Hoje compreendo que estabelecer um julgamento bíblico sobre o engano não é opcional, mas houve uma época em que vivi enganado, perdendo precioso tempo em ácidos debates com pessoas intelectual e emocionalmente possessas — especialmente os afogados da Lagoinha — que, incapazes de sustentar sua visão espúria de evangelho, ignoravam (e ainda ignoram) a fundamentação bíblica, repetindo “ad infinitum” o mantra herético da porta larga: “NÃO JULGUEIS”!
Quem Diz Que O Amargo É Doce?
Repetir uma mentira mil vezes não vai torná-la em verdade, mas certamente vai convencer os ignorantes preguiçosos — os autênticos analfabíblicos — que não receberam o amor da verdade para se salvar.
Crendo ser minha responsabilidade convencê-los do evangelho, até perdia a paciência tentando provar-lhes que o VERDADEIRO CRISTÃO tem o DEVER DE JULGAR TUDO.
Após duas décadas e esclarecido de meu limitado papel, simplesmente bloqueio os energúmenos que surgem para estrebuchar em obediência à entidade que os controla, mas ainda assim, ocasionalmente surgem alguns “seres iluminados” com máximas semelhantes a essas (imagem e transcrição):
Deixo para reflexão a recomendação do divino Mestre e “único Guia, Cristo Jesus” no Sermão do Monte: “Não julgueis…”
Triste é ver que não são apenas representantes de outras religiões e seitas a dizer isso, mas aparecem centenas, senão milhares, de evangélicos repetindo a mesma ladainha biblicamente incoerente e reclamando que “dou sempre a mesma resposta”!
Ora, pois se há só uma Bíblia, nenhuma perspectiva de que seu conteúdo seja alterado e a resposta — baseada em simples e atenta interpretação de texto — que ofereci há uma década ainda não foi refutada… não serão acusações “ad hominem” nem a citação fora de contexto das passagens já analisadas que vão alterar a conclusão alcançada!
O Paradoxo Do Evangelista
Porventura, procuro eu agora o louvor dos homens ou aprovação de Deus?
Ou estou tentando ser apenas agradável às pessoas?
Se ainda estivesse buscando agradar a homens, não seria servo de Cristo!
Caros irmãos, quero que saibais que o Evangelho por mim ensinado não é de origem humana.
Porquanto, não o recebi de pessoa alguma nem me foi doutrinado;
ao contrário, eu o recebi diretamente de Jesus Cristo por revelação.
Seria ótimo alcançar a todos, mas se você é pacificamente aceito por esta sociedade degenerada, há alguma falha grave na mensagem que está transmitindo.
Como até o (por vezes obsceno) Nelson Rodrigues bem notou: “toda unanimidade é burra”, tenho sempre em mente que o próprio Senhor Jesus Cristo categoricamente afirmou:
Sereis odiados de todos por minha causa,
todavia, aquele que permanecer firme até o seu fim receberá a glória da salvação.
O fato é que até gostaria muito de estar aqui para agradar leitores, porém aprendi a nunca me preocupar com as estatísticas caso isso signifique deixar de ser fiel à Verdade.
Este verdadeiro documento foi preparado com intenção de esclarecer DEFINITIVAMENTE que tal postura de suposta isenção, se não estúpida, é completamente maligna: quem age dessa forma, sem julgar, corre o risco de se descobrir consumindo coisas muito estranhas e ainda assim, “sábia e amorosamente”, sorrindo diante disso!
A estes apenas posso pedir ardorosamente que não deixem de cumprir o desafio proposto na conclusão do artigo.
Julgamento: Compreendendo A Medida De Mateus 7
Em primeiro lugar é necessário compreender perfeitamente o que foi dito pelo Senhor Jesus Cristo.
Vejamos:
Não julgueis, para que não sejais julgados.
Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados;
e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão a vós.
Para quem domina a interpretação de texto básica, fica óbvio que o núcleo da passagem não é a proibição do exame, mas a medida de julgamento.
O Senhor determina que aquele que se dispõe a julgar deve estar pronto para ser medido sob as mesmíssimas condições bíblicas que aplica aos outros.
Me parece que todos que citam indevidamente ou apenas a primeira parte dessa passagem morrem de medo desse parâmetro de julgamento, como se fosse uma incógnita insolúvel e mortal, diante da qual absolutamente ninguém poderia passar e sobreviver… e cada vez mais os cristãos têm caído nessa conversa mole para boi dormir no decorrer dos séculos!
A ÚNICA MEDIDA DE JULGAMENTO
Agora vamos esclarecer, de uma vez por todas, tanto qual a única medida válida para julgamento, quanto o que realmente nos foi ordenado pelo Senhor:
Não julgueis segundo a aparência,
mas julgai segundo a reta justiça.
Ao contrário do mantra analfabíblico “não julgueis”, a ordem direta é JULGAI SEGUNDO A RETA JUSTIÇA!
Para qualquer um que conheça pelo menos um pouquinho do Evangelho (ou, pelo menos, leu desde duas publicações atrás), essa “reta justiça” é uma referência direta à própria Escritura Sagrada, mas prefiro deixar que o salmista apresente sua perspectiva:
A minha língua falará da tua palavra,
pois todos os teus mandamentos são justiça.
— Mas, Teóphilo… você acabou de diferenciar entre a Letra dos mandamentos e a Verdade do conteúdo completo das Escrituras, como pode citar Davi para justificar esse argumento?
Ora, simplesmente porque essa é uma informação que não foi apenas ratificada, mas fortemente consolidada no tempo da Graça:

Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
Preciso ressaltar que “discernir” é sinônimo para “julgar”: toda vez que a Bíblia utiliza alguma expressão relativa ao discernimento, está nos ordenando a fazer um julgamento!
É preciso definir o limite: não julgamos opiniões sobre o cotidiano (alimentos ou vestes), conforme Romanos 14, mas temos a obrigação de exercer o julgamento onde há violação dos mandamentos morais e doutrinários explícitos.
Onde a Bíblia dá o veredito, o cristão apenas o proclama:
Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR,
e na sua lei medita de dia e de noite.
(…)
Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.
Todos os que se intitulam cristãos sem conhecer as Escrituras não passam de fraudes!
Qualquer um que decore citações bíblicas sem o discernimento que apenas o Espírito Santo permite vai agir do mesmo modo que Satanás ao tentar seduzir Cristo no deserto: citando trechos convenientemente fora de seu contexto para tentar justificar o alargamento das portas que nunca deixarão de ser estreitas!
A mentalidade politicamente correta odeia, mas a Bíblia está definitivamente recheada de rígidos pré-conceitos que — não podendo ser submetidos às mudanças para se adequar à degeneração da raça humana (por mais “boazinhas” e inclusivas que sejam suas intenções) — em breve a levarão a ser classificada como “discurso de ódio” e, tal qual alguns livros infantis no Canadá, queimada em místicos “rituais de purificação”…
Então, retornando à essência do que foi dito no sermão do monte, para que possamos nunca mais temer a “medida de julgamento”, devemos nos dedicar não apenas ao conhecimento da Palavra, mas principalmente a vivê-la, praticando cotidianamente o que aprendermos, numa rotina onde seu testemunho seja sua própria vida e não aquela frase ridícula que muitos dizem como se fosse um atestado de integridade moral: “sou crente da empresa eclesiástica tal!”.
Qualquer alegado ‘cristão’ que não esteja disposto a ser julgado sob parâmetros exclusivamente bíblicos… simplesmente NÃO É CRISTÃO!
Não cabe recurso.
Por essa razão, há entre vós muitos fracos e doentes e vários que já dormem.
Contudo, se nós tivéssemos a cautela de julgar a nós mesmos, não seríamos condenados.
No entanto, quando somos julgados pelo Senhor, estamos sendo corrigidos a fim de que não sejamos condenados juntamente com o mundo.
Isto posto e sabendo que o mundo já está condenado, se você é um dos — pouquíssimos na atualidade — que busca compreender e praticar a Palavra, consumindo-a como sólido alimento e não como a papinha rala servida nesse tempo de apostasia, então está apto a manusear a temida “medida de julgamento”:
Ora, quem precisa alimentar-se de leite ainda é criança, e não tem experiência no ensino da justiça.
No entanto, o alimento sólido é para os adultos,
os quais, pelo exercício constante da fé,
tornaram-se capazes de discernir tanto o bem quanto o mal.
Procedimentos Cristãos: A Doutrina Da Separação
Antes de qualquer coisa, cortar não apenas as más influências óbvias, porém também se afastar das que, mesmo não se revelando prontamente malignas, deixem transparecer conflito com as determinações apresentadas nas Escrituras:
Não vos enganeis:
as más conversações corrompem os bons costumes.
Vigiai justamente e não pequeis;
porque alguns ainda não têm o conhecimento de Deus;
digo-o para vergonha vossa.
(…)
Examinai tudo.
Retende o bem.
Abstende-vos de toda a aparência do mal.
Aos que estão entediados com a “mesmice” das respostas com base nas Escrituras ou pensam poder fugir dos “clichês” para adaptar o evangelho às necessidades das novas gerações:
Não removas os antigos limites que teus pais fizeram.
(…)
Não erreis, meus amados irmãos.
Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.
Exemplos De Vereditos: Do Juízo Divino À Disciplina Congregacional
Determinados Pelo Próprio Deus
Os vereditos a ser aplicados pelo próprio Senhor Deus têm caráter generalizado e irrevogável, cabendo aos cristãos apenas alertar a seu respeito: todos têm, até seu último instante de vida, a mais absoluta liberdade para ignorar os vereditos bíblicos, porém não caberá recurso mediante a condenação.
Quem crê nele não é condenado;
mas quem não crê já está condenado,
porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados,
para os ímpios e pecadores,
para os profanos e irreligiosos,
para os parricidas e matricidas,
para os homicidas,
para os devassos,
para os sodomitas,
para os roubadores de homens,
para os mentirosos,
para os perjuros,
e para o que for contrário à sã doutrina.
Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?
Não erreis:
nem os devassos,
nem os idólatras,
nem os adúlteros,
nem os efeminados,
nem os sodomitas,
nem os ladrões,
nem os avarentos,
nem os bêbados,
nem os maldizentes,
nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz:
Se alguém adorar a besta, e a sua imagem,
e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão,
Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira;
e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.
E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre;
e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome.
(…)
Mas, quanto aos tímidos,
e aos incrédulos,
e aos abomináveis,
e aos homicidas,
e aos que se prostituem,
e aos feiticeiros,
e aos idólatras,
e a todos os mentirosos,
a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.
(…)
Bem-aventurados todos os que lavam as suas roupas no sangue do Cordeiro, e assim ganham o direito à árvore da vida, e podem adentrar na Cidade através de seus portais.
No entanto, fora estão os cães,
os bruxos e ocultistas,
os que cometem imoralidades sexuais,
os assassinos,
os idólatras,
e todos os que amam e praticam a mentira.
Aplicáveis Por Uma Congregação
Ao contrário do que insinuam muitos ao citar relatos históricos como, por exemplo, os da inquisição, um cristão genuíno NUNCA encontrará respaldo bíblico para torturar, apedrejar, queimar em fogueira ou sequer constranger alguma pessoa!
Infelizmente a escória que exerceu tais práticas acabou imprimindo através dos séculos uma marca vergonhosa, indelével e indissociável, em nome de um “cristianismo” imaginário e pervertido, que servia muito mais a Satanás que ao verdadeiro Evangelho da salvação.
Quaisquer que pratiquem atos semelhantes a estes atestam ao mundo que NÃO ESTÃO DE ACORDO com os preceitos bíblicos e, portanto, nem podem ser chamados de cristãos, cuja única atitude legítima é aplicar a doutrina da separação, sobre a qual as Escrituras apresentam claras instruções:
Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem;
Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras;
porque então vos seria necessário sair do mundo.
Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador;
com o tal nem ainda comais.
Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora?
Não julgais vós os que estão dentro?
Mas Deus julga os que estão de fora.
Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
Estando cheios de toda a iniquidade, fornicação, malícia, avareza, maldade;
cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.
Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o,
Sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado.
A apostasia rondou a Igreja por séculos, mas só conseguiu se consolidar quando homens como Rick Warren — aparentando piedade, mas negando a eficácia do poder de Deus — escancararam as portas das empresas eclesiásticas para todo tipo de gente que nunca sequer chegou perto de verdadeiramente se arrepender por seus pecados!
Fica gritante que acoitar deturpações, pecados e heresias NÃO É nem nunca foi uma recomendação bíblica, assim como não se deve permitir que seus praticantes sejam chamados de “igreja” sem que sua vida reflita arrependimento, negação de si mesmos ou mudança de rumos: o objetivo essencial da Igreja é garantir que o indivíduo conheça e permaneça no caminho da santificação, que conduz à vida eterna.
A empresa eclesiástica que não tem a firmeza de, após uma ou outra admoestação, remover os iníquos de seu meio se torna mera congregação de ímpios, clube de convivência, apoio psicológico e, a despeito de suas boas intenções, sinagoga de Satanás.
E também houve entre o povo falsos profetas,
como entre vós haverá também falsos doutores,
que introduzirão encobertamente heresias de perdição,
e negarão o Senhor que os resgatou,
trazendo sobre si mesmos repentina perdição.
E muitos seguirão as suas dissoluções,
pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas;
sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença,
e a sua perdição não dormita.
A passagem acima é clara e inquestionável: o caminho da verdade será blasfemado não pelos ímpios (que nunca sequer chegaram perto dele), mas pelos muitos falsos cristãos congregados em torno de ministros de Satanás.
Apesar de inegável, a apostasia estabelecida não foi uniforme ao derrubar o modelo histórico de Igreja que atua através das empresas eclesiásticas: devemos reconhecer que ainda há alguns pastores lutando para promover a sanidade bíblica.
Infelizmente, parece que os seminários conseguiram tornar até esses, que ainda lutam, incapazes de reconhecer quando estão diante de um gigantesco cumprimento profético, mantendo suas visões de Igreja limitadas às estruturas físicas e determinações organizacionais das franquias e empresas eclesiásticas, levando-os a agir exatamente como os anacrônicos sacerdotes israelitas que, mesmo tendo o véu do Templo se rasgado do alto a baixo, não abriram mão dos sacrifícios e rituais.
De Responsabilidade Individual Do Cristão
Seria totalmente desonesto de minha parte não mencionar as centenas de pessoas que já entraram em contato comigo apenas buscando pretextos genéricos para justificar o afastamento de quaisquer congregações, de justos ou injustos, sem que, de fato, tenham defendido, por si próprias, o evangelho até o esgotamento das possibilidades.
De fato, não podemos esconder que muitos ‘desigrejados’ não passam de ímpios — geralmente criados ou com algum convívio em ambientes eclesiásticos — ávidos para ‘por suas asinhas de fora’ com a desculpa de poder dizer ‘eu já passei por isso’ ou ‘é tudo igual’…
E disse-me:
Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo.
Quem é injusto, seja injusto ainda;
e quem é sujo, seja sujo ainda;
e quem é justo, seja justificado ainda;
e quem é santo, seja santificado ainda.
Voltando a citar tanto que toda unanimidade é burra quanto que a Graça de Deus é multiforme, uma das coisas mais estúpidas que tenho assistido são condenações genéricas a qualquer um fora da indústria eclesiástica ou lamentações generalizadas pelos que ainda estão tentando lutar lá dentro.
O pecado deve ser imediata e obviamente condenado, mas porventura crer num Deus anacrônico, restrito ao modelo de culto de sua franquia eclesiástica e sem poder para cumprir as profecias que Ele próprio inspirou a registrar nas Escrituras… também não é tão grave quanto pecar?!?
Ninguém vos engane com palavras destituídas de sabedoria; porque é justamente devido a esse comportamento que a ira de Deus vem sobre os filhos da desobediência.
Portanto, não sejais participantes com eles.
Pois, no passado éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor.
Assim, andai como filhos da luz,
porquanto, o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade;
e aprendei a discernir o que é agradável ao Senhor.
E não vos associeis às obras infrutíferas das trevas;
pelo contrário, condenai-as.
Infelizmente o descolamento entre Igreja e empresas eclesiásticas acabou sendo ainda mais destacado quando o Senhor permitiu que esse vírus, criado em laboratórios do Dragão ou não, se tornasse mais um flagelo nesse mundo: tanto a insanidade do fanatismo — que trata a doença como “ação do demônio que não alcança os crentes” — quanto a covardia da completa submissão aos Césares — inclusive suas absolutamente questionáveis exigências sanitárias e injeções experimentais obrigatórias — revelaram que pouca gente confia no poder e nas insondáveis determinações de Deus.
Alguns contaminados pelo vírus morrem, outros passam ilesos.
Alguns inoculados com o “imunizante” experimental morrem, outros seguem em frente com seu metabolismo alterado para replicar partes do vírus em si próprios enquanto viverem…
Só Deus sabe o momento exato para permitir a morte de cada criatura.
Se sua empresa eclesiástica ainda é Igreja, então lute, nos moldes bíblicos, por ela, persevere na congregação, louve em espírito e verdade… persista na Verdade até o dia em que o último César há de se levantar — e ele não deixará de fazer isso porque está profetizado! — contra ela.
Muitos buscam o título de “desigrejados” para fugir da prestação de contas.
Entretanto, se o sistema exige submissão a exigências sanitárias questionáveis ou a líderes que agem como ‘donos de curral’, o veredito individual deve ser a retirada estratégica para não ser cúmplice de pragas alheias:
Então, ouvi uma outra voz dos céus que exclamava:
“Retirai-vos dela, povo meu,
para não serdes cúmplices em seus pecados
e para não participardes das pragas que a atingirão!”.
O Que Não Deve Ser Julgado?
Tudo o que for COTIDIANO (alimentos, ocasião de comunhão…) e NÃO ESTIVER OBJETIVAMENTE ESPECIFICADO COMO PECADO nas Escrituras!
Aceitai o que é fraco na fé, sem a preocupação de debater assuntos controvertidos.
Um crê que pode comer de tudo, e outro, cuja fé é fraca, come somente alimentos vegetais.
Aquele que come de tudo não deve menosprezar o que não come,
e quem não come de tudo não deve condenar quem come; pois Deus o aceitou.
Quem és tu, que julgas o servo alheio?
É para o seu senhor que ele está em pé ou cai.
E permanecerá em pé, porquanto o Senhor é capaz de o sustentar.
Há quem considere um dia mais sagrado do que outro;
outra pessoa pode entender que todos os dias são iguais.
Cada um deve estar absolutamente convicto em sua própria mente.
(…)
Deste modo, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus.
Portanto, abandonemos o costume de julgar uns aos outros.
Em vez disso, apliquemos nosso coração em não colocarmos qualquer pedra de tropeço ou obstáculo no caminho do irmão.
Por isso, esforcemo-nos em promover tudo quanto conduz à paz e ao aperfeiçoamento mútuo.
(…)
Assim, seja qual for tua doutrina a respeito destes assuntos, guarda-a com convicção entre ti mesmo e Deus.
Bem-aventurado aquele que não se condena naquilo que aprova.
Fulano come camarão? Sicrano come porco!
Com decência, Anésio se veste de terno, mas Prestônio prefere jeans…
Creusa é negra e Almerinda, branca.
Não se julga a aparência, o prato ou a etiqueta! É hipocrisia lideranças focarem na ‘abstinência de alimentos’ enquanto ignoram a apostasia galopante que cauteriza consciências
Enquanto escrevia esse tópico (que deveria de óbvio) acabei me lembrando de alguns formulários absolutamente constrangedores que alguns “guerreiros espirituais” obrigam neófitos a preencher, descrevendo até as minúcias de suas intimidades matrimoniais!
O Espírito Santo afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns se desviarão da fé e darão ouvidos a espíritos enganadores e à doutrina de demônios,
sob a influência da hipocrisia de pessoas mentirosas, que têm a consciência cauterizada.
São líderes que proíbem o casamento e ordenam a abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos com ações de graças pelos que são fiéis e estão bem firmados na verdade.
Quem Fala “Não Julgueis”?
É importante destacar que todo o conteúdo dessa publicação não tem caráter pessoal: até agora todo o texto foi elaborado através de análise e destaques em passagens bíblicas, porém este tópico irá evidenciar alguns personagens e suas inconvenientes, senão demoníacas, características.
Diante disso, sinto necessidade de repetir que não estou me referindo especificamente a nenhuma pessoa, conhecida ou desconhecida, apenas construindo um perfil comportamental e, sim, usando adjetivos chocantes para qualificar as ‘carapuças’: por favor, não estou falando com você e informo que não precisa vir se identificar caso a carapuça se encaixe.
Isto posto, a quaisquer pessoas que lançaram, lancem ou lançarão mão do estúpido argumento “não julgueis”, só cabem duas possíveis qualificações:
O Ignorante Preguiçoso: O Perfil Do Analfabíblico
- Aquele que, se afirmando cristão, não se deu ao trabalho de ler e compreender claramente a Palavra de Deus, especialmente um texto que nem mesmo é extenso ou complicado como o de Mateus 7:1-2, transcrito no início desta postagem.
- Elemento inútil que, aparentando boas intenções, se permite manipular até — em nome de coisas como “tolerância” ou “não espantar novos convertidos” — chegar ao ponto de ter medo de chamar pecado de pecado!
Estes — que lançam mão do pragmatismo, abrandam a rigidez da Palavra e tentam alargar o caminho estreito para poder se orgulhar de seus ricos templos cheios de joio — são os “mornos” de Laodiceia, que não julgam porque não conhecem a Palavra e têm medo de “espantar” o joio porque sua fé é baseada no pragmatismo das multidões cegas.
Seu destino que, caso não mudem de comportamento, já está revelado nas Escrituras:
Conheço as tuas obras, sei que não és frio nem quente.
Antes fosses frio ou quente!
E, por este motivo,
porque és morto, não és frio nem quente,
estou a ponto de vomitar-te da minha boca.
E ainda dizes:
‘Estou rico,
conquistei muitas riquezas e não preciso de mais nada’.
Contudo, não reconheces que és miserável,
digno de compaixão,
pobre, cego e que está nu!
O Manipulador Satânico: O Lobo Com Discurso De Amor
O mais terrível, pois mesmo tendo plena consciência de estar defendendo algum absurdo aberrantemente anticristão, malignamente apela para o “não julgueis” fora de contexto, esperando que, ao lançar tal argumento, receba uma manifestação irracional de amor, tolerância e aceitação irrestrita.
O manipulador apela ao “amor” para calar a exortação.
Contra ele, apresentamos o veredito de Cristo: o amor-próprio bíblico exige arrancar o que escandaliza, não tolerar o que condena.
Geralmente são personagens de alguma expressividade pública — provavelmente líderes religiosos — que se apresentam sempre muito bem-intencionados e inocentes, com doces palavras — faladas ou lindamente cantadas — para habilmente esconder o veneno de suas deturpações, manipulações e heresias contra a Palavra de Deus.
Esses tais são os responsáveis pela geração de muitos “imbecis preguiçosos”, pois a maior parte da população nem mesmo cogita questionar o que é dito por estes, engolindo tudo o que lhes é oferecido em nome de bênçãos, da paz, do futuro da humanidade ou, até mesmo, de “deus”…
Sobre estes a Palavra de Deus não poupou recomendações, dentre as quais citarei apenas três:
Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas,
que vêm até vós vestidos como ovelhas,
mas, interiormente, são lobos devoradores.
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina;
mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.
Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo.
E não é maravilha,
porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.
Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça;
o fim dos quais será conforme as suas obras.
Conclusão E Desafio
Diante do raciocínio desenvolvido, creio que ficou bem definido: o cristão tem OBRIGATORIEDADE de julgar tudo o que lhe for apresentado e, constatada até mesmo a simples aparência do mal, aplicar a doutrina da separação.
Ainda assim, a despeito da exposição de muitas atitudes biblicamente condenáveis, nenhum indivíduo foi julgado ao longo desta publicação: qualquer um que, ao lê-la, decidir se manifestar em contrariedade e a favor do “não julgueis”… já terá me julgado primeiro e, através disso, se caracterizado como hipócrita.
Então, se não houve citação de seu nome nem julgamento de sua pessoa, precisa saber que a vaca amarela defecou na panela: quem diz “não julgueis” e quiser vir aqui me julgar, que primeiro coma — SEM JULGAR! — as fezes dela!
Aliás, a verdade é que tanto faz, porque quem diz “não julgueis” e se apressa em condenar este texto (ou sua conclusão irônica) já caiu no próprio laço: comer fezes espirituais é o destino de quem troca o discernimento da reta justiça pelo deslumbre de coisas como marchas e profecias vãs.
Obrigado por ter lido até aqui e, verdadeiramente, preciso de qualquer colaboração que puder me oferecer: comentários, compartilhamentos e reações ajudam a divulgar este conteúdo que foi produzido com intenção de colaborar para a edificação do Corpo de Cristo no mundo.
Um link encurtado e de fácil memorização para essa postagem é:
https://cutt.ly/julgamento
MANUTENÇÃO DO FRONT
A Teologia é livre, mas a infraestrutura para mantê-la no ar contra a maré da indústria gospel tem seus custos. Este projeto rejeita patrocinadores e anúncios automáticos para não poluir sua leitura com o profano.
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O conteúdo desse espaço diferenciado é destinado às diversas possíveis comunicações como, por exemplo, enquetes para definição dos próximos “Debates com InteligêncIA” e quaisquer outros assuntos não diretamente relacionados ao Evangelho: esta caixa roxa será gradualmente acrescentada aos artigos e estudos conforme forem sendo revisados e vai apresentar a mesmíssima mensagem em todos eles, mas sempre atualizada: o que você está lendo agora já pode ser totalmente diferente do que estava aqui na semana passada.
Se quiser saber de todo o histórico, minha intenção é mantê-lo registrado no Threads… me siga por lá!
Parafraseando o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24: que a graça e a paz sejam conosco, todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade, hoje e para todo o sempre!



