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Qui Nobis Sumus in Recta Panis?

Esse título inusitado é só pra chamar atenção: apesar de soar como Latim, pode estar errado e é uma brincadeira minha para propor uma pergunta bastante séria aos cristãos: quem somos nós na fila do pão?
A catástrofe do analfabetismo funcional vem causando tantos estragos através da história que até hoje há muitas pessoas confusas, incapazes de diferenciar entre judeus e cristãos, ávidas para tomar sobre si ritualísticas abolidas e exigindo o cumprimento de promessas que Deus nunca direcionou a elas!

Na última publicação, a conclusão causou frustração a algumas pessoas porque Cristo cumpriu, sozinho e integralmente, a Lei mosaica e não deixou nem um pouquinho para que elas pudessem ter a ilusão de que realizaram algo em prol da expiação dos próprios pecados ou — arrogância de querer ser co-redentoras! — da obtenção da própria salvação.
Outros ainda, evidenciando a completa incapacidade de compreensão do que foi lido, fizeram questão de expressaram sua irritação com o “vácuo de poder”, achando que se a Lei foi cumprida então só nos restaria caos e desordem…

Ora, queridos, caótica e desordenada parece estar a mente de vocês que, lamentavelmente, não foi capaz de atentar para a importante passagem bíblica inserida por volta do meio da publicação e que, para tentativa de esclarecimento definitivo, vou repetir — colocando em maiúsculas, sublinhando e negritando — a seguir:

Porquanto os mandamentos:
“Não adulterarás”, “Não matarás”, “Não furtarás”, “Não cobiçaras”,
bem como qualquer outro preceito,
todos se resumem neste mandamento:
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.
O amor não faz o mal contra o próximo.
Portanto, o amor é o cumprimento da Lei.

(Romanos 13:9 – 10)

Ah, Teóphilo, mas isso foi o apóstolo Paulo quem escreveu… Jesus era judeu e nunca mandaria ninguém abandonar os mandamentos de seu povo, não é mesmo?
Bem… Paulo só escreveu isso porque seguiu as ordem de Jesus que, por sinal, anteriormente já havia estabelecido:

Um novo mandamento vos dou:
Que vos ameis uns aos outros;
como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.
Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

(João 13:34-35)

Isto posto, compreendam que, apesar de soar ríspido, meu objetivo através desta série — e de todo este site no final das contas — é chamar os membros do Corpo de Cristo ao genuíno estudo e conhecimento da Palavra, mesmo que sem tantas complicações eruditas como eu quis fazer com que o título dessa postagem parecesse!
O meu amor por você pode ser amargo como um remédio, ardido como o uso da vara numa criança desobediente… ou estimulante como um desafio para que saia do seu nicho de conveniência e se arrisque a, com auxílio do Espírito Santo, pensar por si próprio: esse não é o evangelho que vai inflar o seu ego nem te prometer mentiras, por isso é que chamo d’O Pior Evangelho do Mundo.

GENTIOS!

É um tanto constrangedor ver cristãos citando passagens bíblicas onde são expostos “gentios” como a generalização de todos os ímpios e infiéis, assim como quando afirmam ser, especificamente, ovelhas do Senhor…
Para começar a raciocinar sobre isso, permitam que lhes apresente o primeiro e o último verso do Salmo 79:

Ó DEUS, os gentios vieram à tua herança;
contaminaram o teu santo templo;
reduziram Jerusalém a montões de pedras.
(…)
Assim nós, teu povo e ovelhas de teu pasto, te louvaremos eternamente;

de geração em geração cantaremos os teus louvores.

(Salmos 79:1 e 13)

Para quem não entendeu, “gentio” é o termo referente a qualquer pessoa que não nasceu em Israel nem seja descendente de israelitas: curioso que é exatamente essa a situação de um gigantesco número de servos de Deus através de toda história e, apesar do pacto específico que o Criador estabeleceu com aquela nação e seu povo, mesmo no Antigo Testamento sempre lhes foi garantida a oportunidade de se achegar ao Senhor:

E aos filhos dos estrangeiros,
que se unirem ao SENHOR, para o servirem,
e para amarem o nome do SENHOR,
e para serem seus servos,
todos os que guardarem o sábado, não o profanando,
e os que abraçarem a minha aliança,
Também os levarei ao meu santo monte,
e os alegrarei na minha casa de oração;
os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar;
porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.
Assim diz o Senhor DEUS, que congrega os dispersos de Israel:
Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.
Vós, todos os animais do campo, todos os animais dos bosques, vinde comer.

(Isaías 56:6-9)

Acho muito curioso o próprio Senhor Deus ter inspirado o profeta Isaías a não nos chamar de ovelhas, mas de animais do campo e dos bosques (ou, na versão King James, bestas do campo e das florestas!): foram estas palavras que me relembraram da natureza pré-diluviana — quando todas as criaturas se alimentavam somente de ervas e frutos — e me levaram a preparar a ilustração de abertura que, à primeira vista, pode parecer que é o prenúncio de de uma carnificina, mas que, somente pelo poder de Deus, se torna uma visão profética do tempo em que toda a diversidade da criação será congregada para serví-lO e adorá-lO.
Mas… como se dará isso?

FIGURAS DE LINGUAGEM

Se ao Senhor aprouve o uso de figuras de linguagem para poder apresentar alguns conceitos e projetos, cabe àquele que foi instado a evangelizar lançar mão de todos os recursos possíveis para esclarecê-las diante de todas as possíveis deturpações que podem ser causadas pelas mentes preguiçosas, obscuras… ou até mesmo mal intencionadas!

Ténica Avançada para Identificar Heresias
Técnica Avançada para Identificar Heresias

Sim! Veja Atos 20:29-30 na imagem de abertura da publicação anterior: aos lobos ferozes e caçadores de discípulos — cujo surgimento dentre os servos de Deus foi registrado como profecia e, portanto, não pode deixar de se cumprir — é fundamental não apenas criar confusões, mas principalmente mantê-las sem solução… tanto para que possam preservar as posições de destaque que proporcionam seus lucros, quanto para que as almas não tenham acesso, de fato, a Verdade que liberta e gastem suas existências integralmente submetidas a práticas e rituais cuja aparência é de santificada piedade, mas que na realidade não passam de atrozes atos de negação ao verdadeiro poder de Deus.

Recentemente ousei também usar figuras de linguagem para comparar que muitas das promessas feitas a nós pelo Senhor são como itens adicionados a um carrinho de compras pelo qual nem pagar precisaremos, bastando apenas a finalização ao passar pelo caixa…

A imagem ao lado mostra a pessoa mais humilde e sincera que se manifestou, porque houve gente irada alegando que eu falava sobre a possibilidade de comprar a salvação ou que estava dizendo que o dinheiro é mais importante que ela: então visualizei que a alguns analfabetos funcionais sua ignorância não é o bastante, soma-se à arrogância de exigir uma realidade adequada à sua estreita capacidade de interpretação!

Transmitindo no vale dos ecos eternos
SINCERIDADE VALE MAIS
QUE ARROGÂNCIA!

Foi por amor aos que, como essa pessoa sincera, admitem a dificuldade de compreensão que decidi postergar a publicação de um conteúdo mais complexo para realizar uma tentativa de alfabetização bíblica — Alfabiblitização — que pode permitir um melhor entendimento dos assuntos, principalmente os especulativos, que apresentarei no futuro.
Tenho sido prisioneiro de textos não tão extensos quanto o necessário, mas às mentes limitadas é impossível absorver grandes doses de raciocínio, sendo necessário limitar a duração do esforço que realizam para que, aos poucos, consigam se tornar mais fortes.

DE OVELHAS E ANIMAIS PARA UVAS E AZEITONAS

Ao classificar todos os que não são israelitas através de uma variedade enorme de animais, o Senhor incluiu não apenas a questão das nacionalidades, mas certamente, também, da variedade de características às quais as personalidades humanas podem ser comparadas: em Cristo e por amor, deve o homem negar-se a si mesmo e, obediente, submeter-se à Verdade.
Por favor, apesar da extensão do texto, se esforce um pouco para conhecer o que Ele mesmo disse:

Eu Sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.
Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, Ele retira;
e todo que dá fruto, Ele limpa, para que dê mais fruto ainda.
Vós já estais limpos, pela Palavra que Eu vos tenho transmitido.
Permanecei em mim, e Eu permanecerei em vós.
Nenhum ramo pode produzir fruto por si mesmo, se não estiver ligado à videira.
Vós igualmente não podeis dar fruto por vós mesmos, se não permanecerdes unidos a mim.
Eu Sou a videira, vós os ramos.
Aquele que permanece em mim, e Eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim não podeis realizar obra alguma.
Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca.
Então, esses ramos são juntados, lançados ao fogo e queimados.
Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que desejardes, e vos será concedido.
O que glorifica meu Pai é que deis fruto em abundância;
e assim sereis verdadeiramente meus discípulos.
Assim como o Pai me amou, Eu da mesma forma vos amei.
Permanecei no meu amor.
Se obedecerdes aos meus mandamentos, permanecereis no meu amor,
exatamente como Eu tenho obedecido às ordens do meu Pai e permaneço em seu amor.
Tenho-vos dito essas palavras para que a minha alegria permaneça em vós
e a vossa felicidade seja completa.
E o meu mandamento é este:
que vos ameis uns aos outros, assim como Eu vos amei.

(João 15:1-12)

Sem dúvida algumas essas palavras foram direcionadas aos apóstolos, nascidos israelitas e, portanto, fortemente ligados ao cumprimento da Lei mosaica.
É interessante vermos que Ele instruí com firmeza a permanecer n’Ele e em suas palavras, ou seja: tudo o que escapar, mesmo que tenha aparência de piedade, — coisa que muitas empresas eclesiásticas têm promovido em nossos dias — deve ser abandonado.

Outro detalhe a ser destacado é que o Senhor, ao mencionar “aquele que permanece” e “se alguém não permanecer”, faz um aceno à admissão dos gentios, coisa que só foi consolidada — não com uvas, mas com azeitonas — um pouco depois, através do apóstolo Paulo:

E se alguns dos ramos foram podados,
e, tu, sendo oliveira brava, foste enxertado entre outros,
e agora participas da mesma seiva que flui da oliveira cultivada,
não te vanglories contra esses ramos.
Porém, se o fizeres, recorda-te, pois, que não és tu que sustentas a raiz, mas, sim, a raiz a ti.
Então, vós direis:
“Os ramos foram cortados, para que eu fosse enxertado”.
É verdade.
Entretanto, eles foram podados por causa da incredulidade deles.
Porém, tu, que permaneces firme pela fé, não te envaideças, mas teme.
Porque, se Deus não poupou os próprios ramos naturais, de igual maneira não poupará a ti.
Considera, portanto, a bondade e a severidade de Deus:
severidade para com aqueles que caíram,
mas bondade para contigo, desde que permaneças firme na bondade dele;
do contrário, também tu serás excluído.
E quanto a eles, caso não permaneçam na incredulidade,
serão reconduzidos, porquanto Deus é poderoso para enxertá-los novamente.
Afinal de contas, se tu foste cortado de uma oliveira brava por natureza
e, de forma sobrenatural, foste enxertado na oliveira cultivada,
quanto mais serão enxertados os ramos naturais em sua própria oliveira?
Irmãos, não quero que ignoreis este mistério para que não sejais presunçosos:
Israel experimentou um endurecimento em parte,
até que chegue a plenitude dos gentios.

(Romanos 11:17-25)
SE UM CIENTISTA CONSEGUIU ENXERTAR
40 VARIEDADES DE FRUTAS NUMA ÚNICA ÁRVORE,
POR QUE O SENHOR TERIA PROBLEMAS
EM UNIR ISRAEL E GENTIOS?

Seria estranho, senão sanguinolento, falar em implantar pedaços de diversos animais, mas o que é o sangue das criaturas senão a seiva dos vegetais?!?

E não é, conforme diz Paulo, da mesma “seiva da oliveira cultivada” que passamos a, sobrenaturalmente, fazer parte?

O fato é que — sendo ainda camelos, orangotangos e pandas — passamos ESPIRITUALMENTE a receber, por parte de Deus, o mesmo tratamento dispensado às ovelhas, recebemos o acesso às estruturas divinas nas quais nunca estivemos… e temos que aprender a lidar com isso, pois na perspectiva material somos exatamente os mesmos bichos que nunca deixamos de ser, ainda submetidos a todas as mesmas leis dos homens e com as mesmas características físicas e orgânicas!

Fazendo uma analogia direta à parábola do filho pródigo, ele é Israel!
Nós somos o irmão, mas aos olhos do Pai isso não significa que temos a obrigação ou sequer vamos chegar perto de tomar o lugar do pródigo: qualquer pai sabe que um filho é diferente do outro, se comporta de forma diferente, fala de forma diferente… e Ele é capaz de amá-los se, mesmo com suas características únicas, houver sincera obediência e amor filial!
O ponto de união entre os cristãos e Israel deve ser o respeitoso amor e, de nossa parte, a constante oração, sem inveja, na expectativa pelo retorno de Israel ao lugar que lhe é reservado… isso logo que se concretize a chamada “plenitude dos gentios”.

AFINAL, QUEM SOMOS NÓS NA FILA DO PÃO?

Quando comecei a compreender que sou um hipopótamo enxertado no aprisco, fiquei um tanto decepcionado por não ser, ainda e de fato, a ovelha que me disseram ser a vida inteira, mas, por outro lado, fiquei muito feliz por finalmente entender que o Senhor me ama da forma que sou, sem precisar lançar mão de nenhum termo ou ritual judaico sequer!
Aliás, muitos que praticam tais coisas ousam se afirmar até conhecedores d’O Nome d’Ele, mas através disso apenas revelam grande arrogância e — ao contrário do mandamento de Cristo — pouco ou nenhum amor, não sendo capazes sequer de compreender a verdadeira extensão de Seu Poder… que já havia previsto tudo isso, nos mínimos detalhes, desde antes da fundação da realidade:

Porquanto, estais cientes de que não foi mediante valores perecíveis como a prata e o ouro
que fostes resgatados do vosso modo de vida vazio e sem sentido, legado por vossos antepassados.
Mas fostes resgatados pelo precioso sangue de Cristo,
como de Cordeiro sem mácula ou defeito algum,
conhecido, de fato, antes da criação do mundo,
porém revelado nestes últimos tempos em vosso favor.

(1 Pedro 1:18-20)

Se formos abrir a Bíblia para verificar o trecho de Isaías 56 transcrito lá em cima, vamos nos deparar com duas coisas bastante impressionantes.
A primeira é a magnífica promessa de que seremos levados ao santo monte do Senhor… e esse dia vai ser mais do que fantástico:

E o SENHOR dos Exércitos dará neste monte a todos os povos
uma festa com animais gordos, uma festa de vinhos velhos,
com tutanos gordos, e com vinhos velhos, bem purificados.
E destruirá neste monte a face da cobertura, com que todos os povos andam cobertos,
e o véu com que todas as nações se cobrem.
Aniquilará a morte para sempre,
e assim enxugará o Senhor DEUS as lágrimas de todos os rostos,
e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra;
porque o SENHOR o disse.
E naquele dia se dirá:
Eis que este é o nosso Deus, a quem aguardávamos, e ele nos salvará;
este é o SENHOR, a quem aguardávamos;
na sua salvação gozaremos e nos alegraremos.

(Isaías 25:6-9)

Vai ser um churrascão!!!
Possivelmente ocorrerá a verdadeira unificação global — não essa que estamos vendo ser construída a força com tecnologia pelos servos de Satanás — com a destruição do “véu com que todas as nações se cobrem” e eu, hipopoticamente, penso que será o fim das bandeiras nacionais e, subsequentemente, da razão de ser dos países.
Vai ser ainda mais espetacular por acontecer no mesmo dia em que as lágrimas deixarão de existir e a morte será aniquilada, mas… esses encadeamento desses eventos me levou a perceber um detalhe inusitado que chamei de “O Paradoxo do Churrasco”, mas isso é conversa para um outro dia…

A segunda… já é um pouco mais complicada e está registrada logo a seguir do trecho que transcrevi:

Os guardas do meu povo são cegos;
eles não veem nada.
Todos são como cachorros mudos, que não podem latir;
estão sempre deitados, dormindo;
são uns preguiçosos que só gostam de dormir e sonhar.
Esses cachorros são gulosos e sempre querem mais comida.
Os pastores do meu rebanho não entendem nada;
todos seguem os seus próprios caminhos e procuram os seus próprios interesses.
Eles dizem uns aos outros:
‘Vamos procurar vinho e cerveja e cair na bebedeira.
Amanhã, faremos a mesma coisa, e ainda mais do que hoje! ’

(Isaías 56:10-12)

Estaria a Bíblia apresentando um equívoco?
Por que fez questão de, por duas vezes, se referir a TODOS os pastores?
Isso também será assunto para outra publicação… e não me faltam temas sobre os quais escrever!

Dentre esses dois acima, qual gostaria de ver primeiro?
Ou será que há algum outro, totalmente diferente desses, que gostaria de sugerir?
Já falei que não sei tudo, assim como há coisas tão óbvias que seria perda de tempo “chover no molhado”, mas o Senhor tem me movido para que, na minha simplicidade e limitado entendimento, colabore para a edificação do Corpo de Cristo… tem te ajudado?
Obrigado por ter lido até aqui e peço que, tendo sido edificado, colabore com comentários, reações e compartilhamentos, pois o objetivo principal é aumentar o conhecimento dos que querem servir ao Senhor!

Desejando colaborar financeiramente com qualquer valor, minha chave PIX principal é [email protected] e essa imagem é do meu QR code: meu nome é Geovane Ignácio de Souza, o trecho do CPF a aparecer deve ser o “927.157” e a instituição financeira é o Nubank.

Por mais que queira, destaco que não tenho em mim mesmo a menor capacidade de forçar o Pai a te abençoar por causa disso, mas oro a Ele pedindo para que, no tempo correto e na medida multiplicada, retribua a bondade realizada da forma mais adequada: seja através de livramentos ou de diversas bênçãos possíveis.

Aqui quem escreve é o velho Teóphilo Noturno e prossigo, contra todas as adversidades, tentando alcançar — todas as terças e quintas pela noite — unidades desorientadas (e, quiçá, até as atualmente em poder do inimigo) através dos informes consolidados e atualizados que chamo d’O Pior Evangelho do Mundo.

Parafraseando o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24: que a graça e a paz sejam conosco, todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade, hoje e para todo o sempre!

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