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Relacionamento

Quantas vezes eu já me senti incomodado e fui até seu perfil para reclamar do que você anda postando?
E quantas vezes eu já tentei impedir sua livre expressão, desde que dentro da lei, receoso da repercussão que ela poderia ter?
Pense bem! Tente lembrar!!
Pois é…NENHUMA!

Por minha vez, já tive que aturar gente se intrometendo para tentar impor as mais loucas, ridículas, inúteis e infundadas doutrinas; querendo me calar quando expunha alguma prática herética característica da franquia de sua empresa eclesiástica; ou até mesmo determinar como eu deveria me comunicar e apresentar os estudos que realizei… inclusive REMOVENDO os mais complexos ou chocantes.
O mais impressionante de tudo é que, me achando algum emissário divino com possível responsabilidade direta pela salvação daquela alma, ainda me lançava em uma tentativa de diálogo que, muitas vezes, se estendia por semanas: que TROUXA eu era!

Em primeiríssimo lugar há uma coisa sobre a qual eu falava, mas que esse meu antigo comportamento insistente provava que não reconhecia plenamente: a SOBERANIA de Deus — se Ele quiser salvar alguma alma, não estará restrito a depender completamente de mim para isso!
Longe de mim querer evocar manifestações arminianas ou calvinistas assim, de cara, na segunda postagem desse blog, mas… há de existir um equilíbrio entre os evangelistas “caçadores de pokémon” e os inertes em relação ao que Cristo disse:

Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer;
e eu o ressuscitarei no último dia.

(João 6:44)

Ou seja: eu não posso empurrar o verdadeiro evangelho goela abaixo de ninguém… e nem alguém que resolva me tomar por impuro e pervertido pode fazer isso comigo!
Sempre gosto de aplicar a “analogia de Zorobabel” à pregação do evangelho:

Não por força nem por violência,
mas sim pelo meu Espírito,
diz o Senhor dos Exércitos.

(Zacarias 4:6b)

Mas voltando ao velho, inconveniente e relativamente inútil conflito entre arminianos e calvinistas, já tive a pretensão de liderar um grupo de pessoas que, mesmo geograficamente distantes, se encontravam para conversar, expor coisas para serem analisadas sob uma perspectiva cristã e biblicamente fundamentada… a ideia era ótima, mas o ser humano é podre e isso foi exposto através de alguns episódios lamentáveis: o do rapaz que estava tão desesperado para casar que se enamorou de uma e acabou casando com outra não foi tão terrível quanto aquele ao qual me refiro como “a matilha de cadelas gospel”!
Era um tipo estranho de competição entre uma que se declarava arminiana e outra que se declarava calvinista, mas o que deveria ser a defesa do evangelho foi se tornando em frequentes tentativas de demonstrar liderança e controle sobre as outras pessoas: iam nos fóruns e páginas só para se meter em discussões e depois, por puro faccionismo, fazer convocações para que todos os membros do grupo fossem a tal endereço para se manifestar numa discussão infrutífera.

Não lembro quando a calvinista deixou o grupo, mas recordo perfeitamente quando a arminiana postou em seu perfil uma foto onde quase lhe saltavam os peitos pra fora do decote e eu, presumindo a privacidade do grupo, capturei a tela e adicionei uma pergunta: “essa é uma forma correta de apresentação cristã?” ou coisa parecida…
Ávida por exibir seu poder e controle, a calvinista havia deixado uma espiã que capturava tudo o que ocorria no grupo e a informava: diante desse episódio a canalha imediatamente entrou em contato comigo para, num tipo de extorsão, querer me calar, pois tudo o que eu falava no grupo “ela tinha seu informante”, a saber, alguém que se dizia irmã, mas não passava de uma cadelinha fiel à sua mestra, guia, guru e líder.
Enfim, “meu” grupo perdeu a privacidade e terminou por  conta de mulheres que se afirmavam sábias, mas cometeram uma cachoeira de impropriedades.
A espiã, desgraçada a quem eu sempre aconselhei e apoiei, depois de perceber a besteira que fez, veio pessoalmente se expor a mim… mas já era tarde demais: havia acontecido uma quebra de confiança entre os participantes — exatamente nos moldes do jogo “Among us” — e nunca mais me meti a criar grupos com base na fé… e não vou mais nem tentar!
O pior mesmo só veio a acontecer em 2018, quando uma das participantes do grupo (que sempre recorria a mim e aos outros em seus momentos de maior depressão) acabou se suicidando: por tudo o que houve antes eu nem lembraria mais da “matilha de cadelas gospel”, mas essa morte eu sempre vou por na conta delas e na avidez que pessoas como a cadela-mor tem por demonstrar de poder religioso, espiritual e de influência sobre as pessoas.

O texto já está ficando extenso e isso não é a proposta desse blog, mas falando especificamente em “Relacionamento”, tenho planos de seguir escrevendo regularmente, com postagens às segundas, quartas e sextas… sempre à noite.
Posso não mais alcançar um público tão grande quanto o de antigamente e, como disse, não espero alcançar tanta popularidade já que não vou ter pena de excluir comentários impróprios e bloquear gente inconveniente.
O tema central, por mais que não algumas vezes possa não parecer, será a Palavra de Deus e sua interpretação básica e correta: apesar de versões estranhas, ainda pode ser facilmente encontrada para aquisição popular e não será o calor de nenhum debate que vai alterar seu conteúdo.
Estou ansioso por comentários e questões pertinentes, com os quais possa aprender e responder o mais rápido possível.

Me tornei deficiente auditivo em 2018 e não consigo mais realizar as atividades (como no vídeo acima) através das quais conseguia complementar a renda que recebo pro ter sido militar: para escrever um texto como esse, que você lê em quinze minutos, eu acabo levando até duas horas e, sinceramente, faço com prazer e gratuitamente, mas por conta de tantas dificuldades já perdi qualquer orgulho e logo, não me pondo à venda nem alterando o teor da mensagem, vou arrumar uma forma para receber qualquer auxílio, doação… esmola que queira me dar.

Desejando colaborar financeiramente com qualquer valor, minha chave PIX principal é [email protected] e essa imagem é do meu QR code: meu nome é Geovane Ignácio de Souza, o trecho do CPF a aparecer deve ser o “927.157” e a instituição financeira é o Nubank.

Por mais que queira, destaco que não tenho em mim mesmo a menor capacidade de forçar o Pai a te abençoar por causa disso, mas oro a Ele pedindo para que, no tempo correto e na medida multiplicada, retribua a bondade realizada da forma mais adequada: seja através de livramentos ou de diversas bênçãos possíveis.

Aqui quem escreve é o velho Teóphilo Noturno e prossigo, contra todas as adversidades, tentando alcançar — todas as terças e quintas pela noite — unidades desorientadas (e, quiçá, até as atualmente em poder do inimigo) através dos informes consolidados e atualizados que chamo d’O Pior Evangelho do Mundo.

Parafraseando o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24: que a graça e a paz sejam conosco, todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade, hoje e para todo o sempre!

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