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O Rapto Dos Batistas Brasileiros

Uma Franquia Eclesiástica De Raízes Podres

Vai tão longe 2005, mas lembro exatamente dos eventos dramáticos que se sucederam após o dia em que identifiquei a apostasia estabelecida na igreja batista que chamava de “minha”: nunca pedi a Deus por coisas como poder e autoridade, mas desde então acabei me comunicando com tantos e diversos pastores — na acepção profissional do termo — que acabei desmistificando a ilusória aura sacrossanta atrás da qual muitos não conseguiam deixar de esconder para acabar aprendendo que o tempo inteiro estamos lidando apenas com homens… uma vez que “pastoras” são nada mais que anátemas espinhosas de egos arrogantes.
O fato é que a jornada acadêmica trilhada até que se alcance o título honorífico de “pastor”, acaba desvirtuando qualquer vocação espiritual legítima até que se construa um profissional pronto para defender ferozmente sua franquia eclesiástica empregadora ou, pior que isso, que invente absurdas dissenções teológicas que o levem a inaugurar sua própria empresa… mais uma nessa enxurrada que só serve para blasfemar o caminho da Verdade.

Não posso negar que há homens de bons corações e intenções dentre tantos, mas até os que não tiveram suas mentes cauterizadas ao ponto de ignorar as partes das Escrituras em conflito com suas doutrinas denominacionais… correm sério risco de sucumbir às necessidades financeiras, silenciando diante da Verdade que vislumbraram para permanecer assalariados e dentro do sistema.

Por mais de um ano pude conviver com um ex-pastor assembleiano que rompeu com o sistema: aquele era um homem verdadeiramente vocacionado e se comprazia em expor a Palavra ao público. Foi ele quem me relatou muitos episódios tenebrosos como, por exemplo, o dia em que um renomado pastor (ou já era bispo?) e seus jagunços armados invadiram uma sessão de votação… apenas para “fazer prevalecer a vontade de Deus” e impedir a cisão de uma convenção que, por acaso, era um monopólio sob seu controle.
Foi esse meu querido amigo que migrou para a denominação presbiteriana e se apaixonou pelas institutas, se aprofundando nos estudos e, exercitando sua vocação, logo era professor na classe dos jovens. Infelizmente daí começaram a surgir episódios estranhos relacionados à forma como alguns líderes presbiterianos não apenas toleram, mas alguns são praticantes apaixonados da maçonaria, um inclusive compartilhou efusivamente o relato de como “irmãos” desconhecidos e identificados através de sinais o auxiliaram em uma emergência durante viagem ao exterior…
Por fim, entendeu que não apenas sua vocação, mas até mesmo seu batismo era inválido aos olhos daquela franquia e que teria de, como um novo convertido, se batizar novamente para, talvez ser indicado a cursar — novamente — todo um curso de graduação pastoral dentro das normas daquela empresa.

A MAÇONARIA E O CRISTIANISMO

Todos esses detalhes acabaram refreando meu entusiasmo pelo presbiterianismo e, é claro, me levando a aprofundar minhas pesquisas tanto sobre a denominação quanto sobre a maçonaria: o site maçônico onde encontrei as informações a seguir já foi até mesmo removido da internet e, justamente por isso, creio ser válido complementar com informações de outro site maçônico ainda funcional e publicar fatos que contam com o devido respaldo documental:

ESTATUTOS

Em 1723 foi publicado o primeiro estatuto da novel organização (A Grande Loja de Londres) conhecido mundialmente como “Constituições de Anderson”, por ter sido compilada e redigida pelo Rev. Presbiteriano James Anderson (1680-1739).
Outros dizem ser as “Constituições” obra de seu prefaciador, o Rev. Anglicano João Teófilo Desaguliers (1683 – 1744) de família huguenote francesa que emigrou para a Inglaterra após a revogação do Édito de Nantes.

INFLUÊNCIA PROTESTANTE

É inegável que a Maçonaria Moderna foi organizada sob influencia protestante. Os redatores do primeiro Estatuto (Anderson e Desaguliers) por suas crenças, não poderiam deixar de introduzir princípios evangélicos na nova organização, principalmente devido ao fim a que ela se destinava.
Provavelmente devido a tais princípios, a Maçonaria se desenvolveu muito nos países onde predominava a influência protestante (Inglaterra. Alemanha e América do Norte), propagando-se depois para o resto do mundo.

A MAÇONARIA E OS BATISTAS NO BRASIL

A maior organização Protestante-Evangélica dos Estados Unidos da América, a Convenção Batista do Sul, responsável através da Junta de Richmond pela implantação do trabalho Batista no Brasil, possuía, naquela época, e, ainda hoje, possui um grande número de membros Maçons.

Os emigrados dos EUA que se estabeleceram em Santa Bárbara, São Paulo, fundaram, nessa cidade, a primeira Igreja Batista em solo brasileiro, em 10 de setembro de 1871, pelo Maçom e Pastor americano Richard Ratcliff (1831-1912); fundaram, também, em 1874, a Loja Maçônica “George Washington”, onde se encontravam oito Batistas, sendo que, pelo menos, cinco deles foram também fundadores da Primeira Igreja e, entre eles, o Maçom americano, Pastor Robert Porter Thomas (1825-1897).
O Pastor Thomas foi interino, por diversas oportunidades, tanto na Primeira Igreja, quanto na Igreja da Estação 2ª, fundada em 02 de novembro de 1879, pelo Maçom americano, Pastor Elias Hoton Quillin (1822-1886).
O pastorado, interino, do Pastor Thomas, nas duas Igrejas, somou cerca de 30 anos de profícuo trabalho, sendo o que mais tempo pastoreou tais Igrejas.

Em 12 de julho de 1880, a pedido da Igreja da Estação 2ª, foi formado um Concílio reunindo as duas Igrejas, para Recepção e Consagração ao Ministério do Irmão Antônio Teixeira de Albuquerque (1840-1887), tendo sido batizado pelo Pastor Thomas.
Foi moderador do Concílio, realizado no salão da Loja Maçônica, o Pastor Quillin, conforme consta na carta, subscrita pelo moderador e o secretário do Concílio, ao Foreign Mission Board of the Soufhern Baptist Convention (Richmond, USA).
DestacAMoS o fato curioso de que o Primeiro Pastor Batista Brasileiro, além de ter sido batizado por um Pastor que era Maçom foi ainda consagrado ao Ministério da Palavra no salão da Loja Maçônica.

É importante recordar que a Igreja em Santa Bárbara era uma Igreja missionária. Foi ela que insistiu e conseguiu que a “Junta de Richmond” nomeasse missionários para o Brasil, estabelecendo-se, então, em Santa Bárbara, a “Missão Batista no Brasil”.
O primeiro missionário foi o Pastor Quillin, em 1878, com sustento próprio. Seguiram-se, sustentados pela “Junta”, sendo todos Maçons:
William Buck Bagby (1855-1939), em 1880;
Zachary Clay Taylor (1851-1919), em 1882;
Edwin Herbert Soper (1859-1948), em 1885;
Edward Allen Puthuff (1850-1932), em 1885; e outros, sendo que Bagby, Soper e Puthuff foram Pastores da Igreja em Santa Bárbara, que tinha, entre seus membros, um expressivo grupo de Maçons.

A Maçonaria também ajudou os Batistas brasileiros e ao Pastor Salomão Luiz Ginsburg, Missionário da Junta de Missões Estrangeiras de Richmond e, também, Maçom, na construção do Primeiro Templo Batista, em Campos de Goytacazes e da denominada “Egreja de Christo”, chamada Batista, em São Fidélis, ambas no Estado do Rio de Janeiro.
Em 1921, Salomão Ginsburg publicou o seu livro “Um Judeu Errante no Brasil”, sua autobiografia. Encontra-se, em algumas partes de seu relato, a descrição de sua condição de Maçom.
Segundo nos informa o Pastor Ebenezer Soares Ferreira, no Jornal Batista nº 30, de 24 de julho de 1894, Ginsburg foi o fundador, na cidade de São Fidélis, no Estado do Rio de Janeiro, da Loja Maçônica “Auxílio à Virtude”, em 02 de julho de 1894 e da “Egreja de Christo”, Chamada Batista”, em 27 de julho de 1894, que foi a primeira Igreja Batista em São Fidélis. Segundo o mesmo autor, o primeiro Templo Batista, construído no Brasil, foi o da Primeira Igreja Batista de Campos, edificado sob o pastorado de Salomão Ginsburg e com a colaboração financeira dos Maçons.

Da imensa obra de Ginsburg, desejamos destacar ainda três tópicos: foi Ginsburg o editor do Cantor Cristão, hinário das Igrejas Batistas do Brasil, inicialmente, com 16 hinos, em 1891, e, na edição atual do referido Cantor, ele aparece como autor ou tradutor de 102 hinos.
Ginsburg fundou, em 1º de abril de 1902, o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, e foi um porta-voz da necessidade dos Batistas brasileiros organizarem-se em uma Convenção Nacional, o que aconteceu em 1907, com a criação da centenária Convenção Batista Brasileira.

O Missionário Salomão Luiz Ginsburg foi membro de diversas Lojas maçônicas, as quais destacamos; “Duke de Clarence Lodge”, na cidade de Salvador, BA; “Restauração Pernambucana”, em Recife, PE; “Progresso”, em Campos, RJ; “Auxílio à Virtude”, em São Fidélis, RJ, e, na jurisdição da Grande Loja Maçônica do Estado do Espírito Santo, é patrono da Loja “Salomão Ginsburg” no 3.

MAÇONS PROTESTANTES NO BRASIL

Segundo David Mein — Reitor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, durante quarenta anos; Pastor da Igreja Batista do Cordeiro (segunda Igreja Batista fundada na Capital); Presidente da Convenção Batista Brasileira em várias oportunidades e Maçom atuante como membro da Loja “Cavaleiros da Cruz” — inúmeros outros Homens de Fé, verdadeiros cristãos, inclusive Batistas de relevância na Denominação, têm sido Maçons, sem encontrar incompatibilidades entre a Fé Cristã e a prática Maçônica.
Entre eles cita:

JOSÉ DE SOUZA MARQUES

O Pastor José de Souza Marques foi presidente da Convenção Batista Carioca e da Convenção Batista Brasileira tendo, em 1940, na Convenção da Bahia, organizado a Aliança dos Pastores Batistas Brasileiros, que, mais tarde, tomou o nome de Ordem dos Ministros Batistas do Brasil, permanecendo em sua presidência até 1962, cujos frutos todos conhecem.
Exerceu cargos importantes na administração maçônica, tendo sido, inclusive, presidente, por muito tempo, do Supremo Tribunal de Justiça Maçônica.
Ainda hoje, a única foto existente no salão do Conselho, no Palácio Maçônico do Lavradio (antiga sede do Grande Oriente do Brasil, hoje sede do Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro), é a do Pastor Souza Marques. No mesmo Palácio, a sala do Tribunal de Justiça tem seu nome.
Foi, também, membro efetivo do Supremo Conselho do Brasil para o Rito Escocês Antigo e Aceito, encontrando-se em sua sede, em exposição, seu retrato pintado a óleo.

JORGE BUARQUE LYRA

Jorge Buarque Lyra foi Pastor da Igreja Presbiteriana do Riachuelo, no Rio de Janeiro, nas décadas de 1930 a 50.
Meritíssimo Inspetor Federal do Ensino Secundário do Rio de Janeiro; escritor; poeta; jornalista militante por mais de 40 anos; membro das Academias de Letras de São Paulo, Rio de Janeiro e do Cenáculo Fluminense de História e Letras; e membro, ainda, da Associação Fluminense de Jornalistas.
Foi Maçom atuante do Grande Oriente do Brasil, tendo sido Iniciado em 27 de setembro de 1938, na Loja “Propter Humanitaten”, no Oriente de Manhumirim, Minas Gerais; e Grau 30 do Supremo Conselho do Brasil do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Além disso, foi professor em vários colégios no Rio de Janeiro e Niterói; escreveu mais de 50 livros e trabalhos, vários deles sobre o Evangelho de Cristo, a Igreja Presbiteriana e sobre Maçonaria, tais como: “A Bíblia e a Ciência Moderna”; “Movimento Pentecostal no Brasil”; “Maçonaria e Religião”; “As Vigas Mestras da Maçonaria”; “A Maçonaria e o Cristianismo”; “A Maçonaria e a Política no Brasil”, entre muitos outros.
Foi um ardente defensor da compatibilidade da Maçonaria com o Cristianismo e as Igrejas Cristãs; em seus livros maçônicos, sempre apresentou magistrais respostas como réplicas aos ataques inimigos à Maçonaria que tenham sido feito por parte de outros grupos religiosos, ateus ou agnósticos, além de profunda filosofia maçônica.
Seu livro “As Vigas Mestras da Maçonaria” devia ser tratado como “livro de cabeceira” de todo Maçom inteligente e estudioso.

OS ADVERSÁRIOS DA MAÇONARIA

Existem pessoas que têm razões para se oporem à Maçonaria.
Todos os que defendem princípios contrários aos princípios maçônicos são adversários da maçonaria e, entre os tais destacamos os Papas da Igreja Romana; os sectários contrários ao livre arbítrio; os totalitários (nazistas, comunistas, membros da TFP e outros); os fanáticos; os Neopentecostais; os Fundamentalistas modernos; os Cismáticos e muitos outros.
É interessante notar que as causas de oposição dos modernos adversários dos maçons são muito antigas e as mesmas utilizadas pelos papas na antiguidade.

OUTRA PERSPECTIVA

Vós pertenceis ao vosso pai, o Diabo;
e quereis realizar os desejos de vosso pai.
Ele foi assassino desde o princípio,
e jamais se apoiou na verdade, porque não existe verdade alguma nele.
Quando ele profere uma mentira, fala do que lhe é próprio,
pois é um mentiroso e pai da mentira.

(João 8:44 – KJA)

É popular o conhecimento de que a melhor defesa é o ataque e, começando a refutar a partir do final, é esse o método empregado pelos maçons nessa seção onde descreve “os adversários da maçonaria”: eles são tão puros e angelicais que qualquer posição contrária às suas práticas terá seus autores colocados nesse balaio genérico… inclusive sem o direito de expressão porque “as causas de oposição dos modernos adversários dos maçons são muito antigas e as mesmas utilizadas pelos papas na antiguidade!!
Ora, então se qualquer opositor já começa sem razão, nada mais justo que usar as afirmações publicadas pelos próprios maçons para conseguir um vislumbre do que realmente é sua organização: a equipe do site “The Cutting Edge” baseou-se em antigas e outrora secretas publicações de editoras maçônicas para provar conclusivamente o que a Maçonaria é na verdade.
O site “A Espada do Espírito” disponibiliza a tradução integral em sua área para assinantes e recomendo efusivamente que apoiem seu trabalho do qual, baseado no artigo 46 da Lei 9610/98, ousarei citar pequenos trechos para fins de educação e absolutamente sem qualquer finalidade comercial.

Existem duas informações bem importantes sobre a Maçonaria:
1) Os maçons de graus superiores mentem para seus colegas maçons, pois eles “merecem ser enganados”;
2) As explicações dadas a 95% de todos os maçons estão erradas. Veja esta citação de um autor maçom:

Remova a casca exterior e encontre um significado;
remova aquele significado e encontre outro;
abaixo dele, se você cavar ainda mais, encontrará um terceiro, um quarto — quem poderá dizer quantos ensinos?

Carl Claudy

A partir do primeiro grau, da primeira iniciação, o maçom é instruído a “buscar a Luz”: os maçons dizem com frequência que estão “buscando a Luz” e que passarão sua vida inteira “caminhando em direção à Luz”.
Quase todas as pessoas na civilização ocidental assumirão que essa “Luz” é a revelação do Deus da Bíblia; na verdade, essa afirmação é proferida continuamente para tentar nos convencer que a Maçonaria seja cristã. No entanto o famoso maçom Albert Pike nos informa outra coisa:

Lúcifer, o portador da Luz! Nome estranho e misterioso a dar ao Espírito das Trevas! Lúcifer, o Filho da Manhã! É ele que traz a Luz e que com seus esplendores intoleráveis, cega as almas frágeis, sensuais e mesquinhas? Não duvides!
(…)
A Maçonaria é idêntica aos mistérios antigos.

Moral and Dogma of The Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry,
1º excerto: pág. 321, Décimo Nono Grau, Grande Pontífice;
2º excerto: pág. 624, Ensinos para o Vigésimo Oitavo Grau

Ser “idêntico aos mistérios antigos” significa que todos os seus ensinos, em todos os livros, são exatamente os mesmos que os antigos mistérios… pagãos e satânicos!
Escrevendo sob a inspiração do Espírito Santo de Deus, o apóstolo Paulo fez a definição perfeita da palavra “pagão”:

Porquanto trocaram a verdade de Deus pela mentira,
e adoraram objetos e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre.
Amém!

(Romanos 1:25 – KJA)

É admirável a exatidão, mesmo após tantos anos, dessa definição do apóstolo Paulo: verdadeiramente, o pagão adora as criaturas em lugar do maravilhoso, sábio e infinitamente bom Deus Criador.
Os pagãos adoram animais, insetos, pássaros, rios, florestas e muitas outras coisas, mas todos compartilham um tipo de adoração em comum: a veneração ao ato sexual entre o homem e a mulher, adorando o pênis masculino e a vulva da mulher.
Na verdade as explicações deles para esses símbolos são espantosas pela criatividade que demonstram ao atribuírem conotações sexuais a muitos de seus símbolos.

SÍMBOLOS MAÇÔNICOS E SUAS CONOTAÇÕES

Os maçons fazem a mesma coisa; porém diferem dos satanistas ao esconder grande parte do significado sexual de muitos de seus símbolos.
A citação de Carl Claudy sobre os muitos níveis de significados para um mesmo símbolo revelam que é necessário continuar cavando até que se possa compreender todos eles: conhecer as conotações sexuais atribuídas a muitos dos símbolos de uso mais comum na Fraternidade em comparação aos outros significados (não sexuais) ensinados aos maçons de graus mais baixos pode ser uma experiência chocante.

A LETRA “G”

A letra “G” aparece com proeminência na Maçonaria: nos graus inferiores, o iniciado aprende que essa letra significa “God” (Deus), e “Geometria”, que o Supremo Arquiteto do Universo usou para projetar o mundo.
No entanto Arthur Waite — ocultista e maçom de Grau 33 — cita o também maçom de Grau 33 Eliphas Levi e diz que:

A letra “G” representa Vênus, e que o símbolo de Vênus é um linga, um falo estilizado, venerado no hinduísmo.

The Mysteries of Magic: a Digest of the Writing of Eliphas Levi
(Os Mistérios da Magia: Digesto dos Escritos de Eliphas Levi),
Chicago, DeLaurence, Scott and Co., 1909, pág. 217

O maior autor maçom de todos os tempos, Albert Pike, concorda. Ele diz:

Mônada é masculino, e a Díade é feminino.
A união sexual entre eles produz a Tríada, que é representado pela letra “G”, o princípio generativo.

Moral and Dogma of The Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry, págs. 631-632

Esse termo, “princípio generativo”, é um código para o ato sexual.

EMBLEMA DO ESQUADRO E COMPASSO

Os autores maçons afirmam que o simbolismo tradicional do esquadro e do compasso da Maçonaria representa o ato sexual heterossexual.
Veja como Albert Pike explica esse fato aos membros do Trigésimo Segundo Grau:

Portanto, o Compasso é o símbolo hermético da Deidade Criativa e o Esquadro simboliza a Terra, ou o Universo produtivo.

Moral and Dogma of The Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry, págs. 850-851

Portanto, os maçons vêem o compasso como o falo masculino e o esquadro como a vulva da mulher.
Olhando para o emblema maçônico, você pode ver a óbvia penetração do esquadro pelas pontas do compasso: um ponto de diferença aqui é que geralmente os satanistas invertem os papéis sexuais do Compasso e do Esquadro, mas seja lá qual for o modo de olhar para isso, o Compasso e o Esquadro são considerados um símbolo do ato sexual heterossexual.

O TEMPLO MAÇÔNICO E A ROMÃ

A loja é uma representação do templo do rei Salomão e o templo foi projetado de modo a simbolizar o corpo maternal humano, dentro do qual o candidato precisa entrar para nascer de novo.
O útero e a vagina representam o pórtico do templo, os pilares do pórtico representam os trompas de Falópio, a rede, o ligamento com seus vasos sanguíneos correspondentes… e a romã, o ovário e suas sementes exuberantes, os óvulos.

Rollin C. Blackmer,
The Lodge and the Craft: A Pratical Explanation of the Work of Freemasonry
(A Loja e a Arte: Uma Explicação Prática da Obra da Maçonaria),
The Standard Masonic Publishing Co., 1923, pág. 249

Primeiro, essa referência a “nascer de novo” não somente NÃO É bíblica, mas é blasfema e satânica.
Os satanistas sempre tentaram ensinar uma falsa experiência do novo nascimento: quando alguém no ocultismo passa pelo Ritual de Iniciação e é erguido e puxado para fora, normalmente a partir de dentro de um caixão, é chamado de “nascido de novo”.
Observe que os maçons ensinam que uma pessoa nasce de novo por meio do templo maçônico, sem nenhuma menção ao sangue derramado de Jesus Cristo.

Segundo, a representação maçônica da romã é sexualmente explícita ao extremo.
Vislumbrando o paganismo da Maçonaria, o modo como a romã foi cortada nesta imagem pode remeter ao que seria um corte transversal no aparelho reprodutivo feminino, da vagina até os ovários.
Este símbolo ocultista da romã permite compreender como algo inicialmente tão simples pode ser interpretado como uma representação do sexo.

Essa obsessão dos maçons com o sexo é totalmente pagã e eles o representam em muitos de seus símbolos e dentro da Loja. Você pode imaginar um maçom pensando que está penetrando a vagina de uma mulher quando passa pelo pórtico do templo maçônico?
É inacreditável!

ADAPTAÇÃO DE CONTEÚDO DISPONÍVEL NA ÁREA DE ASSINANTES DO SITE “A ESPADA DO ESPÍRITO

BATISTAS SUBJUGADOS

Mas o que eu faço o farei, para cortar ocasião aos que buscam ocasião,
a fim de que, naquilo em que se gloriam, sejam achados assim como nós.
Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo.
E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.
Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça;
o fim dos quais será conforme as suas obras.

(2 Coríntios 11:12-15 – ACF)

Sabendo que a Maçonaria tem “Ordo ab chao” como uma de suas mais importantes expressões — e, por isso, não tem restrições em semear o caos para que possa, a partir dele e de acordo com seus espíritos inspiradores, impor a ordem conforme sua perspectiva — é providencial que existam “opositores” e se torna mais perfeito ainda quando estes, na realidade, não passam de fantoches em suas mãos.
Fomentar o surgimento de um “adversário” sabendo que no futuro — quando tal ação estiver quase esquecida pelas muitas gerações sucessivas — ele será útil como instrumento para a criação de um conflito nos moldes da dialética hegeliana… é como gerar um natimorto para garantir antecipadamente a vitória.

Assim como a maçonaria cultivou Mozart desde sua infância até o ponto de ser reverenciada pela genialidade de complexa simbologia em suas obras, da mesma forma impulsionou a criação da indústria dos quadrinhos, cuja proposta inicialmente “infantil” foi alterada até que atualmente se tornou um monstruoso vetor para que toda sorte de misticismo e ideologias perversas alcancem mais direta e rapidamente a juventude.
Da mesma forma também domina jornalismo, mídia de entretenimento, medicina, militares, políticos, prostituição… e não deixou de enviar emissários a esse país extenso e subdesenvolvido para criar denominações protestantes com doutrinas estrategicamente modeladas que impedem qualquer real integração delas num único Corpo, pois, aí sim, isso poderia ser um vislumbre da genuína Igreja de Cristo.

Em relação aos Batistas, parece que o escárnio pelo primeiro pastor ter sido batizado por um maçom num templo maçônico foi insuficiente e julgaram necessário sinalizar aos místicos de todo mundo que até o seminário, onde são formados todos os pastores oficialmente reconhecidos pela denominação, não passa de uma grande mentira e, para isso, sua inauguração foi “coincidentemente” no dia 1º de abril — reconhecido mundialmente desde a idade média como “o dia da mentira“, a filha do mesmo pai ao qual servem — de 1902.
Isso não significa que todos os pastores batistas são maçons… só os “melhores”, mais renomados e bem sucedidos, que provavelmente foram cooptados durante a trajetória acadêmica “teológica”.
Os demais são adestrados dentro de um currículo determinado pela própria maçonaria — através dos reitores que estabelece — para que só pulem até onde a organização permitir e permaneçam limitados aos caminhos por ele determinados, pois, caso contrário, os cães gulosos correm risco de perder a “coleira de ouro” da franquia e passar dificuldades para conseguir sua ração, obtida com muito mais facilidade das ovelhas consumidoras atraídas pela marca “batista”.

SUJEITOS ELÍPTICOS

O fato é que nada pode impedir que os filhos das trevas se infiltrem no que deveria ser a congregação dos justos para realizar suas operações diabólicas que, por sinal, inicialmente podem parecer revestidas de caridosa piedade, mas que ao longo do tempo podem acabar tendo a imundície de sua essência revelada.
Bem longe da imagem atrapalhada dos vilões ou das organizações malignas com planos falhos que escritores e roteiristas, eventualmente remunerados pela maçonaria, propagam em livros e filmes, não estamos tratando aqui de uma organização tola a ser erradicada com alguma inútil “marcha pra Gezuz” ou coisa parecida: eles detêm recursos, poderes e influência… inclusive entre mestres de idiomas que sabem perfeitamente usar coisas como o “sujeito elíptico” a seu favor!
Observem esse caso de traduções e versões das Escrituras:

παντα ισχυω εν τω ενδυναμουντι με χριστω /
Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece. /
I can do all things through Christ which strengtheneth me. /
Tudo posso naquele que me fortalece.

(Filipenses 4:13 – TR / ACF / KJV / KJA)

Longe de demonizar a equipe responsável pela versão KJA (King James Atualizada) ou seu conteúdo completo, prefiro considerar que nessa passagem temos um perfeito exemplo do tipo de “brecha” utilizada frequentemente pelos servos de Satanás: desde o TR (Textus Receptus) que o nome de Cristo (em grego, χριστω) foi explicitamente citado nessa passagem, sendo seguida pela ACF (Almeida Corrigida e Fiel) e pela KJV (King James Version)… em todas elas destaquei grafando em maiúsculas o sublime nome d’O Senhor.
Agora surge o inexplicável fato: por que a versão dita “atualizada” — abandonando até mesmo sua fidelidade à versão inglesa — simplesmente decidiu obliterar a grafia do nome de Cristo nessa passagem tão importante e tão frequentemente citada? Preguiça do tradutor? Economia de tinta ou papel?!?

Ora, como já disse, não podemos condenar sumariamente os trabalhadores da KJA por esse lapso, mas — fora destacar a obrigação que os cristãos têm de aprender a realizar a exegese durante seus estudos bíblicos — essa transformação do nome de Cristo em um sujeito elíptico simplesmente permite que os satanistas entrem em qualquer congregação cristã e proclamem junto a todos os presentes o “tudo posso naquele que me fortalece”… muitos estarão pensando em Cristo, mas eles, sem mentir e sorridentes, estarão se referindo ao mesmo “portador da luz” que é Lúcifer para os maçons!
Isto posto, leiamos um relato oficial e conheçamos um emblema:

A trajetória de bênçãos da UFMBB começa em 1893, quando um grupo de mulheres, lideradas pela missionária americana Emma Morton Ginsburg — esposa de Salomão Ginsburg — reúne-se para oração e estudos de missões na Bíblia, na PIB de Niterói, RJ: as agradáveis notícias da organização da primeira sociedade logo se espalharam, e em pouco tempo, outras sociedades foram organizadas.
Em 1902 consta a organização da primeira Sociedade de Crianças — Raio de Luz — no dia 2 de agosto, na IB do Engenho de Dentro, RJ. É provável que outros grupos já existissem.
Em 1907, em uma das reuniões da primeira Assembleia da Convenção Batista Brasileira, dona Emma, uma apaixonada pelo trabalho das mulheres, apresentou o projeto para a criação de uma organização que reunisse todas as sociedades de senhoras numa organização nacional.
Em 23 de junho de 1908, quando da 2ª reunião da Convenção Batista Brasileira, organizou-se a União Missionária das Senhoras Batistas do Brasil, já eram 20 sociedades de senhoras e cinco organizações de crianças: poucas mulheres, nenhuma literatura, apenas muito amor a Deus e desejo de servi-lo.

HISTÓRIA DA UNIÃO FEMININA MISSIONÁRIA BATISTA DO BRASIL, “PRIMEIRA DIRETORIA”

O incauto acredita em toda informação que recebe,
mas o homem prudente observa bem onde pisa.
(…)
Observai!
Eu vos envio como ovelhas entre os lobos.
Sede, portanto, astutos como as serpentes e inofensivos como as pombas.

(Provérbios 14:15 / Mateus 10:16 – KJA)

Apesar de saber que mulheres atuam na maçonaria desde antes da época de Mozart, não ouso afirmar que Emma Morton o tenha sido, mas seu marido declaradamente o foi e o emblema original da UFMBB acima, fora a deliberada escolha da passagem bíblica sem o nome de Cristo, foi recheado com uma sorte de símbolos cujo significado soa muito nobre e belo aos olhos dos incautos, porém conhecendo rudimentos do obsceno método de funcionamento das simbologias maçônicas, fiquei atônito quando me deparei com a versão estilizada do emblema acima e a imagem que apresento a seguir pode ser interpretada perfeitamente como uma visão de todos os componentes íntimos femininos… se é que serei compreendido.

APENAS CASO NÃO COMPREENDA A SEMELHANÇA DENUNCIADA… CLIQUE AQUI.

Na verdade, desconfio que essa simbologia obscena tenha se tornado tão óbvia que foi lançado um novo emblema: removeram a linha de divisão perineal, transformando o contorno vulviforme num peixe; as pregas dentro do círculo deixaram de convergir ao centro; o trapézio isósceles — que poderia representar a “passagem da luz ao mundo”, em todos os sentidos — ganhou forma de livro e sobre ele foi acomodado o “ponto de fogo” que anteriormente estava localizado na porção anterior do órgão representado.
De fato, essa atualização parece uma admissão de culpa principalmente porque se desvincula completamente tanto de semelhanças com a anatomia feminina quanto do emblema original.

Por favor, notem que não busco sensacionalismo, porém julgo importante alertar com clareza sobre esse tema espinhoso que poucos têm disposição de abordar: não adianta me atacar porque nenhuma das informações que concateno e exponho aqui sequer é de minha autoria! Sou apenas um homem prudente se esforçando para olhar onde pisa desde que, sem qualquer mérito próprio, fui sacudido para fora do conforto da “minha igreja batista”… absoluta e irreversivelmente consumida pela apostasia na atualidade.
Fora minha perseverança na fé em Cristo sem precisar de um sistema religioso e minha paciência de ler e meditar nas Escrituras, em nada sou mais excelente que qualquer pessoa tendo sido, inclusive, conselheiro dos Embaixadores do Rei em uma embaixada que precisou decidir entre qual maçom — Salomão Ginsburg ou William Buck Bagby — seria homenageado!
Entendi que nem todos os pastores batistas são maçons ao saber que em outubro de 2001 o Pr. Paulo Pimentel denunciou as indevidas semelhanças entre a “cerimônia de iniciação dos embaixadores do rei” e o “ritual de 1º grau da maçonaria”. Veja a transcrição abaixo:

Preocupado com os rumos da Igreja Batista, no Brasil, apresento uma comparação entre o Ritual do 1º Grau da Maçonaria (o de Aprendiz) e o folheto Cerimônia de Iniciação dos Embaixadores do Rei, publicado pelo DMAM-JUERP.
Será mera coincidência ou houve um plano arquitetado com objetivos subversivos?
Quantos homens batistas passaram por essa cerimônia? Trouxeram benefícios ou malefícios para a Causa do Evangelho?
Será que os homens batistas precisam de ajudas baseadas em princípios místicos e esotéricos para forjarem um caráter realmente cristão?

A obra do Espírito Santo na vida do cristão não basta?
Atentemos para o conselho:

Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua,
por meio de filosofias e vãs sutilezas,
segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo,
e não segundo Cristo.

(Colossenses 2:8 – ACF)

RITUAL DE APRENDIZ 1º GRAU DA MAÇONARIA,
GRANDE ORIENTE DO BRASIL

CERIMÔNIA DE INICIAÇÃO DOS EMBAIXADORES DO REI,
PUBLICADO PELO DMAM-JUERP

Sempre que possível deve haver música apropriada durante a cerimônia de iniciação (pg.50)

Os membros da Embaixada podem cantar o hino “Firmando Propósitos” ... (pg.3)

O experto vai à Câmara de Reflexões, venda os olhos do candidato, tira-lhe os metais, o casaco e o colete, e descobre-lhe o lado esquerdo do peito ... (pg.52)

O condutor leva o candidato a uma pequena sala, a sós, a fim de prepará-lo para a cerimônia ...Tira- lhe o paletó, arregaça as mangas da sua camisa ...Então coloca-se uma venda sobre os olhos do candidato. (pg.2)

... Depois o conduz à porta do Templo, onde o entrega ao Mestre de Cerimônias que bate, profanamente, uma ou duas pancadas fortes (pg.52)

O condutor vai com o candidato a porta da sala, na qual se fará iniciação. O condutor bate à porta dando o toque oficial dos Embaixadores do Rei, ou seja: golpes rápidos, pausa, e então mais dois golpes rápidos. (pg.2)

Irmão Cobridor – Quem é o temerário que tem o arrojo de querer forçar a entrada deste Templo? (pg.52)

O conselheiro responde com o mesmo toque, abre a porta e pergunta: Quem está aí? (pg.2 e 3)

É o Mestre de Cerimônias que vem apresentar um candidato a esta Augusta Loja. (pg.52)

Condutor – Fulano de Tal. (pg.3)

Venerável Mestre – O que quereis? (pg.53)

Conselheiro – Que ele deseja? (pg.3)

Mestre de Cerimônias – Que ele, como candidato, seja admitido nos nossos Augustos Mistérios. (pg.53)

Condutor – Ele quer receber a iniciação dos Embaixadores do Rei. (pg.3)

Venerável Mestre. – E como pode o candidato receber tal esperança? (pg.53)

Conselheiro – Ele já fez o posto de Arauto? (pg.3)

Mestre de Cerimônias – Porque é livre e de bons costumes. (pg.53)

Condutor – Sim, já fez. (pg.3)

Venerável Mestre – Irmão Terrível, apoderai-vos dele e fazei-o praticar a sua primeira viagem. (pg.65)

O conselheiro diz-lhe que está para empreender uma viagem que representa a vida. (pg.3)

O experto acompanha o candidato e o faz percorrer um caminho difícil e cheio de obstáculos. (pg.65)

Agora vem a marcha sobre vários objetos rudes que devem ser colocados previamente no caminho do candidato. (pg.4)

2º Vigilante, levantando-se precipitadamente e encostando o malhete ao peito do recipiendário. (pg.65)

Pede-se ao candidato que caminhe rapidamente para a frente. Coloca- se uma ripa no seu caminho, de maneira que o candidato, ao andar, bata com a fronte nela. (pg.4)

A seguir faz o neófito ajoelhar-se com o joelho esquerdo pondo a mão direita sobre a Constituição e a Bíblia, que devem ter em cima, o esquadro. (pg.70)

Conduz-se o candidato a uma sala escura, onde há uma mesa baixa, ou uma cadeira, sobre a qual há uma Bíblia aberta. O candidato se ajoelha diante da Bíblia, colocando as mãos sobre a mesma. (pg.4)

Venerável Mestre – De pé e à ordem, meus irmãos, o neófito vai prestar o seu juramento. Senhor, repeti comigo a vossa solene obrigação. (pg.71)

O conselheiro diz ao candidato que ele está ajoelhado ... e que deve permanecer nesta posição para tomar o voto da embaixada e, se aceitá-lo, deve responder “prometo” após cada uma das perguntas. (pg.5)

... deixa cair a venda aos pés do neófito ... o Templo é iluminado apenas com luz tênue. (pg.72)

Agora vou tirar a venda e acender a luz. (pg.5)

Os maçons para se conhecerem em qualquer parte do mundo ... dispõem de sinais, toques e palavras... O toque faz-se tomando com a mão direita a do irmão e dando com o polegar três pancadas discretas sobre a primeira falange do dedo indicador. (pg.75)

O aperto de mão é um segredo que o Embaixador deve guardar ... O aperto de mão dos Embaixadores do Rei se faz da maneira habitual, com a mão direita, mas o dedo indicador deve permanecer esticado até apertar-se contra o lado de dentro do punho do outro menino (pg.5)

Após a leitura de todas as informações aqui reunidas, com grande pesar creio poder responder às questões do pastor na ordem em que foram formuladas:
Não é nem nunca foi “mera coincidência” e, sem dúvida houve um plano secular — senão milenar! — com objetivos puramente subversivos.
Muitos homens batistas passaram por isso e, sem sombra de dúvida, não poucos tiveram suas consciências cauterizadas ao ponto de nunca mais poder se reconciliar com a Verdade pura e simples apresentada nas Escrituras.
Não só os homens, mas toda a estrutura da denominação batista foi fundamentada desde o início sobre os princípios místicos e esotéricos da maçonaria, formando um conjunto passível de ruptura no momento em que seus criadores-patrocinadores assim decidirem que é necessário. Simplesmente é algo irreversível e parte do cumprimento profético.
A genuína obra do Espírito Santo não ocorre de maneira coletiva e, a despeito da maioria de energúmenos bem intencionados, creio com firmeza que alguns poucos ainda são cristãos legítimos a ponto de se recusar a tomar parte no circo de horrores em que foram transformadas as empresas eclesiásticas.

CONCLUSÃO

Somente tão grande e consolidado domínio maçônico sobre os batistas pode explicar porque tantas igrejas mantêm o título de “batista” a despeito das heresias promovidas… absurdos como os terríveis congressos profético-apostólicos, em prédios pertencentes a líderes que os transformam em propriedade familiar a ser transmitido de geração em geração como se o chamado do Senhor tivesse uma “linhagem sagrada”…

Isso explica porque hereges como Rick Warren e Youssef Akiva encontram as portas escancaradas para proliferar suas graves e perniciosas deturpações, mesmo alguns deles tendo sido ampla e devidamente denunciados desde antes de sua popularização!
Isso explica porque nunca repudiaram uma mulher que geme como um felino no cio enquanto se arrasta em um palco e, pelo contrário, a aclamaram como “líder” e tornaram praticamente em um objeto de adoração.
Somente isso explica porque os líderes se calam diante de tantas heresias de outros líderes, mas ameaçam e latem com grande ferocidade contra os poucos que, sem perder a fé e baseados nas Escrituras, ousam escapar de seu controle institucional: os que saem e vão chafurdar na lama do “mundão” simplesmente não representam risco!

Da mesma forma, a estrutura hierárquica característica da Maçonaria também pode ser a explicação para as ocasiões em que pessoas com quem nunca falei pessoalmente surjam, após a leitura de alguma de minhas publicações, indignadas e furiosas — como fez, por exemplo, o místico Daniel Mastral — perguntando quem é meu pastor e qual a minha igreja: talvez sejam criaturas “fraternais” buscando por quem deixou um louco como eu escrever tantas coisas sem ameaças ou coação!
Provavelmente seja até mesmo possível punir de alguma forma (provavelmente começando pela financeira) os fraternos ou subalternos que estejam trabalhando mal…

Infelizmente um dia aquele meu irmão-pastor tão querido (e citado no início desse texto) resolveu me contar uma parte de sua própria história que, sinceramente, eu não precisava nem saber: no passado fora missionário que acabou financeiramente abandonado em campo inóspito, casado com uma mulher desequilibrada que, ciumenta, não cuidou bem do filho doente, acarretando na morte da criança. Isso provocou divórcio… e, diante dos fatos, nem sei a razão de ter ocorrido aquele casamento senão para cumprir “exigências profissionais”.
Enfim, tudo o que conheci dele estava relacionado a seu segundo matrimônio e, após toda essa confissão, acho que ficou constrangido e foi se afastando de mim… sinto saudades, mas soube que voltou a pastorear na Assembleia de Deus que, assim como a Igreja Presbiteriana, não têm nenhuma vantagem ou desvantagem real sobre os Batistas em relação às suas origens: todas construídas sobre algo que deveria ser “A Rocha”, mas é apenas a montanha de dinheiro, manipulações e mentiras das sociedades secretas.
A “Síndrome de Estocolmo” que escraviza os religiosos formais me permite, pela primeira vez, encerrar um artigo não com a citação de uma passagem Bíblica, mas com a frase de um filme onde o mal revela suas próprias ações:

Você precisa entender, a maioria destas pessoas não está preparada para despertar.
E muitas delas estão tão inertes, tão desesperadamente dependentes do sistema,
que irão lutar para protegê-lo.

Morpheus, personagem do filme “Matrix” (1999)

CICLOS MILENARES TAMBÉM SE ENCERRAM

Obrigado por ter lido até aqui e espero que reflita sobre o conteúdo apresentado.
Meu objetivo é a edificação do verdadeiro Corpo de Cristo e, justamente por isso, entendi que não há como impedir a ação das sociedades secretas, mas mesmo assim não e nunca devo fazer parte delas, mesmo que isso signifique passar por tantas necessidades como tenho passado e, justamente por isso, esteja necessitando de qualquer colaboração que puder me oferecer: comentários, compartilhamentos e reações ajudam a divulgar este conteúdo.
Um link encurtado e de fácil memorização para essa postagem é:

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Sei bem que em mim não há valor algum, por isso dedico meu tempo a pesquisar e escrever, sempre tentando comparar tudo às Escrituras: o que de graça recebi, de graça também compartilho…
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Parafraseando o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24: que a graça e a paz sejam conosco, todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade, hoje e para todo o sempre!

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Em 04 de outubro de 2021 algumas das maiores redes sociais passaram horas desligadas.
Há rumores de que um “GRANDE APAGÃO” será sucedido por OPRESSIVO CONTROLE SOCIAL virtual.
Não posso prever o real impacto, mas, caso seja possível, continuarei estudando e publicando sobre as Escrituras: inscreva-se para, a partir da próxima, receber notificação em seu e-mail a cada nova publicação n’O Pior Evangelho.

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Teóphilo Noturno
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Em mim não há valor algum e tem sido uma honra pesquisar e elaborar conteúdo com base nas Escrituras, só que expor a ruptura entre a Igreja de Cristo e as empresas eclesiásticas não me torna querido por comerciantes da fé.
Não tenho expectativa de ser convidado para palestrar, ficando sem qualquer fonte de custeio para este trabalho que, por sinal, disponibilizo gratuitamente há mais de uma década.
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Infelizmente, nesse processo, há fatores que geram custos e, real e sinceramente, eu próprio e minha família precisamos sobreviver: por favor, considere a possibilidade de, através do Paypal, colaborar mensalmente.
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