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O Prêmio Do Jejum

Como Não Inutilizar Seu Esforço

Se as Escrituras nos previnem de que neste mundo teremos aflições, devemos saber também que tempos difíceis exigem medidas extremas: falar a Verdade, por exemplo, pode causar verdadeiros choques nos que vivem de alienações politicamente corretas e sinalizações de virtude vazias.
Enquanto cristãos legítimos são capazes de reconhecer que a humanidade nunca tinha provado tão profunda degeneração, o mundo, inclusive os falsos cristãos, não cessam de encerrar seus discursos e projetos falando sobre as expectativas de que suas ações — particularmente a aquiescência com os pecados — vão colaborar para um “mundo melhor”…
Apesar de tais autoproclamados “anjos de luz” apresentarem narrativas recheadas de boas intenções, infelizmente não resistem a uma inspeção minuciosa à luz das Escrituras e, quando têm suas deturpações e heresias reveladas, ao contrário de reconhecer os erros e se arrepender, se revestem de petulante (e infundamentada) superioridade e se lançam a confrontos onde preferem ameaçar do que simplesmente consultar a Palavra.
Entre as tantas frases desafiadoras que esses filhos do inferno já me enviaram, há alguns “lugares comuns” que posso demonstrar no que seria um tipo de formulário padrão para manifestação dos falsos cristãos expostos:

Você que (confrontou / expôs / discordou) de (qualquer uma das práticas divulgadas, por mais abjeta que seja) que é promovido pelo (nome da estrelinha gospel / empresa ou franquia eclesiástica), me responda:
Quem é seu pastor? Qual sua igreja?
Já jejuou quantos dias esse ano?
Quanto tempo por dia você fala ou passa com o Senhor?!?

Até parecem palavras de um santo indignado e podem vir a calam muitos que não sabem discernir ou se esquivar das verdadeiras armadilhas infernais contidas nessas perguntas, mas, infelizmente, os tantos anos que passei enfrentando possessos intelectuais, emocionais ou literais acabaram por me tornar calejado de tanto repetir as mesmas coisas a cada manifestação e, a seguir, vou expor o possível mal oculto por questões aparentemente tão simples.

OBSERVANDO DETALHES

Ao falarmos do Evangelho sem mistura e apontarmos erros, enganos e heresias, o objetivo nunca são os indivíduos, porém os atos postos em prática. Não se iluda a respeito de quem possa estar formulando tais questões — seja algum famoso pastor, seja uma dedicada dona de casa —, pois a situação do ser humano que as formulou não irá torná-las mais ou menos aceitáveis.
Certa ocasião (há uma década, na época dos fóruns e grupos) fui explicar sobre os graves enganos místicos promovidos por uma mulher cujos atos — por sinal absolutamente avessos às Escrituras — contrariavam abertamente as afirmações de que era cristã. Então ela ficou furiosa e se levantou afirmando que eu estava falando contra uma dona de casa, mãe de três filhos e que seria processado por calúnia e difamação, mas parece que minha resposta mudou sua opinião:
— Será que as ateias, idólatras, místicas, seguidoras de outros deuses, maçônicas, bruxas e satanistas… não têm filhos nem podem ser excelentes donas de casa?!? Ora pois que muitas delas só não sacrificam a alma pura de seus filhos em um aborto para que mais tarde possam contaminá-las pela dedicação à Afrodite! Infelizmente não posso me importar muito em fazer as pessoas se sentirem felizes e bem consigo mesmas, antes apresento a inconveniente verdade para que, pelo arrependimento por suas práticas, possam alcançar a salvação e a vida eterna!

LEVE-ME AO SEU LÍDER!

Quando alguém que você nunca viu, principalmente pela internet, pular de forma autoritária e perguntando sobre sua igreja ou pastor, reconheça imediatamente como uma tentativa de intimidação.
Primeiramente tente verificar de qual localidade aquela pessoa está se expressando, pois quanto maior a distância, mais inútil é a resposta! Porém, ainda que exista alguma proximidade geográfica, qual a utilidade dessa informação?
Será que essa pessoa — que normalmente não tem qualquer argumento bíblico para refutar o assunto que causou sua revolta — vai remeter uma carta contendo reclamação formal à sua empresa eclesiástica pedindo que seu pastor impeça sua expressão, imponha alguma forma de castigo ou retire a inexistente e ilusória “cobertura espiritual”? Será que precisa de tais informações para endereçar uma oração imprecatória através Deus?

Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; porventura não sois carnais?
Pois, quem é Paulo, e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes,
e conforme o que o Senhor deu a cada um?
Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.
Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.

(1 Coríntios 3:4-7 – ACF)

Se pelo âmbito espiritual tal tipo de questão se revela obviamente inútil, ao conhecermos informações acerca da estrutura sobre a qual foram formadas muitas das franquias eclesiásticas existentes no Brasil — como, por exemplo, os Batistas — ela pode passar a fazer algum sentido se formos pensar na estrutura influente e hierárquica das sociedades secretas atuantes por todo o mundo!
De fato, caso seu pastor tenha ligações com essa fraternidade, o fornecimento de tais informações permitiria toda sorte de pressões, a começar pela financeira, contra ele e, de acordo com o grau de incômodo que suas palavras possam representar, é possível que muitas “coincidências” — demissão, vandalização de bens, conflitos e prejuízos inexplicáveis… — também possam até passar a ocorrer em sua vida.

DOS MEUS JEJUNS CUIDO EU!

Só há duas possibilidades de classificação para toda e qualquer pessoa capaz de exigir resposta acerca de sua prática de jejum: ou é analfabíblico absoluto — totalmente ignorante das Escrituras — ou um extremamente sagaz servo de Satanás!
Para compreender esta minha afirmação basta lembrar do que foi dito pelo próprio Senhor Jesus Cristo:

E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas;
porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam.
Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto,
Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto;
e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.

(Mateus 6:16-18 – ACF)

Sempre considerando palavras de Cristo como axiomas, não podemos deixar de destacar que, diferentemente dos totalmente abolidos sacrifícios veterotestamentários, o jejum se revestiu de novo significado e objetivo no tempo da Graça: se antes poderia ser considerado uma “moeda de troca” pela realização de algum objetivo ou “pedágio” para o arrependimento, após Cristo dar o Espírito Santo a todos os que n’Ele creem, o ato de jejuar passou a servir exclusivamente e apenas para o próprio fortalecimento espiritual!

De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.

(Romanos 14:12 – ACF)
Siga os exemplos de fé, nunca a ritualística!

Ao contrário dos vários episódios do Antigo Testamento, onde encontramos relatos de sacrifícios e jejuns israelitas pelo perdão de outras pessoas e até mesmo nações inteiras, no Novo Testamento os cristãos jejuam apenas para mortificar a própria carne e, através disso, conhecer e ter maior capacidade de submissão, gostando ou não, à vontade Soberana do Senhor!
Tal aperfeiçoamento individualista inclusive é reforçado pelas próprias palavras de Cristo, bastando que aos outros homens se configure a aparência de jejum para que isto se torne no próprio galardão, de modo que o conceito israelita de jejum conjunto acaba sendo esvaziado: sabemos que os cristãos do Novo Testamento jejuaram, mas não há especificação de duração, método e apenas em uma das referências é revelado um claro objetivo.

E, repreendeu Jesus o demônio, que saiu dele, e desde aquela hora o menino sarou.
Então os discípulos, aproximando-se de Jesus em particular, disseram: Por que não pudemos nós expulsá-lo?
E Jesus lhes disse:
Por causa de vossa incredulidade;
porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.
Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.

(Mateus 17:18-21 – ACF)

Você consegue imaginar alguém chegando para expulsar demônios e dizendo que jejuou para expulsá-los?!
Particularmente falando, em nenhuma das ocasiões em que me deparei com possessões houve agendamento: os endemoniados pulavam de repente e a oração de repreensão nunca foi feita em meu nome, mas sempre n’O nome do Senhor Jesus Cristo… e funcionava!
Então ou qualquer pretenso “libertador” leva uma vida onde pratica individual, regularmente e em segredo o jejum ou então vive apenas para atuar nos teatrinhos tão comuns entre as legiões de energúmenos que lotam as empresas e franquias eclesiásticas de nosso tempo: mais importante que expulsar demônios indistintamente é tornar a casa habitada pelo verdadeiro Espírito Santo!

Agora que sabemos o elevado nível de sigilo exigido para que a prática do jejum seja bem sucedida, vamos falar sobre uma das coisas mais inúteis e constrangedoras da vida cristã: aquele momento quando alguém vem entre o solene e o espiritual, confessar que fez ou está fazendo jejum por (qualquer questão em) sua vida.
Em primeiro lugar, se tal questão não for a consolidação da vontade do Senhor, podem se unir ela e milhares de outras pessoas passando fome até a morte que — como dizem os jovens — simplesmente “não vai rolar”: se o objetivo em questão acontecer ou não, pode ter certeza de que não foi por causa (ou culpa) dessa pessoa!

Em segundo lugar, considere a provável afetividade demonstrada, mas não fique com muita pena, pois não faltam pessoas com vontade de exibir extrema espiritualidade, mas que sequer chegaram a realizar o tal jejum, mas dizem tais coisas apenas para se promover e, pela influência emocional, até mesmo exercer algum poder sobre você!
Por último e por favor, dê alguma coisa a essa pessoa — um pirulito, uma banana, dez reais para um “PF”… — pois qualquer recompensa proveniente desse jejum foi automaticamente cancelada no ato da exposição e esse prêmio de consolação” será a única coisa que poderá ganhar após tamanho esforço…

Outro caso curioso é o dos líderes que chegam trazendo alguma “revelação” que estabelece um período de jejum aos membros de sua empresa eclesiástica…
Ora bolas: se o Espírito Santo foi dado a todos os que creem e aquele papo de sumo-sacerdote humano acabou junto com a Lei, esse movimento necessitaria ser testificado individualmente por todos e cada um dos membros daquela congregação, inclusive os ausentes naquele momento, para que realmente pudesse ir além da mera aparência de piedade e ser considerado espiritual!

Quem verdadeiramente conhece a Palavra sabe que é tão rei e sacerdote quanto eu ou quanto qualquer outro cristão — independentemente do título honorífico atribuído — em nosso tempo, de modo que essas dramáticas convocações para jejum (inclusive as de caráter político e de abrangência nacional) acabam não passando de premissa para manipulação emocional e intelectual, ainda mais se formos considerar que organismos debilitados são influenciados ou dominados com muito mais facilidade.
Pior ainda é que certas empresas eclesiásticas ainda oferecem oportunidades para que tais pessoas possam testemunhar sobre sua “experiência faquir”, tomando tempo do culto que deveria ser prestado a Deus para narrar o quanto de fome foi espiritual e heroicamente capaz de passar…
Não esqueçam de premiar esses também… talvez com pirulitos!

ESTRATAGEMAS INFERNAIS

Infelizmente entre os cristãos da atualidade esse tipo de vaidade está longe de ser equilibrada pela prudência e, provavelmente cientes dessa fraqueza, os demônios e seus servos lançam mão de alguns estratagemas: o primeiro é o da ignorância desatenta, pois Cristo disse bem especificamente que AQUELA DETERMINADA ESPÉCIE de demônios só poderia ser expulsa com jejum e oração, ou seja, ainda que não nos tenha fornecido uma enciclopédia detalhada das hostes infernais, nos permitiu entender que há outras castas demoníacas contra as quais não se faz necessária tão específica preparação!
A sagacidade infernal manobrou de forma a levar os cristãos a simplesmente vincular toda e qualquer possessão imediatamente à necessidade de jejum, atitude não tão comum nas sociedades ocidentais modernas e, através disso, incutiu em boa parte dos cristãos o receio de ser encontrados despreparados para qualquer repreensão.

Existem aqueles que jejuam?
De fato, não podemos negar que há pessoas diligentes e capazes de programar ciclos regulares de jejum, mas infelizmente já pude constatar que tais “guerreiros espirituais” acabam se tornando vaidosos e jactantes de suas práticas: certa ocasião um desses “super crentes” se irritou com algum dos meus textos e, em vez de utilizar o comum “você tem jejuado / orado?”, lançou uma questão extremamente específica dizendo “já jejuou quantos dias esse ano?”!!!
Ora pois que se eu — por vaidade, humildade ou ignorância — logo falasse as marcas de “j” no meu calendário, receberia imediatamente o galardão por elas ou, para quem não entendeu, invalidaria toda e qualquer preparação que tivesse realizado!
Imediatamente reconheci naquela pessoa um servo de Satanás possesso por legiões, desses que atuam expulsando demônios dentro das empresas eclesiásticas apenas para que, mais tarde, eles possam retornar multiplicados por sete às casas intencionalmente mantidas com danças, emoções, promessas… mas absolutamente vazias de Palavra, Verdade e, consequentemente, do próprio Espírito Santo!

DO QUE AS EMPRESAS ECLESIÁSTICAS
ESTÃO REPLETAS?

LEGIÃO DE ENERGÚMENOS

Entendi que ali estava sendo travada uma batalha de sutileza e inteligência — onde o adversário ou era um completo imbecil bíblico ou sabia tanto como quem estudou as Escrituras por milênios — então simulei a admiração dos que se deparam com uma autoridade e questionei de volta:
— Sem dúvida o jejum e a oração são A BASE para o conhecimento de Deus e para a vida cristã… acho até que estava esquecendo disso! Por favor, me conte: você tem orado e jejuado muito?

Pode até ser uma dessas coincidências da vida, mas aquela criatura nunca mais me respondeu: se fosse apenas um analfabíblico vaidoso certamente se incharia para contar que jejuava toda semana ou coisa parecida!
Sim, admito que agi de forma capciosa, mas caso tivesse recebido a resposta do orgulho… garanto que não deixaria de tentar enviar uma banana para ela.

O JEJUM, A CABEÇA DE BACALHAU E A EXCEÇÃO

De fato, qualquer um que sentir o direcionamento do Espírito Santo para realizar um período de jejum deve ter plena consciência de que essa prática há de ser tratada exatamente como a famosa “cabeça de bacalhau” no Brasil: até podemos saber que ela existe, mas quase ninguém viu alguma pessoalmente!
A única pessoa que realmente precisa e não pode deixar de saber que você está em jejum é seu cônjuge, conforme explica o apóstolo Paulo:

Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo,
para vos aplicardes ao jejum e à oração;
e depois ajuntai-vos outra vez,
para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência.

(1 Coríntios 7:5 – ACF)

É interessante e bela a clareza empregada ao instruir que o tempo de privação não deve ser prolongado: infelizmente já soube de casais que destruíram seu relacionamento usando a desculpa do jejum para se manter afastados ininterruptamente até que durou por anos!! Na verdade a falsa busca pela espiritualidade suprema se revelou como pura falta de atração e resultou em divórcio… isso, definitivamente, não encontra qualquer respaldo bíblico.
Notem porém que mesmo quando apenas um dos dois esteja se dedicando a um período de jejum, a expectativa é de que o outro seja capaz de, pelo menos, demonstrar compreensão e solidariedade: isso significa não ficar passando nu perto do jejuador, nem comendo aquela comida ou doce deliciosos…

ESMOLAS E ORAÇÕES

Também estão registradas nas Escrituras todas as instruções deixadas por Cristo para que possamos tanto orar quanto praticar boas ações (esmolas, doações, ações de caridade…) corretamente, mas para não tornar o texto muito longo, vou deixar para a próxima publicação: não perca!

CONCLUSÃO

Enfim e de acordo com a Palavra, jejum é uma prática onde se mortifica a carne e seus desejos na intenção de se alcançar um fortalecimento espiritual PESSOAL, ou seja, aprender e se capacitar para suportar situações cada vez mais difíceis: em lugar algum da Bíblia o jejum aparece como meio de se obter alguma vantagem, principalmente material e/ou para si próprio, junto ao Senhor.

Do mesmo modo e para encerrar, a oração é, em nome do Senhor Jesus, um canal direto de comunicação com o Pai — mesmo que Ele já saiba de cada uma de nossas necessidades —, porém o ato de orar sem conhecer e em desobediência às Escrituras nunca vai proporcionar edificação, mas, infelizmente, pode acabar descambando para o misticismo: ao contrário da tecnologia de aprendizado apresentada no filme “Matrix”, o Senhor Deus não vai te ensinar o conteúdo das Escrituras por “transmissão de pensamento” durante alguma oração!
Muitos podem até falar de forma bastante parecida com a de um cristão, porém mais cedo ou mais tarde algum chato (tipo eu) vai acabar percebendo que lhe falta conhecimento e prática no manejo d’A Espada da Verdade, tornando-os a si próprios e a todos que seguem suas dissoluções em presas fáceis para as astutas ciladas daquele que busca incessantemente por vítimas a quem possa tragar.

E, quando orares, não sejas como os hipócritas;
pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens.
Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto;
e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.
Não vos assemelheis, pois, a eles;
porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.

(Mateus 6:5-8 – ACF)

Desse modo espero ter esclarecido que a maior parte das orações públicas e certamente todos os jejuns publicamente convocados após a glorificação de Cristo tiveram seu galardão em si próprios e em sua grandiosa aparência de boas intenções: o Senhor Deus não muda seus propósitos nem aceita chantagem!
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Parafraseando o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24: que a graça e a paz sejam conosco, todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade, hoje e para todo o sempre!

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Teóphilo Noturno
Teóphilo Noturno
A Verdade, assim como um remédio, pode até ser amarga... mas é o único caminho para a salvação.

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