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Uma Definição Para Apostasia (Parte Dois)

A Tragédia do Evangelismo Moderno

ANTES DE PROSSEGUIR, POR FAVOR, VEJA ESSA IMPORTANTE INFORMAÇÃO

OBRIGADO PELA ATENÇÃO. ABAIXO ESTÁ O CONTEÚDO QUE BUSCOU:

Na PRIMEIRA PARTE vimos a chocante (para alguns) revelação de que é o próprio Senhor Deus quem está enviando a operação do erro, assim como Seus justos motivos para isso.
Agora vamos conhecer a “tragédia do evangelismo moderno”, um esclarecedor texto de Ray Comfort sobre as coisas que têm ocorrido em muitas igrejas de nossos dias:

A TRAGÉDIA DO EVANGELISMO MODERNO

A tragédia do evangelismo moderno é que, na virada do século XX, quando a lei de Deus foi abandonada e desprezada em sua capacidade de converter a alma e conduzir os pecadores a Cristo, os defensores do evangelismo moderno tiveram que encontrar outra razão para os pecadores responderem ao evangelho. E a maneira que os evangelistas modernos encontraram para atrair tais pecadores foi a estratégia da “melhoria na qualidade de vida.”
O Evangelho foi degenerado para algo como: “Jesus Cristo vai te dar paz, alegria, amor, realização pessoal e felicidade duradoura”.
Agora, para ilustrar a natureza antibíblica deste ensinamento tão popular, gostaria que vocês escutassem com bastante atenção a seguinte anedota, pois a essência do que estou ensinando baseia-se nesta historinha que vou contar.
Então, por favor, leiam atentamente:

Dois homens estão sentados em um avião.
Ao primeiro é dado um paraquedas e é orientado a colocá-lo, pois, o paraquedas melhoraria a qualidade do seu voo. Ele fica um tanto cético no início porque não consegue ver como o fato de usar um paraquedas em um avião poderia melhorar a qualidade de seu voo.
Depois de um certo tempo porém, ele decide experimentar para ver se o que lhe havia sido dito era mesmo verdade.
Então, quando coloca o paraquedas, ele nota o peso sobre seus ombros e descobre que tem dificuldade para sentar-se direito. Mesmo assim, não tira o paraquedas de imediato, pois se consola com o fato de que lhe foi dito que o paraquedas melhoraria o seu voo.
Assim, ele decide dar um tempinho para ver se a tal coisa funciona mesmo.
Enquanto espera, percebe que alguns dos outros passageiros estão rindo dele, pelo fato de ele estar usando um paraquedas em pleno voo.
Ele começa a sentir-se um tanto humilhado. Quando os outros passageiros começam a apontar e rir dele, ele não aguenta mais!
Então, encolhe-se em sua poltrona e arranca o paraquedas, jogando-o ao chão.
Desilusão e amargura preenchem o seu coração, pois, pelo que parece, contaram-lhe uma mentira absurda!

O segundo homem também recebe um paraquedas, mas escutem só o que lhe é dito:
“Coloque este paraquedas, pois a qualquer momento você terá que saltar deste avião e nós estamos a 25.000 pés de altura”.
Ele fica muito agradecido e coloca logo o paraquedas;
Nem percebe o peso do objeto sobre seus ombros, muito menos se incomoda com o fato de que não consegue sentar-se direito, pois sua mente está ocupada (ou até mesmo consumida) pelo pensamento do que aconteceria se saltasse sem o paraquedas.

Vamos analisar o motivo e o resultado da experiência de cada um dos passageiros.
O motivo do primeiro homem para colocar o paraquedas foi apenas para melhorar a qualidade de sua viagem: o resultado da experiência foi que ele se sentiu humilhado pelos passageiros, ficou desiludido e bastante amargurado em relação àqueles que lhe deram o paraquedas. Ele precisará de um longo tempo para recuperar-se da experiência e, possivelmente, nunca mais vai aceitar uma coisa daquelas novamente.
O segundo homem colocou o paraquedas simplesmente para escapar do salto para morte e, devido ao conhecimento do que aconteceria se saltasse despreparado, ele tem uma profunda alegria e paz no coração, pois sabe que será salvo de uma morte certa e terrível. Tal conhecimento dá-lhe a habilidade de suportar o escárnio dos outros passageiros. Sua atitude em relação a quem lhe ofereceu o paraquedas é de profunda gratidão.

Agora, escutem o que os métodos de evangelismo moderno dizem:
“Coloque o Senhor Jesus Cristo. Ele te dará amor, alegria, paz, realização pessoal e felicidade duradoura”.
Em outras palavras: “Jesus melhorará a sua viagem”.
Dessa maneira, o pecador responde ao apelo de um modo experimental e coloca (ou “veste”) o Senhor Jesus para ver se a “propaganda” é verdadeira.
E o que vem sobre ele?
Tentação, tribulação e perseguição… os outros “passageiros” escarnecem dele.
O que ele faz, então?
Arranca o Senhor Jesus e joga ao chão, pois se sente ofendido por causa da Palavra (vide Marcos 4.17).
Ficou desiludido e bastante amargurado com razão, pois lhe prometeram paz, alegria, amor, realização e felicidade duradoura, mas tudo o que conseguiu foram provações e humilhação!
Então, ele passa a apontar sua amargura em direção àqueles que lhe deram as tão famosas “boas novas”… e seu último estado é pior do que o primeiro: outro desviado inoculado e amargurado.

Santos, ao invés de pregar que Jesus melhora a qualidade do voo, nós deveríamos estar alertando os passageiros que eles terão que pular do avião, ou seja:

E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.

(Hebreus 9:27)

E aí, quando o pecador entender as horríveis consequências por quebrar a Lei de Deus, ele correrá para os braços do Salvador para escapar da ira vindoura!
Se formos testemunhas verdadeiras e fiéis, é isso que deveremos pregar: que existe uma ira vindoura; que Deus “ordena a todas as pessoas em todos os lugares que se arrependam” (Atos 17:30).
Por que se arrepender?
“Porque Ele estabeleceu um dia em que julgará o mundo com justiça” (Atos 17:31).
Entenda que a questão não é sobre felicidade, mas sim, justiça: não importa o quanto o pecador possa estar sendo feliz ou o quanto ele possa estar curtindo “os prazeres passageiros do pecado” (Hebreus 11:25), sem a justiça de Cristo ele perecerá no dia da ira.
“De nada aproveitam as riquezas no dia da ira; porém a justiça livra da morte” (Provérbios 11:4).
Paz e Alegria são frutos legítimos da salvação, mas não é legítimo usar tais frutos como propaganda para a salvação!
Se persistirmos em fazer isso, os pecadores responderão à mensagem com um motivo impuro, desprovidos de arrependimento.

Agora… vocês conseguem lembrar porque o segundo passageiro tinha alegria e paz no coração?
Era porque ele sabia que o paraquedas ia salvá-lo da morte certa!
E como crente, conforme disse Paulo, eu tenho “alegria e paz em crer” (Romanos 15:13), porque sei que a justiça de Cristo me livrará da ira vindoura.
Com esses pensamentos em mente, vamos analisar com cuidado um

INCIDENTE A BORDO DO AVIÃO

Aparece uma aeromoça novata e ela carrega uma bandeja com café fervendo de tão quente.
É o seu primeiro dia de trabalho.
Ela quer que este dia fique marcado na mente dos passageiros… e consegue seu intento: conforme está andando pelo corredor, tropeça e despeja café quente no colo do nosso segundo passageiro!
Qual a reação dele ao sentir o líquido fervente queimar a sua pele? Será que ele grita: “Aaaaaii! Que dor!”?
A-hã, ele sente a dor.
Será que arranca o paraquedas e o joga ao chão?
Será que esbraveja dizendo: “Droga de paraquedas!”?
Não.
Por que ele faria isso?
Ele não colocou o paraquedas para melhorar a qualidade de seu voo, mas para salvá-lo da morte certa.
Por isso, o incidente faz com que se agarre ainda com mais força ao paraquedas e mal consiga esperar a hora de saltar.

Então, se “vestirmos” o Senhor Jesus pelo motivo correto, isto é, para escapar da ira vindoura, quando vier a tribulação e o “voo” ficar turbulento, nós não ficaremos com raiva de Deus e nem perderemos nossa paz e alegria.
Por que faríamos isto?
Não aceitamos Jesus para melhorar nosso estilo de vida: nós o aceitamos para fugir da ira vindoura!
Portanto, ao invés de provocar ira, a tribulação conduz o verdadeiro crente para mais perto do Salvador!

Infelizmente temos, literalmente, multidões de pessoas que se professam cristãos, mas que perdem sua alegria e paz logo que o voo fica turbulento.
Por quê? Porque são o produto de um evangelho humanista: crentes que vieram a Jesus sem arrependimento, sem o qual não há salvação.

Realizei pequenas alterações na tradução original de Fernando Guarany Jr.
Caso queira conhecer a íntegra da mensagem, busque por “O Maior Segredo do Diabo”.

Não sei vocês, mas às vezes tenho vontade de pular logo…

Lembro bem que, quando acabei de ler esse texto pela primeira vez, meus olhos estavam marejados de lágrimas, pois é exatamente essa promessa mentirosa da “viagem melhor” que tem se baseado a maior parte do evangelismo que acontece!
Diante disso, alguém pode alegar:
“Mas… de um jeito ou de outro, pelo menos encher as igrejas impede a apostasia, não é mesmo?”

Resposta ERRADA!
Veja — em 2 Tessalonicenses 2:11 — o motivo pelo qual as pessoas perecem: PERECEM PORQUE NÃO RECEBERAM O AMOR DA VERDADE!
E o que é esse tal “amor da verdade”? Ora, se você não sabe, leiamos juntos:

A tua justiça é uma justiça eterna, e a tua lei é a verdade.

(Salmos 119:142)

Tu estás perto, ó Senhor, e todos os teus mandamentos são a verdade.

(Salmos 119:151)

Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.

(João 17:17)

Vejam que “receber o amor da verdade” é uma analogia a SE ESFORÇAR PARA RECEBER O CONTEÚDO DA PALAVRA DE DEUS E CONHECÊ-LO!

“Receber o amor da Verdade” implica em ter uma atitude semelhante àquela que os Bereanos assumiram, conforme relatado em Atos 17:10–11… e a tragédia do evangelismo moderno é que pouquíssimas pessoas se dispõem a agir assim, pois hoje a maior parte dos que se afirmam cristãos parece se contentar em seguir as “fórmulas mágicas” que prometem ensinar como conseguir “tudo de Deus”…

Podemos afirmar que todos que chegam ao evangelho com essa motivação estão entrando pela porta errada, mas isso vai ficar para a PARTE FINAL desse estudo.

Obrigado por ter lido até aqui e, verdadeiramente, preciso de qualquer colaboração que puder me oferecer: comentários, compartilhamentos e reações ajudam a divulgar este conteúdo que foi produzido com intenção de colaborar para a edificação do Corpo de Cristo no mundo.
Um link encurtado e de fácil memorização para essa postagem é:

https://cutt.ly/apostasia02

Aqui quem escreve é o velho Teóphilo Noturno e prossigo, contra todas as adversidades, com meus informes atualizados e consolidados, tentando alcançar — nas noites de terças e quintas — unidades desorientadas e até, talvez, atualmente sob domínio do inimigo.
Ao conteúdo que produzo chamo d’O Pior Evangelho do Mundo e sinceramente espero que essa publicação tenha promovido reflexão e colaborado para sua edificação: sempre busco exclusiva e sólida base bíblica, sendo totalmente desvinculado de qualquer franquia de empresas eclesiásticas ou emprejas em particular.

Em 2018 o Senhor permitiu que a surdez me tocasse e, a despeito de minha fé e todos os esforços pessoais que realizei, as necessidades cotidianas e as contas não cessam, colocando a mim e minha família em sérias dificuldades financeiras, especialmente após a morte de minha mãe.
Diante disso, não me envergonho ao pedir seu auxílio para suprir necessidades diversas que vão de comida e remédios até custeio de domínio e hospedagem.

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Destaco que, por mais que queira, não tenho em mim mesmo a menor capacidade de forçar o Pai a te abençoar por sua generosidade, mas oro a Ele pedindo que, no tempo certo e na medida multiplicada, retribua a bondade realizada da maneira mais adequada: não apenas na restituição multiplicada do valor doado, mas também através dos mais diversos livramentos e bênçãos que, em minha limitação humana, sequer posso imaginar antecipadamente, mas que já estavam nos planos do Todo-Poderoso Deus desde antes da fundação do mundo.

Parafraseando o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24: que a graça e a paz sejam conosco, todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade, hoje e para todo o sempre!

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