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Finalização

COMPRAS NO MERCADO, LUTAS DE ARENA E CUMPRIMENTO PROFÉTICO

Não me importo com arenas.
Sejam lutas sangrentas ou jogos de futebol com resultados comprados, não tenho o mínimo interesse nem perco meu tempo com tais distrações — parte do “circo” que deve ser ofertado junto às migalhas de pão — que desviam o foco das catastróficas ações promovidas por políticos do mundo inteiro.
Estava fazendo compras num grande mercado e, enquanto aguardava a esposa, as muitas telas de TV exibiam cenas de um violento combate cuja quantidade de sangue que escorria pela cara dos lutadores só me fez questionar a verdade daquela famosa frase: “esporte é saúde”…

De súbito, observando a diversidade de marcas e produtos apenas possível no capitalismo, comecei a imaginar como seria se não apenas “saúde”, mas “humor”, “ânimo”, “persistência”, “esperança”… fossem itens disponíveis nas prateleiras de algum mercado e logo desenvolvi uma ilustração onde o dono de tal estabelecimento só poderia ser o próprio Senhor Deus.

Decidido a simplificar, aprimorar, dar mais sentido e trazer redenção definitiva à existência, Ele aceitou limitar seus poderes sem com isso perder a autoridade: removeu quaisquer evidências de Sua magnitude e entrou, com trajes ainda mais humildes do que qualquer cliente ordinário usaria, pela porta comum.

E o Verbo se fez carne,
e habitou entre nós, e vimos a sua glória,
como a glória do unigênito do Pai,
cheio de graça e de verdade.

(João 1:14)

Ele não era bonito nem simpático,
nem tinha nenhuma beleza que chamasse a nossa atenção ou que nos agradasse.

(Isaías 53:2b)

Mesmo sendo Ele o responsável por todo o fornecimento, pegou um carrinho daqueles cujas rodas às vezes travam e iniciou seu percurso por entre as muitas pessoas e prateleiras da vida, enfrentando dificuldades e menosprezo, recebendo e reagindo às experiências e ofertas — dor, fome, cansaço, crescimento, frio, calor, vontade de ir ao banheiro… — sem nunca lançar mão do infinito poder que dispunha em benefício próprio.

Pelo contrário, foi desprezado e rejeitado pelos homens,
viveu como homem de dores,
experimentou todo o sofrimento.
Caminhou como alguém de quem os seus semelhantes escondem o rosto,
foi menosprezado,
e nós não demos à sua pessoa importância alguma.

(Isaías 53:3)

Pois não temos um sumo sacerdote que não seja capaz de compadecer-se das nossas fraquezas,
mas temos o Sacerdote Supremo que, à nossa semelhança, foi tentado de todas as formas,
porém sem pecado algum.

(Hebreus 4:15)

Poderia mencionar sobre a vez em que se encontrou com um enganador que, tendo apenas uma barraca desmontável, até hoje se apresenta a todos como se fosse um competidor do mesmo calibre, porém assim como Ele simplesmente enxotou esse mentiroso, também não darei aqui destaque a essa ocasião.
O que quase ninguém percebeu é que, durante seu sofrido trajeto, Ele levou consigo itens extraordinariamente improváveis:

No início da noite, trouxeram-lhe muitos endemoniados;
e Ele, com apenas uma palavra, expulsou os espíritos e curou todos os que estavam doentes.
Assim se cumpriu o que fora dito por intermédio do profeta Isaías:
“Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e pessoalmente levou as nossas doenças”.

(Mateus 8:16-17)

O COMBATE MAIS IMPORTANTE DA HUMANIDADE

A despeito de tantas realizações, o simples fato de não poder ocultar ou negar sua identidade o conduziram ao maior combate que já ocorreu na história da humanidade: não foi nenhuma das guerras nem algum evento do qual tenham participado muitas pessoas, mas a singular luta entre um homem e a morte.
Apesar do combatente ter sido lançado na arena sem esboçar reação, imagino que houve tanto ou mais sangue que naquelas imagens exibidas pelos telões.

Ele foi maltratado, humilhado, torturado;
contudo, não abriu a sua boca;
agiu como um cordeiro levado ao matadouro;
como uma ovelha que permanece muda na presença dos seus tosquiadores
Ele não expressou nenhuma palavra.

(Isaías 53:7)
TEU ADVERSÁRIO, TUA LÁPIDE!

Só que Ele antecipadamente, sabendo que todo aquele processo era necessário, tinha um plano tão grandioso que quase ninguém, mesmo alguns dentre os poucos com quem conviveu, poderia acreditar: subverter as leis naturais, transformar a realidade… se permitir morrer de forma incontestável para, só então, quebrar os grilhões da morte!
Seria como, num UFC fatal, uma luta onde o vitorioso se petrificaria numa imobilização inescapável, para a eternidade: pelos costumes judaicos, eram necessários três dias para que a morte fosse confirmada e nunca confundida com alguma narcolepsia ou coisa parecida.

Então Ele se entregou à morte numa sexta-feira (1º dia), passou o sábado inteiro morto (2º dia) e no domingo, 3º dia, simplesmente passou a utilizar a plenitude de seu poder e providenciou não apenas a remoção do inimigo que nunca havia sido vencido por ninguém, mas também até a de uma pedra com algumas toneladas que supostamente impediria sua saída da sepultura…

Onde está, ó Morte, a tua vitória?
Onde está, ó Morte, o teu aguilhão?

(1 Coríntios 15:55)

Mesmo sabendo que são inúteis, usamos, por força da lei, essas máscaras de algodão que iludem nos proteger da doença e da morte: estamos vivendo em visível treinamento para os dias em que reinará o anticristo, sendo submetidos aos comandos de tiranos estúpidos sob a alegação de que há interesse na preservação de nossa saúde…
Não vou discutir aqui sobre a malignidade dos que querem alcançar a ordem após ter, eles mesmo, promovido o caos, mas apenas comentar o sumiço daqueles cristãos exaltados que jogavam na cara de todos que “o crente verdadeiro não pode ter doença” se baseando em Isaías 53:4 (citado acima através de Mateus 8:17).

Ora, o Senhor Jesus Cristo, de fato, colocou este item — a cura de todas as doenças — no carrinho, assim como “o fim de todas as lágrimas”, “a extinção da dor”… e até mesmo “o extermínio da morte”!
Ele encheu esse carrinho, sem fazer economia, e, por cima de tudo, ainda colocou um bilhete que serve como cupom de bônus para cobrir o valor integral de tudo o que ali está:

Em verdade, em verdade vos asseguro:
se alguém obedecer a minha Palavra,
jamais experimentará a morte.

(João 8:51)

Para não haver confusão, Ele, indo muito além de qualquer outro homem ou demônio inspirador de religiões, bateu no próprio peito e assumiu:

Esclareceu-lhe Jesus:
“Eu Sou a ressurreição e a vida.
Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá;
e todo o que vive e crê em mim, não morrerá eternamente.
Tu crês nisso?”

(João 11:25-26)

Após ter feito tudo isso, multiplicou os carrinhos nos mesmos moldes do que fizera com pães e peixes e foi nos aguardar ali, logo após o caixa que, por acaso, se chama “morte”.
E aqui estou eu, com ou sem pandemia, seguindo em direção à finalização dessas “compras” pelas quais ninguém por si próprio tem recursos ou condições para pagar.
Não posso deixar de mencionar que você, queira ou não, está na mesma fila…

Aqui quem escreve é o velho Teóphilo Noturno e prossigo, contra todas as adversidades, tentando apresentar O Pior Evangelho do Mundo.
Ainda não finalizei as compras, ainda não finalizei o combate, mas estou finalizando o ano de 2020 e tenho inúmeras razões para agradecer ao Senhor Deus e a vocês, irmãos leitores: mais do que felicidades, desejo que seu próximo ano seja na presença do Pai!

Graças às suas doações consegui adquirir um aparelho auditivo, de segunda mão mesmo, para meu ouvido direito, pagar por seus ajustes e, desde ontem, tenho me comunicado melhor com todas as pessoas e, especialmente, com minha família!
Só que a vida prossegue e todos os janeiros costumam ser financeiramente difíceis por conta dos tributos…

Desejando colaborar financeiramente com qualquer valor, minha chave PIX principal é [email protected] e essa imagem é do meu QR code: meu nome é Geovane Ignácio de Souza, o trecho do CPF a aparecer deve ser o “927.157” e a instituição financeira é o Nubank.

Por mais que queira, destaco que não tenho em mim mesmo a menor capacidade de forçar o Pai a te abençoar por causa disso, mas oro a Ele pedindo para que, no tempo correto e na medida multiplicada, retribua a bondade realizada da forma mais adequada: seja através de livramentos ou de diversas bênçãos possíveis.

Costumo parafrasear o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24, mas hoje me permitam compartilhar a transcrição da passagem pela qual mais anseio escutar pessoalmente:

E ouvi uma forte voz que procedia do trono e declarava:
“Eis que o Tabernáculo de Deus agora está entre os homens, com os quais Ele habitará.
Eles serão o seu povo e o próprio Deus viverá com eles, e será o seu Deus.
Ele lhes enxugará dos olhos toda a lágrima;
não haverá mais morte, nem pranto, nem lamento, nem dor,
porquanto a antiga ordem está encerrada!”

(Apocalipse 21:3-4)

Espero encontrá-los lá, nesse dia, assim como por aqui, no próximo ano.
Um fraternal abraço.

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