Ondas impetuosas do mar, que escumam as suas mesmas abominações;estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas.E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo:Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos;Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios,por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram,e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele.Estes são murmuradores, queixosos da sua sorte, andando segundo as suas concupiscências,e cuja boca diz coisas mui arrogantes,admirando as pessoas por causa do interesse.Mas vós, amados,lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo;Os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências.Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito. (Judas 1:10-19) Está escrito lá, na Bíblia, sem precisar traduzir línguas estranhas nem nada!Precisa ser mais claro? E não é necessário ir muito longe para descobrir que a maioria desses são os mesmos que também ficam caindo pelo chão e se denominando através de um dilema anacrônico: ou não sabem
Possessões (Parte Dois)
É dessa parte em diante que, como se diz, “a porca torce o rabo”, pois muitos falsos cristãos covardes, mundanos e preguiçosos absorveram os famosos clichês “não devemos julgar” — contra o qual já registrei refutação com tão sólida base bíblica que até hoje não foi contestada (talvez também por conta do desafio registrado no final…) — e o “só o Senhor vai separar o joio do trigo”, com direito até a uma passagem explicativa: Ele, porém, lhes disse: Não;para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele.Deixai crescer ambos juntos até à ceifa;e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros:Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar;mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro. (Mateus 13:29-30) O trecho acima faz referência única e exclusivamente ao dia da colheita, ou seja, quando será dado o destino àqueles que forem joio, porém não há proibição para que, enquanto estão crescendo, não se possa fazer a distinção entre ambos: joio é joio; e trigo… é trigo!!!Aliás, antes de prosseguir, uma questão: Você leu a PRIMEIRA PARTE? O joio se beneficia da existência do trigo e lhe seria um grande lucro caso um dia pudesse se transformar nele, já o grão de trigo necessita de água, luz… elementos aos quais nunca terá acesso se envolto nos tufos da erva daninha que mimetiza sua forma nos estágios iniciais, correndo o risco de não se desenvolver corretamente e, no final das contas, até mesmo ser lançado fora junto com ela na hora da colheita! Isto posto, fica óbvio que é muito mais importante ao “cristão trigo” reconhecer o imprestável joio para, em prol de sua sobrevivência espiritual, poder aplicar as recomendações bíblicas acerca da separação que deve ser mantida entre os que se dizem irmãos sem que o sejam! Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador;com o tal nem ainda comais. (1 Coríntios 5:11) Um dos sinais mais evidentes de que estamos lidando com joio é quando ouvimos aquele testemunho de alguém que se “converteu” ouvindo alguma dessas musiquinhas gospel que nada têm do verdadeiro evangelho, ou seja: de acordo com a Bíblia (e não com a minha pessoa) não existe fé genuína cuja origem não seja a partir do “ouvir a Palavra de Deus”!!!São pessoas cuja fraseologia soa como cristã, mas cujo comportamento acaba revelando o total desconhecimento da palavra, sendo capazes de defender doutrinas vazias de respaldo bíblico apenas pela aparência de bondade e, além de tudo, covardes, maldizentes, possivelmente místicas e até mesmo profanas.Geralmente a fé de tais pessoas está depositada em seu “guru” (pastor, cantor, apóstolo…), em sua denominação, na música que a “convenceu” … ou até no dedo mindinho de seu próprio pé! Qualquer coisa, menos no verdadeiro Senhor Deus que apenas se revela integralmente através de Sua Palavra!!!A Bíblia é bem clara sobre esses: Olhai por vós mesmos, para que não percamos o que temos ganho,antes recebamos o inteiro galardão.Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo,não tem a Deus.Quem persevera na doutrina de Cristo,esse tem tanto ao Pai como ao Filho.Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina,não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis.Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras. (2 João 1:8-11) Diante disto, fica óbvio que essas tantas musiquinhas gospel manipuladoras de emoção, mas vazias da genuína Palavra e cantadas até em parceria com infiéis nunca — em hipótese alguma! — podem ser classificadas como “pregação do evangelho”, pois a maioria não passa de falsas promessas: egocêntricas, humanistas, rejudaizantes… cujo objetivo maior é apenas gerar lucros para os envolvidos nessa estrutura comercial e, como efeito colateral, aumentar o público consumidor através da proliferação desse falso evangelho — fermento que multiplica o joio — característico da apostasia profetizada. POSSESSÃO EMOCIONAL Destaco que ao longo desse estudo o termo “possessão” é aplicado no sentido de “controle”, ou seja, não necessariamente uma referência direta à “canalização”.Outro detalhe relevante é que nem mesmo são necessários rituais religiosos ou evidente atuação demoníaca para que isso ocorra: basta a manipulação emocional do alvo, seja apenas um indivíduo ou toda uma plateia.Um exemplo de ferramenta utilizada para isso são algumas músicas especialmente criadas para induzir o público a embarcar numa verdadeira “montanha russa” de sensações que podem variar da “alegria eufórica”, passar pelo “triunfalismo injustificado” e, geralmente, alcançar seu ápice com o “quebrantamento vazio” (a saber, aquele onde não há verdadeiro arrependimento pelo pecado, mas se chora por coisas absurdas como “os pecados da nação” — coisa particularmente inútil e desnecessária, pois cada um dará contas de si mesmo… — ou a entrega de falsas profecias). A primeira vez em toda a minha vida que admiti a possibilidade de estar vendo “cristãos” possessos por espíritos demoníacos foi no início de 2006, ao assistir o tenebroso DVD “Nos Braços do Pai” e testemunhar a idolatrada Ana Paula Valadão demonstrando diversas formas de possessão através de vídeos contidos na análise — atualmente fora do ar — “Afogando-se na Lagoinha”.Em determinado momento do vídeo aquela mulher se ufana de estarem mais de um milhão de pessoas presentes naquele ritual estranho, fator que potencializa o nível de influência emocional, pois para permanecer impassível no meio de tanta gente se debulhando em lágrimas se faz necessário muito conhecimento bíblico e discernimento. Os arranjos harmônicos, as frequências sonoras — principalmente os graves capazes de fazer vibrar a caixa torácica tal qual um estimulador— e, principalmente, a desnecessária voz chorosa da vocalista são alguns dos recursos “sujos” utilizados no processo de dominar a mente da plateia pelas sensações, subjugando qualquer razão ou resistência e permitindo enfiar qualquer teologia espúria que inventarem goela abaixo: é tanto choro manipulado e emocionalismo que ninguém mais ali é capaz de pensar!!! Alguns dirão: “Ora… não importa o emocionalismo desde que ali ocorram conversões!!”Quem afirma isso já revela que pode estar enquadrado na próxima categoria de possessão desse estudo, pois,
Possessões (Parte Um)
Apesar de já estar popularizado e ser bastante conhecido, o termo “possessão” ainda é capaz de causar impacto.Provavelmente, ao ouvi-lo, muita gente logo imagina pessoas de olhos virados, com vozes estranhas e toda uma variedade de outras possíveis características anormais…Só que nem sempre é dessa forma! A possessão, ao contrário da legítima ação do Espírito Santo (que ocorre a partir do momento de seu recebimento e permanece completamente sujeita ao controle consciente do indivíduo), pode ser detectada através de diferentes tipos de comportamento de quaisquer criaturas — independentemente de suas boas ou más intenções — que não tenham passado pelo verdadeiro processo de “conversão” ao cristianismo. Outra importante informação de conhecimento imprescindível antes de prosseguirmos: TODA POSSESSÃO É MALIGNA, ou seja, não existe a mínima possibilidade de que tais fenômenos sejam operados por Deus ou por qualquer ser espiritual a Ele submisso. Geralmente os “não cristãos” buscam amenizar o impacto negativo da palavra “possessão” utilizando o termo “canalizar” para os contatos espirituais nos quais se promove a ilusão de que existe algum bom sentimento relacionado às manifestações de “espíritos familiares” ou “desencarnados”: geralmente ainda de luto e ávidos por algo que amenize a dor da perda, logo se rendem diante de qualquer “segredo” que lhes seja citado pela entidade possessora, apressando-se a identificá-la como manifestação de seus queridos entes falecidos. Tolo é quem pensa que paredes, portas, cofres ou segredos são capazes de impedir o acesso dos seres espirituais que, na realidade e sob a perspectiva bíblica, nada mais são do que manifestações dos espíritos que se uniram a Satanás em sua rebelião contra o Senhor Deus. É comum que, ao final dos filmes, os espíritos do mal se liquefaçam, queimem ou explodam, mas, ao contrário do que apresenta a mídia, seres espirituais não “morrem”: a Bíblia menciona sua “expulsão”, mas nunca destruição, revelando que o encerramento de suas ações malignas só ocorrerá após o juízo final Apocalipse 20:10.Tais seres espirituais podem assistir à vida inteira de um ser humano da mesma forma que assistimos a um filme da sessão da tarde, sendo, após o falecimento de seu “alvo”, capazes de mimetizar perfeitamente algumas de suas características físicas e psicológicas, conseguindo emular a própria personalidade do falecido e convencendo até mesmo seus próprios familiares, especialmente diante da citação de alguns dos “segredos mais bem guardados” dessa pessoa, de que encontraram uma forma de contato válida a ser mantida. Sobre essa armadilha emocional, a Bíblia nos apresenta a única perspectiva aceitável acerca das supostas “mensagens psicografadas” que tanto comovem e impressionam as pessoas: E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós,de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam,nem tampouco os de lá passar para cá.E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai,Pois tenho cinco irmãos;para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento.Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.E disse ele: Não, pai Abraão;mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão,ainda que algum dos mortos ressuscite. (Lucas 16:26-31) QUEM É JOIO? E TRIGO… QUEM É? Por incrível que pareça, não vamos nos concentrar nas práticas absolutamente antibíblicas dos necromantes e consulentes de “mortos”, mas apresentar as diversas “modalidades” de possessão, visando possibilitar aos leitores a identificação de indivíduos cujo comportamento, por não se adequar ao “modelo clássico”, poderia passar relativamente despercebido. Para isso será de extrema utilidade conhecer (ou relembrar) as citações bíblicas (já apresentadas em “falsas promessas”) através das quais podemos nos certificar de que estamos lidando com um cristão autêntico ou com alguém que apesar de soar e agir parecido, acaba não passando de uma falsificação e, catastroficamente, tão passível à possessão quanto um incrédulo. A ORIGEM DA FÉ Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.Como, pois, invocarão aquele em quem não creram?E como crerão naquele de quem não ouviram?E como ouvirão, se não há quem pregue?E como pregarão, se não forem enviados?Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz;dos que trazem alegres novas de boas coisas.Mas nem todos têm obedecido ao evangelho;pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação?De sorte que a fé é pelo ouvir,e o ouvir pela palavra de Deus. (Romanos 10:13-17) A leitura atenciosa dessa passagem revela que a ÚNICA FORMA BÍBLICA E VÁLIDA para se alcançar a salvação é o EXERCÍCIO DA FÉ VERDADEIRA, que só pode ser praticado mediante o conhecimento da Palavra de Deus.Tendo foco neotestamentário, é bastante curioso notar que simplesmente não existem relatos de pessoas que se achegaram a Cristo ouvindo musiquinhas com cinco mil repetições ou ao assistir gazelas esvoaçantes dançando… pelo contrário, os cânticos são recomendados para que sejam entoados APENAS ENTRE OS PRÓPRIOS CRISTÃOS, vejam meus grifos nessa passagem: Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados;E andai em amor, como também Cristo vos amou,e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.Mas a prostituição, e toda a impureza ou avareza,nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos;Nem torpezas, nem parvoíces, nem chocarrices, que não convêm;mas antes, ações de graças.Porque bem sabeis isto:que nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra,tem herança no reino de Cristo e de Deus.Ninguém vos engane com palavras vãs;porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.Portanto, não sejais seus companheiros.Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor;andai como filhos da luz(Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade);Aprovando o que é agradável ao Senhor.E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as.Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe.Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz,porque a luz tudo manifesta.Por isso diz:Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos,e Cristo te esclarecerá.Portanto, vede prudentemente