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Santificação

Mais Do Que Um Conselho: Uma Ordem!

ANTES DE PROSSEGUIR, POR FAVOR, VEJA ESSA IMPORTANTE INFORMAÇÃO

OBRIGADO PELA ATENÇÃO. ABAIXO ESTÁ O CONTEÚDO QUE BUSCOU:

Passei boa parte de minha vida pensando que todos que afirmam crer em Jesus como seu Senhor e Salvador já deveriam automaticamente saber disso, mas a cada dia testemunho, entristecido, que muitos, inclusive pastores, ignoram completamente as artimanhas do inimigo e se permitem facilmente seduzir pela aparência de beleza benevolente e humanitária dos argumentos de Satanás.

Diante disso, decidi então desenvolver um raciocínio bíblico, lógico e gradual que nos permitirá, ao final, identificar com clareza os métodos e os propósitos do maligno e, como pré-requisito, é fundamental a leitura atenta de Hebreus 12 e 1 Tessalonicenses 4, fontes de grande relevância para a inusitada distinção entre santificação e salvação!

CRENDO E PENSANDO

Quem crer e for batizado será salvo;
mas quem não crer será condenado.

(Marcos 16:16 – ACF)

Parece um tanto óbvio que todo aquele que crê será salvo: a salvação é dom gratuito de Deus e não vem a partir de nenhuma de nossas próprias obras, porém a exceção dessa regra nos é apresentada nessa curiosíssima passagem:

Tu crês que há um só Deus; fazes bem.
Também os demônios o creem, e estremecem.

(Tiago 2:19 – ACF)

Isso nos permite inferir a existência de muitos — demônios e humanos — que creem, mas deliberadamente decidem atuar em oposição ao Senhor Deus e suas ordens!
Por isso a primeira passagem transcrita acrescenta o batismo, mas não o controverso — e algumas vezes até inútil — ritual que os homens promovem, mudando de forma ao gosto de cada franquia eclesiástica:

Há um só corpo e um só Espírito,
como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;

Um só Senhor, uma só fé, um só batismo;
Um só Deus e Pai de todos,
o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós.

(Efésios 4:4-6 – ACF)

Ou seja, o batismo atrelado ao crer e que vale para a salvação é caracterizado pelo recebimento do Espírito Santo, independendo da interação com a água — submergindo ou jogando na cara — ou de quaisquer sinais místicos como os que caracterizaram sua chegada:

Jesus respondeu, e disse-lhe:
Se alguém me ama, guardará a minha palavra,
e meu Pai o amará, e viremos para ele,
e faremos nele morada.
Quem não me ama não guarda as minhas palavras;
ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou.
Tenho-vos dito isto, estando convosco.
Mas aquele Consolador, o Espírito Santo,
que o Pai enviará em meu nome,
esse vos ensinará todas as coisas,
e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.

(João 14:23-26 – ACF)

Por isso que o ato de “crer em Deus” — por si somente, sem buscar conhecimento e obediência ou, como fazem os demônios, estremecendo e combatendo com furiosas artimanhas os preceitos registrados nas Escrituras — não é garantia de que, como dizem os ignorantes, ninguém vai “virar anjinho” no céu!

Aliás, principalmente os que creem, obedecem e buscam se santificar pelo conhecimento das Escrituras sabem muito bem que até “serão como”, mas NINGUÉM VAI “VIRAR ANJINHO NO CÉU”!

SEPARAÇÃO

Já a santificação é um processo contínuo no qual o indivíduo deve buscar se separar dos apelos carnais e seculares visando se aproximar do padrão de Deus para a criatura humana: “santo” é igual a “separado” e podemos encontrar diversas exortações a essa santidade por toda a Bíblia:

Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis;
porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça?
E que comunhão tem a luz com as trevas?
E que concórdia há entre Cristo e Belial?
Ou que parte tem o fiel com o infiel?
E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos?
Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse:
Neles habitarei, e entre eles andarei;
e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor;
E não toqueis nada imundo,
E eu vos receberei;
E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o Senhor Todo-Poderoso.

Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.

(2 Coríntios 6:14-18; 7:1 – ACF)

Porque vós bem sabeis que mandamentos vos temos dado pelo Senhor Jesus.
Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação;
que vos abstenhais da fornicação;
Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra;
Não na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus.
Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos.
Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação.

(1 Tessalonicenses 4:2-7 – ACF)

E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.
Portanto, tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados,
E fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja não se desvie inteiramente, antes seja sarado.
Segui a paz com todos,
e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.

(Hebreus 12:11-14 – ACF)

E qual é aquele que vos fará mal, se fordes seguidores do bem?
Mas também, se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados.
E não temais com medo deles, nem vos turbeis;
Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações;
e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.

(1 Pedro 3:13-15 – ACF)

PONDO EM PRÁTICA

Diferente do “crer”, que podemos considerar como um sólido e específico “ponto de transformação” — porque quem “descrê” nunca soube de fato no que creu! — o “ser santo” ou “santificar” nada mais é que seguir o padrão e a vontade de Deus expressos estritamente através das Escrituras, de onde podemos extrair algumas formas de como “exercitar” tais atributos (ou não…):

Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus,
que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
E não sede conformados com este mundo,
mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento,
para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.

(Romanos 12:1-2 – ACF)

Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus;
pois está escrito:
Ele apanha os sábios na sua própria astúcia.
E outra vez:
O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são vãos.
Portanto, ninguém se glorie nos homens;
porque tudo é vosso;
Seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro;
tudo é vosso,
E vós de Cristo,
e Cristo de Deus.

(1 Coríntios 3:19-23 – ACF)

Adúlteros e adúlteras,
não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus?
Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.
Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura:
O Espírito que em nós habita tem ciúmes?

(Tiago 4:4-5 – ACF)

Eis aí claras exortações a todos aqueles que estão tentando compatibilizar as práticas do mundo com a santidade da Igreja, se passando por intelectuais para promover verdadeiros “nós teológicos” e formas “revolucionárias” de evangelismo que, sob pesquisa apenas um pouco mais atenta. não encontram qualquer amparo bíblico, sendo baseadas única e exclusivamente em experiências, sentimentos e revelações carnais do ser humano.

SANTIFICAÇÃO FALSIFICADA

De fato, é ridículo ver algumas pessoas, principalmente pastores, deturpando a expressão “a tempo e fora de tempo” para justificar o pragmatismo insano em que tornaram o que deveria ser evangelho: parece que ninguém mais lê sequer um parágrafo inteiro da Bíblia e todos passaram a se basear em “máximas” do jargão evangélico.
Vejamos o texto na íntegra:

Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino,
Que pregues a palavra,
instes a tempo e fora de tempo,
redarguas,
repreendas,
exortes,
com toda a longanimidade e doutrina.
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina;
mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.

(2 Timóteo 4:1-4 – ACF)

Como eu gostaria de agradecer ao apóstolo Paulo pelo precioso aviso e, não sem uma ponta de tristeza, confirmar: meu querido… esse tempo chegou!
A pregação a qual ele está se referindo não é esse lixo psicológico de autoajuda que tem sido repetido ad nauseam nos palcos das empresas eclesiásticas do novo paradigma com intuito de atrair os chamados “sem igreja”!
A pregação recomendada, sem deixar de ser longânime, nunca abandona a doutrina e envolve repreensão e exortação constantes!!!

Há ainda — visando a introdução de conceitos incompatíveis, conteúdos desnecessários e doutrinas espúrias — a frequente citação da outra máxima — “examinai tudo e retende o bem” —, que, apresentada dessa forma, não passa da mais pura deturpação do que está verdadeiramente registrado mas Escrituras:

Não desprezeis as profecias.
Examinai tudo.
Retende o bem.
Abstende-vos de toda a aparência do mal.

(1 Tessalonicenses 5:20-22 – ACF)

Em algumas versões, ao invés de “abstende-vos”, encontramos “desviai-vos” ou até mesmo o termo “fugi”… que por si só é bem claro: não é nem para ficar olhando, mas para literalmente sair correndo assim que detectarmos a simples aparência do mal!
Ao contrário do que, tentando evitar prejuízos financeiros, muitos afirmam, simplesmente devemos descartar o objeto examinado em questão e não ficar tentando extrair algo daquele meio para adicionar às práticas cristãs.

  • Se estão colocando canções mântricas, vazias ou com deturpações da Palavra nos cultos de sua empreja alegando que é para atrair e agradar “público jovem”…
  • Se doutrinas estranhas são aceitas em nome do aumento do número de conversões…
  • Se quem decide quando, como e onde uma mensagem será pregada é o público alvo ao invés do Espírito Santo…
  • Se para “ganhar o mundo” a empreja o está celebrando e trazendo para dentro do que deveria ser o culto racional…
  • Se métodos estranhos — regressão, mantras, hipnose, alterações do estado natural de consciência — estão sendo usados…
  • Se há amuletos, qualquer aspecto de idolatria, misticismo, esoterismo…
  • Se permitem apresentação de autores que escrevem sobre mortos que “seguramente” intercedem pelos vivos…
  • Se Jesus Cristo deixa de ser o único intercessor entre o homem e Deus…
  • Se as bênçãos só e somente vierem mediante o dízimo e as ofertas…
  • Se as pregações não são 100% baseadas na Bíblia e 100% dentro do contexto bíblico…
  • Se há exibições ecumênicas…
  • Se há homossexualismo, divórcio, sexo fora do casamento (tanto entre os membros quanto entre os líderes)…
  • Se a igreja deixou de ser igreja e passou a ser uma empresa…
  • Se há improbidade administrativa, contendas, alcoolismo…
  • Se as mensagens são feitas para agradar os pecadores ao invés de confrontá-los com seus pecados…
  • Se textos bíblicos estão sendo retirados de seus contextos para tornarem-se pretextos…

O cristão genuíno é capaz de identificar qualquer, um ou mais, dos itens acima citados está ocorrendo em sua congregação, e deve saber que esta organização definitivamente deixou de contribuir tanto para edificação quanto para santificação, se tornando, no máximo, nada além de um clube de convivência social.

CONVENIÊNCIA OU DESCONFORTO?

Há uma importante recomendação bíblica sobre como proceder diante de qualquer organização ou estabelecimento que esteja bebericando no mesmo cálice da grande Babilônia:

E ouvi outra voz do céu, que dizia:
Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados,
e para que não incorras nas suas pragas.

(Apocalipse 18:4 – ACF)

Alguém pode dizer:
— Mas, Teóphilo… eu até vejo esses erros, mas não quero ser a única pessoa reclamando: lá ninguém reclama de nada e estão todos calados e em comunhão!

Ora, você prestou mesmo atenção aos dois avisos — 1 Tessalonicenses 5:20 e 2 Timóteo 4:3-4 — ali em cima?
Abra aí sua Bíblia e veja se conhece mesmo as profecias — Mateus 24:5, 11-12, 23-24; 2 Tessalonicenses 2:3-4; 1 Timóteo 4:1-3; 2 Pedro 2; 2 Pedro 3:17 e Judas — que não devemos desprezar?
E Colossenses 2:8, 1 Timóteo 6:3-5 e Tito 1:10-16… foram inseridos às Escrituras só de brincadeira?
E, é claro, nunca se esqueça de que a “prova final” com Deus não será um “trabalho em grupo”:

De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.

(Romanos 14:12 – ACF)

Portanto, caros leitores, apesar da salvação nunca e em hipótese alguma ocorrer por méritos próprios, a santificação é uma ordem e deve ser cumprida, mesmo que através de esforços pessoais, abdicação de conveniências e até mesmo eventuais confrontos:

Não cuideis que vim trazer a paz à terra;
não vim trazer paz, mas espada.

(Mateus 10:34 – ACF)
Se, na vida do cristão, o verbo “crer” pode ser considerado um ponto, o “santificar” é uma longa linha contínua a ser traçada após ele, mesmo que ocorram indesejáveis tremidas…

Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;
Porquanto está escrito:
Sede santos, porque eu sou santo.
E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um,
andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação.

(1 Pedro 1:15-17 – ACF)

A seguir veremos o motivo de tantos pastores e mestres agirem de forma tão estranha; a causa dessa exortação à santificação e onde e porque Satanás entra nessa história toda…

Obrigado por ter lido até aqui e, verdadeiramente, preciso de qualquer colaboração que puder me oferecer: comentários, compartilhamentos e reações ajudam a divulgar este conteúdo que foi produzido com intenção de colaborar para a edificação do Corpo de Cristo no mundo.
Um link encurtado e de fácil memorização para essa postagem é:

https://cutt.ly/santifica01

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Por mais que queira, destaco que não tenho em mim mesmo a menor capacidade de forçar o Pai a te abençoar por causa disso, mas oro a Ele pedindo para que, no tempo correto e na medida multiplicada, retribua a bondade realizada da forma mais adequada: seja através de livramentos ou de diversas bênçãos possíveis.

Parafraseando o apóstolo Paulo em Efésios 6: 23-24: que a graça e a paz sejam conosco, todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade, hoje e para todo o sempre!

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